21 de janeiro de 2017

POEMA CENÁRIO E OUTROS SILÊNCIOS DA ESCRITORA, POETA DENISE EMMER. A AUTORA É FILHA DE JANETE CLAIR E DIAS GOMES.

 

Denise Emmer - escritora e cantora.

 

 
Poeta, cantora, violoncelista, musicista, graduada em física, filósofa, adepta do montanhismo e ganhadora de importantes prêmios literários. Ela também é filha de dois importantes personagens da cultura brasileira: a novelista Janete Clair e o dramaturgo Dias Gomes. Denise Emmer, de 57 anos, é autora homenageada da 2ª Festa Literária de Divinópolis. Neste fim de semana ela marcou presença na cidade para lançar o livro "Poema Cenário e Outros Silêncios".


 
 
 
Em entrevista ao G1, Denise Emmer falou sobre a satisfação em poder lançar a obra em Minas Gerais. "Eu adoro a culinária mineira, especialmente o pão de queijo. Sou carioca da gema, mas meu coração é mineiro. Tenho um sítio em Juiz de Fora", comentou.
 
Desde criança, Denise já demonstrava talentos que influenciaram na importante decisão sobre que profissão seguir. A qualidade da educação que recebeu dos pais também contribuiu.
 
"Comecei muito cedo a estudar piano. Fui autodidata em violão, ainda menina. Eu já demonstrava ter um ouvido musical sensível e, por isso, fui colocada por meus pais em aulas de piano. Comecei a compor e não parei mais", recordou.
 
Ainda pré-adolescente, acumulava em casa várias pilhas de papéis com rascunhos de poesias. "Encantei-me com a poesia de Cecília Meireles, que conheci na escola. Achei que aquela linguagem era a tradução da beleza. Minha segunda influência foi Carlos Drummond de Andrade. Também gosto bastante de Adélia Prado. Seria uma satisfação muito grande encontrá-la em Divinópolis", pontuou.
 
Não me imponho uma demanda, com prazos para concluir. Quando o poeta faz isso, a poesia fica falsa.
Denise Emmer, poeta
 
Com a criação poética aflorando, publicou seu primeiro livro aos 15 anos. "Eu ainda era muito imatura, verdade, mas já tinha uma carga de poeta. 'Geração Estrela' é um livro que incluo em minha bibliografia, mas eu não colocaria nenhum poema dele numa antologia. A diferença das minhas primeiras produções é muito grande às de hoje. Isso é muito bacana, pois me permite ver minha evolução", acrescentou.
 
Com uma voz marcante, fez questão de frisar que não escreve poemas nem lança livros em ritmo industrial. Esse tipo de coisa, acredita, prejudica a qualidade do texto e transforma o autor em algo mecânico. "A poesia é que manda e dita meu ritmo. Não me imponho uma demanda, com prazos para concluir. Quando o poeta faz isso, a poesia fica falsa. Perde autenticidade, porque poesia tem a ver com verdade. No momento em que você se obriga a escrever, deixa de ser verdadeiro".

 
Denise Emmer - escritora e cantora.
 
 
Para Denise, cada ato de escrever é um momento único. "A poesia surge lenta e gradativa, até se tornar absoluta na magia da criação. Gosto do delicado processo de apurar os versos e buscar as palavras. A poesia não chega pronta. A inspiração é um mistério do subconsciente e requer trabalho. Muitas vezes as imagens surgem como um quadro em movimento e música. Meu ofício é aprimorar cada verso, como se fosse uma escultura".
 
A autora também afirmou que o fato de ser filha de dois artistas consagrados não tornou a busca pela carreira literária mais fácil. "Justamente por ser filha de quem sou, as pessoas exigem mais de mim. Tive que provar meu próprio valor", afirmou.
 
