2 de abril de 2019

SÃO FRANCISCO DE PAULA É O SANTO CATÓLICO CELEBRADO EM 02 DE ABRIL.

 



No dia 27 de março de 1416, nasceu, numa família de lavradores, um menino que recebeu o nome de Francisco, em homenagem ao Pobrezinho de Assis. Sua família, muito religiosa, foi o berço de uma esplendorosa vocação.
Aos onze anos, Francisco foi viver no convento dos franciscanos. Francisco começou a observar a regra com tanta exatidão, que se tornou modelo até para os frades mais experimentados nas práticas religiosas.
Dois anos depois vestiu o hábito. Sua vida no convento franciscano foi cercada de prodígios. Encarregado da cozinha, Francisco colocou os alimentos na panela e esta sobre o carvão, esquecendo-se contudo de acendê-lo. Foi depois para a igreja rezar e entrou em êxtase, esquecendo-se da hora. Quando alguém, que passara pela cozinha e vira o fogo apagado, chamou-o perguntando se a refeição estava pronta, Francisco, sem titubear, respondeu que sim. E chegando à cozinha, encontrou o fogo aceso e os alimentos devidamente cozidos.
 
Algum tempo depois nosso jovem teve de retornar para a família pois estava com uma grave enfermidade nos olhos. Junto com seus pais pediu para que São Francisco de Assis o ajudasse a ficar curado. Assim, aos treze anos, curado de sua enfermidade, Francisco foi se dedicar à oração contemplativa e à penitência, nas montanhas da região.
Viveu por cinco anos alimentando-se de ervas silvestres e água, dormindo no chão, tendo como travesseiro uma pedra. Fundou primeiro um mosteiro e com isso consolidou uma nova Ordem religiosa, que deu o nome de "Irmãos Mínimos". Seu lema era: "Quaresma perpétua", o que significava a observância do rigor da penitência, do jejum e da oração contemplativa durante o ano todo, seguida da caridade aos mais necessitados e a todos que recorressem à eles.
 
Francisco passava as noites em prece. Seu hábito era de um tecido grosseiro, que ele portava de dia e de noite. Seu rosto, sempre tranqüilo e ameno, parecia não se ressentir das austeridades que praticava nem dos efeitos da idade, pois era cheio, sereno e rosado.
Sua fama de possuir dons de cura, prodígios e profecia chegaram ao Vaticano, e o Papa Paulo II resolveu mandar um comissário pessoalmente averiguar se as informações estavam corretas. Sabiamente o comissário papal constatou-se que Francisco de Paula era portador de todos esses dons.
Depois, o Papa mandou que Francisco de Paula fosse à França, pois o rei, Luís XI, estava muito doente e desejava se preparar para a morte ao lado do famoso monge. A conversão do rei foi extraordinária. Antes de morrer restabeleceu a paz com a Inglaterra e com a Espanha e nomeou Francisco de Paula, diretor espiritual do seu filho, o futuro Carlos VIII, rei da França.
 
 
 
 
Ele morreu, aos noventa e um anos de idade. A fama de sua santidade só fez aumentar, tanto que doze anos depois, em 1519, o Papa Leão X autorizou o culto de Santo Francisco de Paula, cuja festa litúrgica ocorre no dia de sua morte.
Suas devoções particulares consistiam em cultuar o mistério da Santíssima Trindade, da Anunciação da Virgem, da Paixão de Nosso Senhor, bem como os santíssimos nomes de Jesus e Maria.
 REFLEXÃO “Não houve jamais mal, por maior e mais incurável que parecesse, que pudesse resistir à sua voz ou ao seu toque. Acorria-se a ele de todas as partes, não só um a um, mas em grandes grupos e às centenas, como se ele fosse o Anjo Rafael e um médico descido do Céu; e, segundo o testemunho daqueles que o acompanhavam ordinariamente, ninguém jamais retornou descontente, mas cada um bendizia a Deus de ter recebido o cumprimento do que desejava”.
ORAÇÃO Ó Deus, só vós sois santo e sem vós ninguém pode ser bom. Pela intercessão de São Francisco de Paula, dai-nos viver de tal modo, que não sejamos despojados da vossa glória. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.
Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR
 
