terça-feira, 9 de fevereiro de 2010


MUDANÇA DE ESTRATÉGIA




Alguma vez você já teve que corrigir ou mudar o rumo dos seus passos? Se você respondeu que sim, você é como a grande maioria dos seres humanos। Isso acontece, com freqüência, porque ainda não temos habilidade suficiente para saber com precisão onde queremos chegar e que caminho seguir. E isso acontece porque ainda somos aprendizes da vida. Por causa dessa falta de lucidez, natural em nosso estágio evolutivo, é que às vezes nos perdemos em atalhos que retardam nossa marcha na direção dos altiplanos do infinito. E não é raro que tenhamos que mudar a direção, buscar caminhos alternativos, apressar o passo, observar com mais atenção para não tropeçar nos obstáculos naturais da marcha para Deus. Nós sabemos que é preciso caminhar, buscar, bater na porta que ela se abrirá, pois o suave Rabi da Galiléia nos orientou a respeito. E se fazemos isso, por que nem sempre dá certo? É que nem sempre buscamos da forma correta e batemos na porta certa. Outras vezes nós chegamos ao término do caminho e deparamos com um resultado que não era justamente o que desejávamos, e a frustração nos toma de assalto. Às vezes, para se atingir um objetivo é preciso descobrir novos caminhos, ousar, inovar, criar novas estratégias. Talvez essa pequena história possa ilustrar melhor. Conta-se que havia um cego sentado numa calçada, em Paris, com um boné a seus pés e um pedaço de madeira com o seguinte pedido, escrito com giz branco: Por favor, ajude-me, sou cego. Um publicitário, da área de criação, passou por ali, parou e viu umas poucas moedas no boné. Sem pedir licença, pegou o cartaz, virou-o, pegou o giz e escreveu outro anúncio. Voltou a colocar o pedaço de madeira no mesmo lugar e foi embora. À tarde o publicitário passou por ali e notou que o boné estava cheio de notas e moedas. O pedinte reconheceu as pisadas e perguntou se havia sido ele quem tinha mudado o seu cartaz, sobretudo querendo saber o que havia escrito ali. O publicitário respondeu: Nada que não esteja de acordo com o seu anúncio, mas com outras palavras. Sorriu e continuou seu caminho. O mendigo não sabia, mas seu novo cartaz dizia: Hoje é primavera em Paris, e eu não posso vê-la.





* * *

Uma pequena mudança de estratégia e pode ficar mais fácil atingir um objetivo, alcançar uma meta, chegar a um resultado. Por vezes nós perdemos muito tempo em tentativas vãs e não nos damos conta de que uma pequena mudança bastaria para facilitar a nossa vida. Se você está sentindo que seus passos não estão lhe conduzindo numa direção segura, pare um instante.
Reflita sobre onde quer chegar e, se for necessário, corrija a bússola da sua existência e siga em frente.

* * *

Quando você bate numa porta por muito tempo e ela se recusa a abrir, talvez Deus queira que você busque outra saída. Embora muitas situações nos pareçam fruto do acaso, não imaginemos que estamos à revelia das leis que regem o Universo do qual fazemos parte. Pense nisso e procure ouvir a sugestão dos sábios publicitários do espaço, para que faça uma pequena mudança na estratégia. E lembre-se: Se a porta na qual você está insistindo em bater não se abre, talvez seja o momento de buscar outra alternativa.


ESPECIAL:

Redação do Momento Espírita, com base em história de autoria ignorada. Disponível no CD Momento Espírita, v. 10, ed. Fep.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010




RESINA

O amor é uma resina
Que deixa marcas n’alma
Existem horas em que ela é tóxica
Noutras apenas tatua nomes

Eu quero muito mais
Que uma simples paixão
Eu exijo de mim
E de quem eu amo
Uma vida de tesão

O amor não é rotina
Ele cria movimentos
Ele cria espaços
Ele impõe respeito

E quando falo de respeito
Seja no lado individual
Seja naquelas horas no leito
O amor também cria direitos

Por isto eu não peço para se doar
Porque quando você se doa
Você anula em si alguma coisa
Que algum dia irá faltar
E nós precisamos estar sempre inteiros
Para poder amar...