 
Detalhe da capa de Poema Cenário e Outros Silêncios (Foto: 7Letras/Divulgação)
Detalhe da capa de 'Poema Cenário e Outros
Silêncios' (Foto: 7Letras/Divulgação)
 
 
Sobre o livro
 
 
O livro "Poema Cenário e Outros Silêncios" não se propõe a ser uma obra antológica. "Eu não queria um livro muito volumoso. O critério de escolha foi pelos poemas que mais gosto", explicou.
 
Embora o material não seja de poemas inéditos, alguns deles ganham essa característica, como é o caso de "Poema Cenário", lançado em 2013, e que nesta obra vem com nova roupagem e ganha um frescor de ineditismo.
 
"Posso considerá-lo inédito, de certa forma, porque ele aparece como foi criado, ou seja, sem a interferência de ilustrações. A primeira publicação foi ilustrada e ocorreu uma forte interferência no texto. Como neste volume não há ilustrações, a leitura torna-se mais fluente e o poema só ganha com isso, como entendimento e compreensão do texto poético", explicou.
 
O livro é aberto justamente por "Poema Cenário", dedicado aos pais. Nele, Denise expõe, de forma lúdica, com imagens desconcertantes e inesperadas, a perplexidade e o desencanto por uma morte súbita e violenta. "Estou sentada sobre um penhasco de vidro/ Aguardando teu adeus que nunca houve/ Fostes numa asa sem flauta/ E sequer ouvi o som dos teus sapatos/ Enquanto subias para os prédios azulados", diz um trecho do poema.
 
A autora explica a escolha por alguns poemas, como é o caso de "Lampadário". "Esse é o poema título de um livro que tenho muito apreço e que me concedeu o prêmio da ABL [Associação Brasileira de Letras] em 2009. É um poema que fala sobre distâncias infinitas e perenes das pessoas que perdemos ao longo da vida", detalhou.
 
O livro reúne 39 poemas escolhidos 'a dedo' pela autora, com base em diferentes emoções que cada um deles provocou nela mesma.


Denise Emmer (Foto: Divulgação)
Denise Emmer (Foto: Divulgação)
 
 
O poeta, editor e ensaísta Alexei Bueno, afirmou que "Poema Cenário e Outros Silêncios" consagra Denise Emmer como uma das grandes vozes lírico-elegíacas da poesia contemporânea brasileira. "Sem, no entanto, limitar-se a isso. Por essa índole, por essa procura de uma visão totalizante do real, se filia a uma sólida ascendência que reúne nomes como os de Dante Milano, Abgar Renault, Cecília Meireles ou Ivan Junqueira, entre outros, formadores de uma espécie de rio subterrâneo que flui incólume, entre a civilização do espetáculo e a épica ignorância nacional".
 
Ivan Junqueira, jornalista, poeta e crítico literário brasileiro, disse que encontra na poesia de Denise Emmer uma permanente surpresa ou assombro. "A melancolia ceciliana dos verdadeiros poetas; invenção vocabular, metáfora e imagética. Alguns poemas são absolutamente admiráveis".
 
A escritora Edla Van Steen também leu e aprovou o livro. "Conversa com o pai, 'Poema Cenário' é belíssimo. Um dos meus poemas preferidos. A obra de Denise Emmer não pode faltar nas boas livrarias".


Clicar na imagem para assistir ao filme da música:
Alouette - Denise Emmer

 
OU CLICAR NO LINK DO CANAL YOU TUBE
 
 
 
 






 
 
FONTE:
 
 
 
 
 
 
 

20 de janeiro de 2017

EM 20 DE JANEIRO FESTEJAMOS SÃO SEBASTIÃO, CONSIDERADO O SANTO PADROEIRO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO.


 


 

 
São Sebastião é considerado o santo padroeiro da cidade do Rio de Janeiro, e seu dia é comemorado em 20 de janeiro. Nascido em Narbonne, se tornou cidadão de Milão e foi um mártir e santo cristão.
 