 
 
 
SAIBA MAIS
 
Nasceu em Paola, hoje província de Cosenza, em 27 de março de 1416. Acometido por um abcesso maligno no olho esquerdo, seus pais o confiaram à intercessão de Francisco de Assis: em caso de cura, a criança teria usado, por um ano inteiro, o saio franciscano. Perfeitamente curado, cumpriu o voto entrando para o convento de São Marcos Argentano, em Cosenza, com a idade de 15 anos; ali ele manifestou, imediatamente, fortes dons de piedade e inclinação à oração. Ao término da sua permanência no convento, fez uma verdadeira peregrinação, com seus pais, em busca de uma vida religiosa mais apropriada para si: esteve em Assis, Montecassino, Roma, Loreto e Monte Luco. Em Roma, perturbado pelas pompas da corte papal, comentou: "Nosso Senhor não era assim!". Este foi o primeiro indício do seu espírito reformador.
Eremita
Retornando a Paola, iniciou um período de vida eremítica em um lugar inacessível das propriedades da família. Aos poucos, outros, cada vez mais numerosos, se uniram à sua experiência, reconhecendo-o como guia espiritual. Com seus pais, construiu uma capela e três dormitórios. Em 1452, conseguiu a aprovação diocesana e a permissão para instituir um oratório, um mosteiro e uma igreja. Os próprios nobres da cidade de Paola, entusiasmados pela experiência de Francisco, contribuíram, como simples operários, para a conclusão das obras.
Aprovações papais
A fama da santidade de Francisco espalhou-se rapidamente. Em 1467, o Papa Paulo II enviou a Paola um emissário para saber notícias do eremita. Depois de apresentar uma relação positiva sobre o mosteiro, o próprio Legado pontifício decidiu aderir à comunidade.
Em 17 de maio de 1474, o Papa Sisto IV reconheceu, oficialmente, a nova Ordem, que recebeu o nome de Congregação Paulina dos Eremitas de São Francisco de Assis. O reconhecimento da Regra, com o nome atual da Ordem dos Mínimos, ocorreu com o Papa Alexandre VI.
A túnica sobre o mar
Amado e procurado como guia espiritual, Francisco também era considerado a única autoridade, capaz de se opor aos abusos da corte aragonesa no reino de Nápoles, colocando-se do lado dos pobres. Sobre eles, narra-se alguns fatos prodigiosos a ele atribuídos.
Em 1464, ano de grave escassez, alguns operários se dirigiam à planície de Terranova para encontrar trabalho. No território de Galatro (Régio Calábria), depararam-se com São Francisco, que ia para a Sicília, ao qual pediram um pouco de pão, porque estavam famintos e nada tinham para comer. Então, Francisco lhes disse: "Mostrem-me seus alforjes, porque dentro há pão". E assim foi! Em seus pobres bornais os operários encontraram pão branquíssimo, fresquinho e quentinho. Quanto mais eles comiam, mais aumentavam os pães.
Segundo outra narração, um barqueiro recusou-se transportar Francisco e seus companheiros para a Sicília. Então, o santo estendeu sua túnica sobre o mar e assim puderam atravessar o estreito.
Outro "carisma", atribuído ao santo eremita, foi uma profecia: ele previu que a cidade de Otranto cairia nas mãos dos turcos, em 1480, mas, depois, seria novamente conquistada pelo rei de Nápoles.
Do eremitério à Corte
Por meio dos mercadores napolitanos, a fama de Francisco chegou até à corte de Luís XI, na França. Enfermo, o rei pediu ao Papa Sisto IV para mandar o eremita a ir ter com ele em seu leito. Tanto o Papa como o rei de Nápoles notaram neste convite a possibilidade de vantagens políticas. Francisco, no entanto, obedeceu, com um pouco de desprazer, ao pedido do Papa, pois ele estava acostumado a seu eremitério e não se adaptaria facilmente à vida de corte. À sua chegada, o rei Luís XI ajoelhou-se aos seus pés, mas nunca recobrou sua saúde; porém, a presença do eremita na corte contribuiu para melhorar as relações entre o papado e a monarquia francesa.
Ali, Francisco manteve encontros com pessoas simples, mas também com acadêmicos em busca de um guia espiritual.
Francisco permaneceu 25 anos além dos Alpes, trabalhando a terra como camponês, mas a sua fama aumentava sempre mais como reformador e penitente.
Com a agregação de alguns beneditinos e franciscanos, a Congregação calabresa mudou sua vida de eremita para a de cenobita. Tal reviravolta levou a fundação a contar com a Ordem Terceira Secular e, depois, com as Monjas. As respectivas regras foram aprovadas, definitivamente, por Júlio II, em 28 de julho de 1506.
Morte e canonização
Francisco de Paula morreu em Tours, em 2 de abril de 1507. Sua fama difundiu-se logo pela Europa, por meio dos três ramos da família dos Mínimos: frades, monjas e terciários.
Foi canonizado em 1° de maio de 1519, apenas doze anos após a sua morte, durante o pontificado do Papa Leão X, do qual ele havia previsto sua eleição para o trono papal quando ainda era criança.
 