Mário Feijó
04.02.10


Mário Feijó
http://artesplasticas-poesias.blogspot.com
http://recantodasletras.uol.com.br/autores/mariofeijo
http://www.poetasdelmundo.com/verInfo_america.asp?ID=3979

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010



As duas faces da moeda


Você sabe quem é esse senhor capaz de provocar tantas alterações na vida de algumas pessoas que com ele tomam contato mais estreito? Pois bem, vamos dar algumas dicas। Ele é capaz de mudar completamente a filosofia de vida de alguém. Faz com que um homem inverta totalmente sua postura perante as demais pessoas. Quando ele chega, para alguns, muda-lhes a maneira de ser, de sentir, de pensar. Há pessoas que, quando o recebem, se tornam arrogantes, prepotentes, despóticas. Há, ainda, aqueles que se tornam, de bom grado, seus escravos. Noutros ele altera radicalmente o senso de justiça. Pessoas simples, aparentemente humildes, tornam-se soberbas e orgulhosas, ao seu contato. Esse senhor é realmente muito poderoso. Consegue, mesmo, fazer com que o mundo gire em torno dele. Guerras cruéis, disputas sangrentas, infanticídios, homicídios de toda ordem são cometidos em sua honra. Filhos se voltam contra pais, pais contra filhos, irmão contra irmão, por causa dele. Ele é capaz de triturar os mais sagrados laços de amizade e de solidariedade. Em cada país veste-se com roupagem diferente e atende sob diversas denominações, mas em todo lugar tem seus adoradores. Você já deve ter concluído: mas então esse senhor é muito mau e deve ser banido da face da terra. Não, ele não é mau e nem deve ser banido da face da terra. Ele apenas deverá servir ao fim a que se destina: meio de progresso. Aqueles que entendem o seu verdadeiro objetivo, o utilizam para promover a paz, a cultura, o bem-estar social. Nas mãos de pessoas nobres, ele tem gerado empregos, permitido pesquisas científicas importantes, impulsionado a tecnologia, fomentado a educação e a saúde de muita gente. E agora, você já sabe quem é esse inquietante senhor? Sim, é isso mesmo. É o dinheiro. O dinheiro, por si só, é neutro. O que faz a diferença, é o valor que cada um de nós lhe atribui. Sem dúvida, é um valioso recurso que Deus deposita nas mãos do homem para servir de alavanca ao progresso da humanidade. E não há nada de errado possuí-lo em abundância. O que ocorre é que, às vezes, o colocamos acima do verdadeiro tesouro do criador, que é o ser humano. Salvo as honrosas exceções, o homem, que deveria ser o senhor, a ele se submete totalmente, tornando-se escravo por opção. Dispõe-se a servi-lo a qualquer custo. E muitas vezes esse custo é a honra, a dignidade, a fidelidade, a sensatez e até a própria vida. O homem verdadeiramente sábio faz dos recursos financeiros um meio de progresso para si mesmo e para todos aqueles que Deus lhe coloca sob a responsabilidade. Já o homem medíocre faz-se mesquinho e arrogante, negando até mesmo a existência de Deus e elegendo o dinheiro como o todo poderoso, ao qual reverencia. Assim, o dinheiro é, sem contestação, um excelente recurso, mas, como toda moeda, tem duas faces. Uma é a face que permite a conquista do passaporte para a liberdade, a outra serve para adquirir cadeias de sofrimentos para muitos séculos. Como usar esse recurso, é apenas uma questão de escolha. Pense nisso! Se você está triste porque lhe faltam os mínimos recursos financeiros, considere que talvez seu crédito no Banco Celeste não esteja muito bom. E se você tem dinheiro sobrando, lembre-se sempre de que é apenas um empréstimo que o Criador lhe concede para fomentar o progresso geral. Pensemos nisso!