 
 

Segundo a história, foi um soldado do exército romano durante o ano de 283 d.C, e se alistou com a intenção de afirmar o coração dos cristãos que haviam sido enfraquecidos por causa das torturas. Foi designado como capitão da guarda pessoal do imperador Diocleciano, que o queria sempre por perto.

Ele possuía um comportamento calmo com os prisioneiros cristãos, o que levou o imperador a julgá-lo como traidor e decretar a sua morte com as flechas. Embora tenha sido dado como morto, seu corpo foi encontrado ainda com vida pela Santa Irene, que o socorreu.
 



Sebastião então se apresentou novamente ao imperador, que ordenou que ele fosse espancado até a morte. Seu corpo foi então jogado no esgoto público, porém Santa Luciana o resgatou e o sepultou nas catacumbas.

Por ser padroeiro da cidade carioca, o dia de São Sebastião do Rio de Janeiro se tornou feriado na cidade.
 
 
 
A cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, fundada em 1565 entre os Morros Cara de Cão e Pão de Açúcar, capital do Brasil por 196 anos, é conhecida por seus encantos naturais e seu espírito libertário. Uma cidade fundada na paisagem que encarna como poucas o sonho da metrópole tropical.
 
 
 
Rio de Janeiro, frequentemente referida simplesmente como Rio é um município brasileiro, capital do estado homônimo, situado no Sudeste do país. Maior destino turístico internacional no Brasil, da América Latina e de todo o Hemisfério Sul, a capital fluminense é a cidade brasileira mais conhecida no exterior, funcionando como um "espelho", ou "retrato" nacional, seja positiva ou negativamente. É a segunda maior metrópole do Brasil (depois de São Paulo), a sexta maior da América e a trigésima quinta do mundo. Tem o epíteto de Cidade Maravilhosa e aquele que nela nasce é chamado de carioca. Parte da cidade foi designada Patrimônio Cultural da Humanidade, com o nome "Rio de Janeiro: Paisagem Carioca entre a Montanha e o Mar", classificada pela UNESCO em 1 de julho de 2012.
É um dos principais centros econômicos, culturais e financeiros do país, sendo internacionalmente conhecida por diversos ícones culturais e paisagísticos, como o Pão de Açúcar, o morro do Corcovado com a estátua do Cristo Redentor, as praias dos bairros de Copacabana, Ipanema e Barra da Tijuca (entre outros), o Estádio do Maracanã, o Estádio Nilton Santos, o bairro boêmio da Lapa e seus arcos, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, as florestas da Tijuca e da Pedra Branca, a Quinta da Boa Vista, a Biblioteca Nacional, a ilha de Paquetá, o réveillon de Copacabana, o carnaval carioca, a Bossa Nova e o samba.
Representa o segundo maior PIB do país (e o 30º maior do mundo), estimado em cerca de 140 bilhões de reais (IBGE/2007), e é sede das duas maiores empresas brasileiras - a Petrobras e a Vale, e das principais companhias de petróleo e telefonia do Brasil, além do maior conglomerado de empresas de mídia e comunicações da América Latina, as Organizações Globo. Contemplado por grande número de universidades e institutos, é o segundo maior polo de pesquisa e desenvolvimento do Brasil, responsável por 19% da produção científica nacional, segundo dados de 2005. Destaque para a Universidade Federal do Rio de Janeiro que publicou 5 952 artigos entre 1998 e 2002. Rio de Janeiro é considerada uma cidade global beta - pelo inventário de 2008 da Universidade de Loughborough (GaWC).
Foi, sucessivamente, capital do Estado do Brasil (1621-1815), uma colônia do Império Português, desde 1763 até 1815, depois do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves (1815-1822), do Império do Brasil (1822-1889) e da República dos Estados Unidos do Brasil (1889-1968) até 1960, quando a sede do governo foi transferida para Brasília.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FONTE:
 
 
 
 
 

17 de janeiro de 2017

AS FRASES MAIS REFLEXIVAS DE TODOS OS TEMPOS.