 
 

21 de março de 2019

HOJE, DIA 20 DE MARÇO É O DIA INTERNACIONAL DA FELICIDADE. PORÉM, SABEMOS QUE TODO DIA É DIA DE SER FELIZ, CELEBRAR A VIDA E VIVER EM PAZ.

HOJE, DIA 20 DE MARÇO É O DIA INTERNACIONAL DA FELICIDADE. PORÉM, SABEMOS QUE TODO DIA É DIA DE SER FELIZ, CELEBRAR A VIDA E VIVER EM PAZ. PARA QUE CADA MOMENTO DE SUA VIDA POSSA SER REPLETO DE FELICIDADE, SEPARAMOS VÁRIAS DICAS DE COMO CULTIVAR ESSE SENTIMENTO EM TUDO AQUILO QUE VOCÊ FIZER. CONFIRA NOSSA SELEÇÃO, FELIZ OU NÃO, A LEI DA VIDA SEMPRE É SEGUIR EM FRENTE COM A CABEÇA ERGUIDA. DEPOIS ME CONTE QUANTAS DICAS VOCÊ JÁ PRATICA COMBINADO?















19 de março de 2019

CELEBRA-SE HOJE, 19 DE MARÇO, A SOLENIDADE DE SÃO JOSÉ. TUTOR DE NOSSO SENHOR, PADROEIRO DOS TRABALHADORES.



São José com o menino Jesus
Pintura de Guido Reni.








Neste dia, a Igreja, espalhada pelo mundo todo, recorda solenemente, a santidade de vida do seu patrono. Esposo da Virgem Maria, modelo de pai e esposo, protetor da Sagrada Família, São José foi escolhido por Deus para ser o patrono de toda a Igreja de Cristo. Seu nome, em hebraico, significa “Deus cumula de bens”.

No Evangelho de São Mateus vemos como foi dramático para esse grande homem de Deus acolher, misteriosa, dócil e obedientemente, a mais suprema das escolhas: ser pai adotivo de Nosso Senhor Jesus Cristo, o Messias, o Salvador do mundo. "Quando acordou, José fez conforme o anjo do Senhor tinha mandado e acolheu sua esposa" (Mt 1,24).

O Verbo Divino quis viver em família. Hoje, deparamos com o testemunho de José, “Deus cumula de bens”; mas, para que este bem maior penetrasse na sua vida e história, ele precisou renunciar a si mesmo e, na fé, obedecer a Deus acolhendo a Virgem Maria.

Da mesma forma, hoje São José acolhe a Igreja, da qual é o patrono. E é grande intercessor de todos nós.  Que assim como ele, possamos ser dóceis à Palavra e à vontade do Senhor.







ORAÇÃO

Ó glorioso São José, a quem foi dado o poder de tornar possíveis as coisas humanamente, impossíveis, vinde em nosso auxílio nas dificuldades em que nos achamos.

Tomai sob vossa proteção a causa importante que vos confiamos, para que tenha uma solução favorável.

Ó Pai muito amado, em vós depositamos toda a nossa confiança.
Que ninguém possa jamais dizer que vos invocamos em vão. Já que tudo podeis junto a Jesus e Maria, mostrai-nos que vossa bondade é igual ao vosso poder.