ESPECIAL:

Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita

sábado, 16 de janeiro de 2010





MATÉRIA ORIGINAL


O coração
É um livro incessante
(assíduo – e sem final)

Que dentro da noite veloz
Torna-se matéria viva – núcleo floral

Intimidade ácida do dragão
E quando nas folhagens indefesas
Da paixão
Alimenta-se de amor
Absoluto – Engole a alma
Vira fogo, fogo – e (des) controla-se
Não há quem o limite e desmarque
Os seus passos.

Tempo configurando evaporação
Da qual
A noite nunca se acalma

Fixação – cabeça alada
Essência espalhada na
Casa inteira – círculos
Rodopiando no espaço.


***


O coração
Quando verdadeiramente ama
Torna-se selvagem e atroz
Uma flor capturada no laço
Algo que as vezes fica sem voz
Se duvidar vira aço.
ALBERT ARAÚJO
15-01-10

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010


O BALÃO DE BENNY



Benny tinha setenta anos quando morreu subitamente de câncer, em Wilmette, Illinois. Nos últimos dez anos de vida, havia recebido o amor de alguém muito especial: sua neta, Rachel - e o amor de avô para neta, assim como o de neta para avô, é desses sentimentos que nunca se esquece, e que nunca perece. Infelizmente, Rachel não teve a chance de dizer adeus ao seu avô, e por isso chorou durante vários dias.Seu pranto apenas cessou quando teve uma idéia, certo dia, após receber um grande balão vermelho numa festa de aniversário. E a idéia era a de escrever uma carta para o vovô Benny, e enviá-la ao céu em seu balão vermelho. A mãe de Rachel não teve coragem de dizer não, e observou com lágrimas nos olhos o frágil balão subir por entre as árvores que cercavam o jardim, e desaparecer. Dois meses depois, Rachel recebeu esta carta, com carimbo do correio de uma cidade a novecentos quilômetros de distância, na Pensilvânia: "querida Rachel, vovô Benny recebeu a sua carta. Ele realmente a adorou." Por favor, entenda que coisas materiais não podem ficar no céu, por isso tiveram que mandar o balão de volta para a terra. Lá eles só guardam os pensamentos, as lembranças, o amor e coisas desse tipo. Rachel, sempre que você pensar no vovô Benny ele saberá e estará muito perto, com um amor enorme por você. Sinceramente, Bob Anderson (também um vovô)." A singeleza desta passagem nos trouxe muita emoção, quando a lemos. Faz-nos pensar sobre a morte, sobre a separação, sobre o amor, de uma forma tão sublime!A resposta que Rachel recebeu de um bondoso e inspirado avô, deve conduzir-nos à uma reflexão profunda sobre a vida, sobre como continuamos a estar próximos daqueles que partiram. "Eles só guardam os pensamentos, as lembranças, o amor e coisas desse tipo"; isto é, a maior homenagem que podemos fazer a eles estará no que sentir nosso coração, e no que recitarem as nossas preces. Sigamos também o exemplo da neta, e enviemos constantemente "balões vermelhos" ao céu, com nossas mensagens de amor e saudade a eles. Os balões serão nossas orações, que somente ganharão altura suficiente para serem ouvidas, se guardarem em seu íntimo simplicidade, a sinceridade, e o coração. O som das palavras voltará à terra, pois, como disse o avô da história "coisas materiais não podem ficar no céu", mas tenhamos plena certeza que os sentimentos chegarão ao seu destino, e inundarão de alegria nossos amores desencarnados. "Rachel, sempre que você pensar no vovô Benny, ele saberá e estará muito perto, com um amor enorme por você."

***

Ensinemos as nossas crianças desde cedo a compreender a morte। Mostremos a elas que este é um fenômeno natural, e que nos separa apenas fisicamente daqueles que nos são caros. Como se estes estivessem numa viagem ao exterior, vivos, felizes, trabalhando e estudando; e apenas tivéssemos que desenvolver outras formas de comunicação com eles, como telefonemas, cartas e e-mails. Estas outras formas de nos comunicarmos estão em nossas preces, em nossos sonhos, e nas inspirações que nos enviam. É muito importante que as crianças entendam, desde cedo, que a morte não existe, e que tornaremos a encontrar todos aqueles que não habitam mais a terra.
ESPECIAL:
Equipe de Redação do Momento Espírita, a partir da história "O balão de Benny", de Michael Cody, contida na obra "Histórias para aquecer o coração".

