11 de dezembro de 2010

RELICÁRIO (2)





O corte na
CARNE
e
o
poema corta
a “cerâmica”

- uma alma filosofando entre
o ser o nada- (asas da poesia)
e o tempo se corroeu


e o enigma da felicidade
aterrissa no contentamento

“um POETA amigo
se (re) constrói.@.com no além da
sabedoria/reli(cario)"


ALBERT ARAÚJO
11-12-10
post também site:


http://www.albertaraujo.recantodasletras.com.br/

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