São José, a quem Deus confiou o cuidado da mais santa família que jamais houve, sede,  nós vos pedimos, o pai e protetor da nossa, e impetrai-nos a graça de vivermos e morrermos no amor de Jesus e Maria.

São José, rogai por nós que recorremos a vós.



São José e o Menino Jesus

(Igreja São José - Rio de Janeiro)
(Foto - Paulo Cattelan)





UM POUCO SOBRE SÃO JOSÉ


São José ou José de Nazaré ou José, o Carpinteiro foi, segundo o Novo Testamento, o esposo da Virgem Maria e o pai adotivo de Jesus. Descendente da casa real de David, é venerado como Santo pelas igrejas ortodoxa, anglicana e católica, que o celebra como seu padroeiro universal. A liturgia luterana também dedica um dia 19 de março à sua memória, sob o título de "Tutor de Nosso Senhor". Operário, é tido como "Padroeiro dos Trabalhadores", e, pela fidelidade a sua esposa e dedicação paternal a Jesus, como "Padroeiro das Famílias", emprestando seu nome a muitas igrejas e lugares ao redor do mundo.


ESCOLHA COMO NOIVO A MARIA

Segundo um dos Apócrifos, José já em idade avançada teria sido reunido, pelo Sumo Sacerdote, com os jovens de Jerusalém, todos descendentes de Davi, para saber qual deles seria o pai do Messias prometido. Cada um dos jovens tinha um cajado de madeira, e Deus responderia florindo o cajado do escolhido. O que teria acontecido com José, foi que cresceu um lírio em seu cajado. É uma bela tradição, mas a Igreja não tem como confirmá-la. O mais importante é que de fato São José, foi escolhido para ser o pai adotivo de Jesus.

A PATERNIDADE

Os Evangelhos e a Sagrada Tradição Apostólica afirmam que o verdadeiro genitor de Jesus é Deus Pai: Maria, já tendo sido prometida em casamento a José, concebeu miraculosamente, sem que houvesse tido relações maritais com ninguém, por intermédio do Espírito Santo. Para o casal, tratou-se de um momento dramático, uma vez que, quando tomou ciência de que a esposa estava grávida de um filho que não era seu, José sentiu-se decepcionado e resolveu romper com ela, mas sem expô-la publicamente. O evangelista Mateus assim relata o episódio:

«A origem de Jesus Cristo foi assim: Maria, sua mãe, comprometida em casamento com José, antes que coabitassem, achou-se grávida pelo Espírito Santo. José, seu esposo, sendo justo e não querendo denunciá-la publicamente, resolveu repudiá-la em segredo.» (Mateus 1:18-19)       
No entanto, após uma experiência mística num sonho, no qual um Anjo lhe aparecera, voltou atrás e reconheceu legalmente o Menino Jesus como seu legítimo filho.

“«Eis que o Anjo do Senhor manifestou-se a ele em um sonho, dizendo: 'José, filho de Davi, não temas receber Maria, tua mulher, pois o que nela foi gerado vem do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho e tu o chamarás com o nome de Jesus, pois ele salvará o seu povo dos seus pecados'. (...) José, ao despertar do sono, agiu conforme o Anjo do Senhor lhe ordenara e recebeu em sua casa sua mulher.» (Mateus 1:21-24)”

Tendo assumido a guarda do menino, José ficou conhecido como suposto pai de Jesus. O evangelista Lucas relata esse título:

«Ao iniciar seu ministério, Jesus tinha mais ou menos trinta anos e era, conforme se supunha, filho de José.» (Lucas 3:23)”


A PROFISSÃO


A profissão de José atribuía estritamente, a profissão de carpinteiro, o fato é que o título grego é genérico, sendo usado para designar os trabalhadores envolvidos em atividades econômicas ligadas à construção civil. Outras vertentes costumam considerar José como sendo um canteiro, ou seja, um operário que talhava artisticamente blocos de rocha bruta.