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010








O SENHOR É MEU PASTOR...




O Senhor é meu pastor, nada me faltará.
Em verdes prados ele me faz repousar.
Conduz-me junto às águas refrescantes,
restaura as forças de minha alma.
Pelos caminhos retos ele me leva,
por amor do seu nome.

Ainda que eu atravesse o vale escuro,
nada temerei, pois estais comigo.
Vosso bordão e vosso báculo são o meu amparo.

Preparais para mim a mesa à vista de meus inimigos.
Derramais o perfume sobre minha cabeça,
e transborda minha taça.
A vossa bondade e misericórdia hão de seguir-me
por todos os dias de minha vida.
E habitarei na casa do Senhor por longos dias.


(Salmo 22/23 atribuído ao Rei Davi)

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010





Segredo do casco da tartaruga



Logo que aprendeu a ler o menino começou a fazer descobertas.
Um dia estava folhando um livro e deparou com a palavra "réptil".
Procurou no dicionário e surpreendeu-se com o significado: "animal que se arrasta".
Pensava, até então, que réptil tinha a ver com rapidez e era justamente o contrário.
Seu pai riu do seu espanto e disse que as tartarugas também eram répteis.
Falou, ainda, com ares de mistério, que havia uma lenda chinesa narrando que Deus havia escrito o segredo da vida no casco de uma tartaruga.
De olhos arregalados o menino imaginava como poderia ter Deus usado o casco da tartaruga como se fosse uma folha de papel.
O pai, encantado com o interesse do filho, salientou que aprender a ler nos livros era apenas o começo da longa jornada do conhecimento.
Disse que, com o passar do tempo, o filho conseguiria ler no rosto de uma pessoa a história de sua vida.
Que bastaria observar os olhos de um amigo para ver se neles brilhava, ou não, felicidade.
Que, um dia, ao tocar nas mãos de um homem do campo, seria capaz de conhecer seus sofrimentos.
O menino não se ateve às novas argumentações do pai.
Ele era curioso.
Queria mesmo era saber qual seria o segredo da vida.
Por isso, começou a interessar-se pela vida das tartarugas.
Pesquisou, leu e aprendeu muito.
Passou a reconhecer as espécies e suas principais características.
Sabia onde era possível encontrá-las e que ameaças a maior parte delas sofria.
Quanto mais estudava, mais o menino se convencia de que realmente poderia descobrir a escrita de Deus naquelas criaturas.

Elas tinham carapaças misteriosas, com desenhos estranhíssimos, círculos coloridos, arestas longitudinais.
Algumas até pareciam mais uma pintura.
O menino foi crescendo e tornou-se um especialista em tartarugas.
Sabia distinguir uma adolescente de uma adulta e conhecia muito a respeito da desova das espécies marinhas no litoral.
Com o passar do tempo, porém, ele descobriu uma coisa muito importante.
Deu-se conta de que, assim como ele procurava o segredo da vida no casco das tartarugas, havia outras pessoas que buscavam a mesma coisa em lugares diferentes.
No pulsar das estrelas.
No canto dos pássaros.
No silêncio dos olhares.
No cheiro dos ventos.
Tudo que o cercava, afinal, podia ser lido.
Lembrou-se das palavras de seu pai.
Somente agora as compreendia.
Somente o tempo, como um professor que conduz o aluno pela mão, foi capaz de fazê-lo entender essa lição.
Longos anos separavam o ensinamento da compreensão.
Como todas as pessoas, em geral, ele fazia suas descobertas de forma lenta.
Muito lentamente, como as tartarugas.
Talvez estivesse aí o segredo.
Pense nisso!
Se você busca o segredo da vida, não se iluda com receitas e roteiros milagrosos.
Compreender a divindade e seus atributos, por vezes, parece estar além da capacidade humana.
Porém, não esqueça que Deus está em toda a parte, animando toda a sua maravilhosa obra.