 
 
SELEÇÃO DE ALGUMAS FRASES
REFLEXIVAS
DE TODOS OS TEMPOS.
 
 
 
 















 
 
 
 

PARAENSE LANÇA LIVRO INFANTIL EM WALTHAM - MASSACHUSETTS.

MÔNICA SEPTIMIO AUTOGRAFA UM LIVRO

 
Aconteceu na noite de sábado, dia 14, na Catedral de Adoração na cidade de Waltham (Massachusetts), uma exposição de quadros e o lançamento do livro “Nothing is impossible”, escrito para o público infantil. A autora e artista plástica Mônica Septimio conseguiu reunir mais de 200 convidados neste evento, que contou também com várias crianças.
Mônica Septimio, natural do estado do Pará, é seminarista de Teologia na Christian Preaching College, na cidade de Framingham (MA) e voluntária no Ministério Infantil na igreja que frequenta, em Waltham. Antes de se mudar para os Estados Unidos, ela cursou Filosofia no Maranhão.
Até então uma cabeleireira e mãe dedicada, Mônica se torna uma artista plástica e escritora respeitada na comunidade.
Ela explica que suas pinturas são inspiradas em situações bíblicas e que o livro foi baseado em duas personagens de seus quadros, Davi e Roma.
“Nothing is impossible foi escrito em inglês e português e educa as crianças através de uma linda história de amizade que ultrapassa a adversidades e inconsistência da vida e que Jesus é único e constante”, disse. “Incentiva as crianças a serem persistentes com o que desejam.
Nada é impossível quando cremos em Deus e em nós mesmos, nada é impossível quando somos humildes para reconhecer os nossos erros e sábios para concertá-los”, finaliza.
Para mais informações sobre a artista ou como adquirir um livro, entre em contato com ela através do Facebook no link goo.gl/R4GFJJ.
 
 
 
 
FONTE:
A VOZ DO IMIGRANTE.

14 de janeiro de 2017

A MÉMORIA EM DIA - IMPORTANTES INFORMAÇÕES PARA ESTIMULAR O NOSSO CÉREBRO. CONFIRA.

 
 
Mnemósine e as musas.
 
 
Memória em dia: alimentos que estimulam o cérebro. Eles melhoram a concentração e ajudam a aumentar seu rendimento nos estudos.
 
A fisetina é uma substância que se encontra no morango, pêssego, uva, kiwi, tomate, maçã e também na cebola e espinafre. Segundo o Instituto Salk, na Califórnia (EUA), essa substância vem sendo considerada fundamental para manter a memória jovem, porque sua função é estimular a formação de novas conexões entre os neurônios (ramificações) e fortalecê-las. Os alimentos deste grupo contêm substâncias que facilitam a comunicação entre os neurônios, aumentando também a capacidade de pensar, se concentrar, aprender e memorizar. Confira abaixo alguns nutrientes e minerais amigos do cérebro:
 
- Zinco, Selênio, Ferro e Fósforo: Sais minerais que participam de inúmeras trocas elétricas e mantêm o cérebro acordado e ativo (elétrico). Presente em todas as sementes e grãos, em raízes e nas folhas verde escuro, iogurtes.
 
- Vitamina E: Poderosa ação antioxidante. Presente em todas as sementes e grãos, como também em óleos vegetais prensados a frio.
- Vitamina C: Famosa ação antioxidante. Presente nas sementes frescas e cruas que foram pré-geminadas, assim como na maioria das frutas.
 
- Vitaminas do complexo B: Regulam a transmissão de informações (as sinapses) entre os neurônios, presente nas sementes e nas fibras dos alimentos integrais e proteínas.
 
- Bioflavonoides: São polifenois com forte ação antioxidante. Além das sementes, são encontrados também no limão, frutas cítricas, uva e nas folhas verde escuro.
 
- Colina: Participa da construção da membrana de novas células cerebrais e na reparação daquelas já lesadas. Presente na gema do ovo e em todas as sementes e grãos (predominância na soja), como também em óleos vegetais prensados a frio.
 