Os evangelhos reivindicam que Jesus, antes de iniciar sua vida pública, desempenhou a profissão do pai. O primeiro evangelista que lhe atribui o título é São Marcos, que se refere a Jesus como "o Carpinteiro", no capítulo VI, versículo 3 da sua narrativa sinótica que relata uma sua visita a Nazaré na qual seus compatriotas chamavam-no ironicamente pela profissão para desqualificá-lo como pregador. Mateus, por sua vez, retoma o mesmo episódio na sua versão do evangelho, mas com uma variante:

«Não é o filho do carpinteiro? Não se chama a mãe dele Maria e os seus irmãos Tiago, José, Judas e Simão?» (Mateus 13:55)”

A tradicional tradução da expressão grega tektōn por carpinteiro se deve ao fato de que os Padres da Igreja e a própria Vulgata de São Jerônimo versavam-na para o nominativo latino făbĕr, fabri: termo que denota o artesão.

A GENEALOGIA DE JOSÉ

As notícias dos evangelhos sinóticos sobre São José são escassíssimas. Lucas e Mateus narram episódios cristocêntricos em que o carpinteiro está envolvido, dizendo que José era descendente do rei Davi e residia no pequeno povoado de Nazaré; João apenas o menciona como membro da Sagrada Família; ao passo que Marcos sequer cita expressamente seu nome.

As versões dos dois evangelistas que pormenorizam a árvore genealógica de Jesus divergem no que se refere a quem teria sido o pai de José:

«Jacó gerou José, o esposo de Maria da qual nasceu Jesus chamado Cristo.» (Mateus 1:16)” “«Ao iniciar seu ministério, Jesus tinha mais ou menos trinta anos e era, conforme se supunha, filho de José, filho de Heli.» (Lucas 3:23)”





A VIDA FAMILIAR EM NAZARÉ

Os evangelhos resumem em poucas palavras a infância de Jesus, um período aparentemente normal, durante o qual, na oficina de José, o menino se preparava para a sua missão. Apenas um momento escapa a essa normalidade e é descrito por Lucas. Quando Jesus tinha 12 anos, José levou-o juntamente com Maria em peregrinação até Jerusalém para as festividades da Páscoa. Transcorridos, porém, os dias da festa, enquanto voltava para casa, Jesus ficou na Cidade Santa, sem que José e Maria percebessem. Depois de tê-lo procurado por três dias entre a multidão de peregrinos, foram finalmente encontrá-lo no templo, discutindo as Escrituras com os doutores da Lei. De acordo com o evangelista Lucas, sua mãe o repreendeu, falando-lhe da preocupação que a afligiu assim como ao marido. Jesus, por sua vez, afirma ter Deus por Pai, na presença de José.

«Ao vê-lo, ficaram surpresos, e sua mãe lhe disse: 'Meu filho, por que agiste assim para conosco? Olha que teu pai e eu, aflitos, te procurávamos'. Ele respondeu: 'Por que me procuráveis? Não sabíeis que devo estar na casa de meu Pai?» (Lucas 2:48-49)”

No entanto, ainda que tivesse ciência de que José não fosse seu genitor, o adolescente Jesus comportava-se diante dele como um verdadeiro filho, respeitando-o. É o que confirma o trecho subsequente da mesma narrativa de Lucas.

“«Jesus Desceu então com eles para Nazaré e era-lhes submisso. Sua mãe, porém, conservava a lembrança de todos esses fatos em seu coração.» (Lucas 2:51).    

A MORTE

Quando Jesus começou sua vida pública lá pelos 30 anos, muito provavelmente, José já era morto. De fato, sua presença não é mencionada depois do segundo capítulo de Lucas. Soma-se à suposição o fato de que, quando Jesus é crucificado, este confia Maria ao seu discípulo amado, o qual, segundo o evangelista João, "A partir dessa hora, a recebeu em sua casa": uma preocupação que não teria sentido se José ainda fosse vivo.