Está, inclusive, em sua intimidade.
Pense nisso.



Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no conto de autoria de João A. Carrascoza, intitulado "O segredo do casco da tartaruga".

domingo, 3 de janeiro de 2010


sábado, 2 de janeiro de 2010



Jornada Consciencial





(Um Chamado à Lucidez)

Tua vida não é só tua.Mas, também, de quem te ama.Porque tu te tornas responsável por aquilo que cativas.Teus passos repercutem em outros, mesmo indiretamente.Nem mesmo o corpo que tu vestes no momento é teu.O que te pertence são a tua vontade, tuas escolhas e teus atos.E as repercussões disso em tua jornada...Tua canção não é só tua!Porque outros a escutam através de ti.Teus pensamentos viajam longe... E alcançam outras mentes.Teus sentimentos tanto podem irradiar luz, como podem espetar e machucar outros corações. Tudo depende de ti!Queres irradiar tua luz ou ferir alguém?O que move teus propósitos?Se afetas os outros para o melhor e, também, para o pior, é certo que os outros também te afetam.Há uma interdependência automática no universo. Tudo é questão de sintonia.Se te ligas aos interesses deletérios e vazios de consciência, sofrerás as repercussões psíquicas de tal ligação.Porque há inteligências sombrias interligadas nas faixas mentais negativas, prontas para intrusões psíquicas nas mentes em sintonia.E elas te molestarão de diversas formas, sem que tu mesmo saibas disso.Contudo, se te ligas aos objetivos mais nobres e profundos, com denodo, paciência e esclarecimento, terás uma coluna de luz sobre tua cabeça e um sol em teu coração.Porque o que ligares no Céu, será ligado na Terra também.E, na verdade, esse céu é em teu próprio coração.Então, ligue teu psiquismo aos bons propósitos.Não procures por demandas ou desforra de algum revés.Trabalhe em ti mesmo a paciência e a compreensão.Que o teu querer seja o da Luz!Que o teu bem seja a paz de espírito.Que a tua senda seja o teu sorriso.Que tu saibas dizer não para o teu ego e, sim, para a consciência cósmica.Tua canção não é só tua! Nem teu corpo. Nem tua vida. Lembra-te disso!E caminha com sabedoria em tua vontade, tuas escolhas e teus atos.Porque isso é da tua conta!E tudo o que semeares na senda, tu mesmo colherás.Porque todo efeito procura sua causa correspondente.Seja na Terra ou no Espaço, tu colherás o que plantares.Portanto, esquece de qualquer mal que te fizeram e vence tuas fraquezas.Tens um sol no peito e o céu em teu coração.E, não te esqueças: tudo passa!Ergue-te das cinzas do teu ego e levanta a cabeça para a Luz.Há um Grande Amor operando em ti. Torna-te digno d'Ele.Para que a tua senda seja linda e o teu labor iluminado pelo Alto.Tua vida não é só tua, porque o Todo está em tudo.Então, para frente... Rumo à consciência cósmica.Tua jornada é a do Todo em ti mesmo!Paz e Luz.-




Wagner Borges é pesquisador, conferencista e instrutor de cursos de Projeciologia e autor dos livros Viagem Espiritual 1, 2 e 3 entre outros.

A WALK TO REMEMBER

Letra original e tradução da Trilha Sonora do filme "Um amor para recordar" com Mandy Moore (cantora da música) e Shane Wast

A WALK TO REMEMBER
MANDY MOORE

I'll always remember... it was late afternoon.

It lasted forever, but ended so soon.

Yeah You were all by yourself,

staring up at a dark gray sky,

I was changed.

Chorus



In places no one will find,

all your feelings so deep inside.

(Deep inside)

Was there that I realized that forever was in your eyes.

The moment I saw you cry.

(The moment that I saw you cry)

It was late in September and I've seen you before.

