27 de dezembro de 2010



Amor infinito amor



É sempre na maior parte:
que do sentimento doce
do amor infinito – ouve-se o grito

amor:
(revestimento) na intensa alma que vive o impossível
– o inevitável chão a sangrar
é chama e arde
sem alarde - e
nas estrelas está escrito

mergulhar
atar-se / medir o grau da lâmpada
que arranha o desejo

cada passo
todo desatino
cada laca
cada olhar
e toda a água pressente

mergulhar
atear-se ao fogo
do imensurável amor
que de infinito se acende


ALBERT ARAÚJO
27-12-10

2 comentários:

  1. Lindo poema! Profundo, sensível. Sua poética é doce como o mel saído do favo. Parabéns! Um beijo. Tuela

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