Os evangelhos canônicos mantêm-se silenciosos em relação ao término da vida de José. Há, contudo, livros apócrifos que relatam como teriam sido as horas derradeiras do pai adotivo de Jesus. Um exemplo é a narrativa apócrifa História de José, o Carpinteiro, escrita entre os séculos VI-VII, e que descreve detalhadamente o falecimento do Santo. Segundo o escrito, composto em língua copta, José morreu no dia 26 do mês egípcio (20 de julho no calendário gregoriano), aos 111 anos, gozando sempre de ótima saúde, "com todos os dentes intactos", e trabalhando até seu último dia. Avisado por um anjo sobre a eminente morte, vai ao Templo de Jerusalém adorar a Deus e, no retorno, contrai uma doença fatal que o faz sucumbir. Extremado em seu leito, envolto pelo temor da morte, só encontra consolação em Jesus, o único que consegue acalmá-lo. Circundado pela esposa e pelos filhos de um primeiro casamento, sua alma é arrebatada pelos Arcanjos Miguel e Gabriel e conduzida ao Paraíso.

“Nenhum dos que rodeavam José havia percebido a sua morte, nem sequer minha mãe Maria. Eu confiei a alma do meu querido pai José a Miguel e a Gabriel, para que a guardassem contra os raptores que saqueiam pelo caminho e encarreguei os espíritos incorpóreos de continuarem cantando canções até que, finalmente, depositaram-no junto a meu Pai no céu.”
               
De acordo com o apócrifo, o próprio Jesus teria banhado e ungido com bálsamo o corpo de José, pronunciando sobre ele uma bênção.


São José e o Menino Jesus
(Igreja São José - Rio de Janeiro)



Não se sabe ao certo onde se encontram os restos mortais de São José. Nas crônicas dos peregrinos que visitaram a Palestina, se encontram algumas indicações acerca do sepulcro do Santo. Duas delas apontam Nazaré e outras duas, Jerusalém no Vale do Cédron. Não existem, no entanto, argumentos consistentes que respaldem nenhuma das alegações.








16 de março de 2019

O TEXTO DESTAQUE DE HOJE: LUZ DIVINA - COMPOSIÇÃO DE ROBERTO CARLOS E ERASMO CARLOS.


(Clicar na imagem para ampliá-la)





LUZ DIVINA


Luz que me ilumina o caminho
e que me ajuda a seguir
Sol que brilha à noite
e a qualquer hora me fazendo sorrir
Claridade, fonte de amor
que me acalma e seduz
Essa luz

Só pode ser Jesus
Essa luz
Raio duradouro que orienta
o navegante perdido
Força dos humildes, dos aflitos,
paz dos arrependidos
Brilho das estrelas do universo,
o seu olhar me conduz
Essa luz
É claro que é Jesus
Essa luz

Sigo em paz no caminho da vida porque
O caminho, a verdade, a vida é você
Por isso eu te sigo, Jesus, meu amigo
Quero caminhar do seu lado
e segurar sua mão
Mão que me abençoa
e me perdoa e afaga o meu coração
Estrela que nos guia, luz divina,
o seu amor nos conduz
Essa luz
É claro que é Jesus
Essa luz
Essa luz divina
É claro que é Jesus
Essa luz



Compositores:
ERASMO CARLOS / ROBERTO CARLOS






5 de março de 2019

A OBRA-PRIMA "JESUS DE NAZARÉ" DO ACLAMADO DIRETOR FRANCO ZEFFIRELLI E UM ELENCO DE ESTRELAS QUE SE UNIRAM PARA ENTREGAR A MAIS PODEROSA ADAPTAÇÃO DOS EVANGELHOS.


CLICAR NA IMAGEM PARA ASSISTIR AO FILME




OU CLICAR NO LINK DO CANAL YOU TUBE

https://www.youtube.com/watch?v=yLHSSV3TkYE    








A OBRA-PRIMA "JESUS DE NAZARÉ" DO ACLAMADO DIRETOR FRANCO ZEFFIRELLI E UM ELENCO DE ESTRELAS QUE SE UNIRAM PARA ENTREGAR A MAIS PODEROSA ADAPTAÇÃO DOS EVANGELHOS. ACLAMADO POR CRÍTICOS E ESPECTADORES, O FILME "JESUS DE NAZARÉ" CONTINUA SENDO UMA DAS MELHORES REPRESENTAÇÕES DA HISTÓRIA DE CRISTO. APRESENTA IMPRESSIONANTE PROFUNDIDADE, SERIEDADE E EMOÇÃO...