You were always the cold one

but I was never that sureyou were all by yourself,

staring up at a dark gray sky.

I was changed

Chorusx1

I wanted to hold you.

I wanted to make it go away.

I wanted to know you.

I wanted to make your everything,

All right.

Ill always remember it was late afternoon

Chorusx1

I think I saw you cry

The moment I saw you cry

I wanted to know you,

I wanted to know you ....






TRADUÇÃO



[Uma caminhada para lembrar]


Eu sempre me lembrarei...

Era fim de tarde

Durou uma eternidade, mas terminou muito cedo

Você estava sozinho

Olhando para um céu cinza escuro

Eu mudei



Refrão:


Em lugares que ninguém encontrará

Todos os seus sentimentos bem lá no fundo

Foi então que eu percebi que a eternidade estava em seus olhos

O momento que eu o vi chorar

(O momento que eu o vi chorar)

Era fim de setembro

E eu o vi antes

Você era sempre o frio

Mas eu nunca tinha tanta certeza

Você estava sozinho

Olhando para um céu cinza escuro

Eu mudei



Refrão



Eu queria abraçá-lo

Eu queria fazer isto ir embora

Eu queria conhecê-lo

Eu queria fazer seu tudo



Tudo bem



Eu sempre me lembrarei

Era fim de tarde...

Eu acho que o vi chorar

No momento que eu o vi chorar

Eu quis conhecê-lo

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009


FELIZ ANO NOVO


FELIZ ANO NOVO - UM 2010 CHEIO DE PAZ - SUCESSO - SAÚDE - PRINCIPALMENTE AS TODOS QUE PASSARAM AQUI NESSE MEU ESPAÇO - QUE ESTIVERAM COMIGO - QUE ME APOIARAM - QUE DE CERTA FORMA ME VISITARAM E DEIXARAM SEU APOIO - FOI O CARINHO DE TODOS QUE ME FEZ UMA PESSOA FELIZ - TENHO CERTEZA QUE NESSE ANO NOVO ESTAREMOS TODOS ERGUENDO A TAÇA NOVAMENTE AQUI - VOLTE SEMPRE QUE PUDER - SINTAM-SE EM CASA - OBRIGADO - ALBERTO

FELIZ ANO NOVO






FELIZ 2010 COM MUITA PAZ SAUDE E PROSPERIDADE

Ano novo é uma
primavera nascendo
em cada coração que tem
esperança que a vida
seja um jardim o ano todo....

Que fique esquecido
como um passado
este ano que se despede
levando as frustrações
mas deixando as conquistas
que crescerão com
com o passar do ano novo...

Use todas as cores
seja o arco íris de sua vida
e faça de cada dia uma conquista
e uma vitória e festeje como
um ano novo...

Festeje todos os dias
contemplando o céu do sucesso
que te espera para comemorar
sonhos de uma vida que te
espera para agradecer
por mais um dia e seja sempre
um feliz ano novo

Rogério Miranda
poeta da paz

ENSINAR COM SABEDORIA



ENSINAR COM SABEDORIA



Você já teve alguma dificuldade para convencer seu filho a fazer alguma coisa que ele não desejava ou se sentia incapaz de fazer?

Em caso afirmativo, qual foi a tática usada para esse convencimento?

As respostas são as mais variadas possíveis, mas, geralmente, não usamos estratégias eficientes porque a nossa paciência não o permite.

Todavia, para que consigamos um resultado satisfatório na educação dos filhos, é preciso ensinar com sabedoria.

Uma pequena história de dois irmãos nos dará mostra disso.

O menino, parado diante da alta montanha, disse à irmã mais velha:

"Não consigo subir este morro. É impossível! O que vai acontecer comigo? Vou passar a vida inteira aqui no pé do morro? Isso é terrível demais!"

"Que pena!" Disse a irmã. "Mas olhe, maninho, descobri uma brincadeira ótima!"

No mesmo instante, pisou com força no solo e desafiou o irmão: "Duvido que você consiga deixar uma pegada tão nítida, na terra, quanto a minha."