ASSISTA AO FILME NO CANAL YOU TUBE






JESUS DE NAZARÉ


O comovente retrato da vida e a morte de Jesus Cristo são aqui apresentados desde o seu nascimento, passando pelas suas peregrinações ainda enquanto criança e o seu batismo por João Batista. Relatando inúmeros milagres durante o seu percurso. No decorrer de 6h11min, Franco Zeffirelli nos entregou uma das obras mais completas sobre a vida e a obra de Jesus Cristo, desde seu nascimento em Belém até a crucificação e ressurreição, conforme está escrito na Bíblia.

Quem não conhece o filme JESUS DE NAZARÉ? Pois, é sempre exibido na TV em épocas de Páscoa e Natal? A obra é dirigida, pelo italiano Franco Zeffirelli, "Jesus de Nazaré" conta com um extenso tempo de duração. É totalmente, fundamentado no ensinamento do cristianismo e passa por cenários que revivem a história de um dos maiores mestres do mundo, interpretado majestosamente, pelo ator Robert Powell.  Existem muitas outras importantes adaptações sobre a biografia de Jesus, mas até hoje nenhuma superou essa obra de Zeffirelli, que promete sobreviver por mais tempo ainda do que se imagina.

Quarenta e dois anos depois, o épico bíblico envelheceu bem, sobrevivendo os tempos confusos e difíceis, ele permanece como uma obra de grande dimensão e beleza. Registrando-se, ao cinema mundial em levar a vida de Jesus Cristo para a tela grande. A mais popular e feliz versão dos Evangelhos foi feita para a televisão. Originalmente, concebido em seis episódios com um total de mais de seis horas de duração.





Jesus de Nazaré é muito popular aqui no Brasil por ser transmitido há anos na TV, em feriados religiosos. Talvez por conta de tamanha popularidade, o filme é constantemente, editado e dilapidado, o que dificulta assisti-lo na versão integral. A biografia de Jesus é por si só, uma belíssima história com alto potencial dramático, e é essa convicção que Franco Zeffirelli deixa transparecer em cada fala, em cada cena, é ESPETACULAR!


Capítulos

01 - 00:03:07 Créditos iniciais.
02 - 00:10:47 Maria recebe aviso.
03 - 00:21:49 José casa-se com Maria.
04 - 00:31:26 José e Maria vão para Belém.
05 - 00:41:58 Nasce o Salvador.
06 - 00:52:40 Os Três Reis Magos.
07 - 01:00:43 Jesus cresce em Nazaré.
08 - 01:10:44 João Batista.
09 - 01:19:03 O Batizado de Jesus.
10 - 01:26:35 Cumprem-se as Escrituras.
11 - 01:34:00 Os milagres começam.
12 - 01:49:09 Entre prostitutas, ladrões e agiotas.
13 - 01:56:14 Os herdeiros do Reino de Deus.
14 - 02:09:47 A morte de João Batista.
15 - 02:17:48 Judas.
16 - 02:30:57 O milagre da multiplicação.
17 - 02:40:55 Na Sinagoga.
18 - 02:49:58 Pedro, A Pedra.
19 - 03:10:14 A caminho de Jerusalém.
20 - 03:16:29 No Templo.
21 - 03:23:45 A parábola. A adúltera.
22 - 03:29:10 O centurião, o cego, a rebelião.
23 - 03:43:31 A decisão de denunciá-lo.
24 - 03:55:24 A Santa Ceia.
25 - 04:01:10 Jesus é levado a Caifás.
26 - 04:11:04 Pilatos.
27 - 04:21:36 O julgamento.
28 - 04:26:55 A crucificação.
29 - 04:43:24 A ressurreição.
30 - 04:59:44 Créditos finais.


COMENTÁRIOS


O filme "JESUS DE NAZARÉ", meu Deus, este é o filme mais lindo, que eu já assisti em toda minha vida! Obrigado, pelo trabalho maravilhoso, em que o diretor Franco Zeffirelli teve em sua grandiosidade o produzir, obedecendo aos ensinamentos dos Evangelhos, particular e fiel. Gratidão e sempre os nossos renovados parabéns! Na semana Santa, nós iremos assisti-lo, novamente!