O menino aceitou o desafio e deu um passo à frente. Colocou o pé no chão e respondeu com alegria:

"Veja! A minha pegada está igual à sua!"

"Você acha?" Perguntou a irmã. "Olhe a minha de novo. Agora eu vou pisar mais fundo, porque sou mais pesada que você.

Tente outra vez, e veja se consegue pisar mais forte", continuou a irmã.

"Agora a minha está tão funda quanto a sua", gritou o menino com alegria.

E, com satisfação continuou a dar passos e fazer pegadas cada vez mais fortes.

"Olhe, mana! Esta, esta e esta, estão o mais fundo possível."

"É, está muito bom mesmo", disse a irmã. "Mas agora é minha vez, deixe eu tentar de novo e vamos ver."

E eles continuaram, passo a passo, comparando as pegadas e rindo da nuvem de poeira que deixavam para trás.

Não demorou muito tempo e o menino olhou para cima.

"Ei", disse ele, "nós estamos no alto do morro."

"Nossa!" Disse a irmã. "Estamos mesmo."

A garota, usando a sabedoria, conseguiu convencer o irmão que não estava disposto a enfrentar a caminhada morro acima.

Sua tática foi a de caminhar à sua frente e desafiá-lo a fazer o mesmo, em forma de brincadeira.

Mas, ao contrário da sua atitude, muitos de nós usamos a maneira mais difícil, que é a do empurrão. Desejamos que os filhos vençam as dificuldades e as limitações na base da chantagem ou do tradicional "sopapo".

Talvez esse seja o motivo pelo qual nossas tentativas muitas vezes não dão bom resultado.

Por essa razão, vale a pena pensar na melhor forma de conduzir nossos educandos para que eles consigam chegar ao ponto que desejamos, sem cicatrizes e sem traumas.

Pensemos nisso!




Redação do Momento Espírita, com base no cap. O morro, de Laura E. Richards, de O livro das virtudes, v. 2, de William J. Bennett, ed. Nova Fronteira.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

LEGENDA







Legenda


No princípio
Houve treva bastante para o espírito
Mover-se livremente à flor do sol
Oculto em pleno dia.
No princípio
Houve silêncio até para escutar-se
O germinar atroz de uma desgraça
Maquinada no horror do meio-dia.
E havia, no princípio,
Tão vegetal quietude, tão severa
Que se estendia a queda de uma lágrima
Das frondes dos heróis de cada dia.

Havia então mais sombra em nossa via.
Menos fragor na farsa da agonia,
Mais êxtase no mito da alegria.

Agora o bandoleiro brada e atira
Jorros de luz na fuga de meu dia —
e mudo sou para contar-te, amigo,
O reino, a lenda, a glória desse dia.

(De O Homem e sua hora)

MÁRIO FAUSTINO – POETA PIAUIENSE












HINO À TERRA



Hino à Terra


Terra!
Mãe pura,
Mãe que encerra
Junto à criatura
O criador e o incriado,
Todos no mesmo seio,
No mesmo ventre sagrado,
De onde nos vem, de onde nos veio
O eterno instinto de amar a vida;
Mãe que, gerando, cria nas entranhas.
Sua prole imensa que erra difundida
Nos rios e vulcões, nos vales e montanhas;
Mães que nos dá o abrigo e o pão de cada dia;
Tálamo das flores, berço das sementes;
Mãe fecunda, prolífera e sadia,
Que és a um só tempo para os teus entes
Lar, alimento, luz, repouso;
Mãe dos homens e dos brutos,
Perdoa a mão com que ouso
Roubar-te os teus frutos,
Violar-te o colo:
Ver que encerra
O solo,
Terra!


DA COSTA E SILVA- POETA PIAUIENSE

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

POETA FRANCISCO MIGUEL DE MOURA


FRANCISCO MIGUEL DE MOURA




Estreou-se na poesia, em 1966, com o livro “Areias”, 1966, publicando mais os seguintes: “Pedra em Sobressalto”, 1972; “Universo das Águas”, 1979; “Bar Carnaúba”, 1983; “Quinteto em mi(m)”, 1986; “Sonetos da Paixão”, 1988; “Poemas Ou/tonais”, 1991; “Poemas Traduzidos”, 1993; “Poesia in Completa”, 1998, comemorando os 30 anos de “tensa comunhão com a palavra”, no experiente dizer da Profª Nelly Novaes Coelho; Vir@gens, 2001, e Sonetos Escolhidos, 2003, na área da poesia. Participou da antologia “A Poesia Piauiense do Século XX”, organizada por Assis Brasil, e de outras antologias poéticas, inclusive no exterior (Estados Unidos, França, Cuba e Portugal). Em prosa é autor de “Os Estigmas” (1984, reeditado em 2004), “Laços de Poder” (1991) e “Ternura” (1993). No ano passado ganhou o prêmio Fontes Ibiapina de romance, com o seu inédito “D. Xicote”, prêmio que, aliás, já lhe tinha sido conferido pela Fundação Cultural do Piauí ao romance “Laços de Poder”, nos idos de 1980.
Praticou também o conto inovador em “Eu e meu Amigo Charles Brown” (1986), “Por que Petrônio não Ganhou o Céu” (1999) e “Rebelião das Almas”, 2001.
É cronista (E a Vida se Fez Crônica, 1996) e crítico literário de renome (Linguagem e Comunicação em O. G. Rego de Carvalho, 1972/1997, 1ª e 2ª edição, respectivamente, e A Poesia Social de Castro Alves, 1979), tendo recebido prêmios em todos os gêneros literários que pratica. Além desses, devem ser considerados na mesma área “Piauí: Terra, História e Literatura” (1980) e “Literatura do Piauí” (2001). São ainda inéditos, esperando publicação, além do já citado romance “D. Xicote”, dois de poemas: “Itinerário de Passar a Tarde” e “O Coração do Instante”, mais uma biografia de seu pai: “Miguel Guarani

sábado, 26 de dezembro de 2009

A VIDA


A Vida

Madre Teresa de Calcutá


A vida é uma oportunidade, aproveite-a...
A vida é beleza, admire-a...
A vida é felicidade, deguste-a...
A vida é um sonho, torne-o realidade...
A vida é um desafio, enfrente-o...
A vida é um dever, cumpra-o...

A vida é um jogo, jogue-o...
A vida é preciosa, cuide dela...
A vida é uma riqueza, conserve-a...
A vida é amor, goze-o...
A vida é um mistério, descubra-o...
A vida é promessa, cumpra-a...
A vida é tristeza, supere-a...
A vida é um hino, cante-o...
A vida é uma luta, aceite-a...
A vida é aventura, arrisque-a...
A vida é alegria, mereça-a...

ESPERANÇA




Mário Quintana


Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano
Vive uma louca chamada Esperança
E ela pensa que quando todas as sirenas
Todas as buzinas
Todos os reco-recos tocarem
Atira-se
E
— ó delicioso vôo!
Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada,
Outra vez criança...
E em torno dela indagará o povo:
— Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes?
E ela lhes dirá
(É preciso dizer-lhes tudo de novo!)
Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam:
— O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA...


Poema recitado pela as atrizes Lolita Rodrigues e Lília Cabral na novela Viver a vida da Rede Globo

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

VISITA DE NATAL






Ah! Juventude, aonde foste?
O que faço de mim agora?
Pele enrugada, cabelos brancos
Olhos senis perdidos na saudade...

Foram-se embora os amores
Filhos crescidos e com família
Esquecem da gente em qualquer lugar
Melhor mesmo neste depósito de gente...

E nós envelhecidos não querendo incomodar
Pedimos só um pouco de carinho
É triste mas a maioria quer negar
Se possível nem contam que existimos...

E o tempo passa e eu ganhei paciência
Tenho agora que conviver com quem não tem paciência comigo
No peito meu amor é cada vez maior
Cresce tanto quanto a minha solidão
Neste lugar que chamam de Lar (para idosos)...

Mário Feijó
22.12.09

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