- Acetilcolina: Um neurotransmissor, fundamental para as funções de memorização no hipocampo. Presente na gema do ovo e em todas as sementes e grãos (predominância na soja), como também em óleos vegetais prensados a frio.
 
- Fitosterois: Estimulante poderoso do sistema de defesa do organismo, reduzindo proliferação de células tumorais, infecções e inflamações. Presente em todas as sementes e grãos, como também em óleos vegetais prensados a frio.
 
- Fosfolipídios (entre eles a Lecitina): Funcionam como um detergente, desengordurando todos os sites por onde passa. Além disso, participam na recuperação das estruturas do sistema nervoso e da memória. Presente em todas as sementes e grãos (predominância na soja), como também em óleos vegetais prensados a frio.
 
- Ômega-3: Funciona como um anti-inflamatório poderoso, evitando a morte dos neurônios. Existem somente três fontes: os peixes de águas frias e profundas e as sementes de linhaça e prímula.
 
- Carboidratos: A glicose é a energia exclusiva do cérebro. Por isso, ficar muito tempo sem comer carboidratos diminui a atividade mental. Carboidratos complexos (pão, batata, grãos) são absorvidos mais lentamente, fornecendo energia de forma regular. Já o açúcar dos doces é absorvido tão rapidamente que é armazenado como gordura, sem fornecer energia de modo constante.
 
- Cafeína: É um potente estimulante do sistema nervoso central. Tem efeitos positivos, como aumento da disposição física e diminuição do sono. Em excesso, causa danos à memória. Café e chá verde.
 
- Triptofano: Aminoácido que atua no sono e no desempenho cerebral. Pode ser encontrado no leite, queijo branco, nas carnes magras e nozes.
 
 
 
 
21 EXERCÍCIOS DE NEURÓBICA
QUE DEIXAM O CÉREBRO AFIADO
 
Evitar fazer tudo no automático ajuda a turbinar a memória e a concentração
Quem foi que disse que o cérebro não precisa de exercícios para se manter ativo? Se o nosso corpo necessita de malhação para ficar sempre em ordem e cheio de disposição, por que com a mente seria diferente?
 
O cérebro também vai perdendo sua capacidade produtiva ao longo dos anos e, se não for treinado com exercícios, pode falhar. O neurocientista norte-americano, Larry Katz, autor do livro Mantenha seu Cérebro Vivo, criou o que é chamado de neuróbica, ou seja, uma ginástica específica para o cérebro.
A teoria de Katz é baseada no argumento de que, tal como o corpo, para se desenvolver de forma equilibrada e plena, a mente também precisa ser treinada, estimulada e desenvolvida. É comum não prestamos atenção naquilo que fazemos de forma mecânica, por isso costumamos esquecer das ações que executamos pouco tempo depois.
 
 
"O objetivo da neuróbica é estimular os cinco sentidos por meio de exercícios, fazendo com que você preste mais atenção nas suas ações e então, melhore seu poder de concentração e a sua memória", explica a psicóloga especialista em análise comportamental e cognitiva, Mariuza Pregnolato. "Não se trata de acrescentar novas atividades à sua rotina, mas de fazer de forma diferente o que é realizado diariamente".
 
Para o neurologista da UNIFESP Ivan Okamoto, tais exercícios ajudam a desenvolver habilidades motoras e mentais que não costumamos ter em nosso dia a dia, porém, tais habilidades em nada se relacionam com a memória.
 
"Se você é destro e começa a escrever com a mão esquerda, desenvolverá sua coordenação motora de modo a conseguir escrever com as duas mãos e caso um dia, tenha algum problema que limite a escrita com a mão direita, terá a esquerda bem capacitada para isso. Mas o fato de praticar este tipo de exercício não significa que você se verá livre de problemas como se esquecer de pagar as contas, tomar o remédio, ou algo do gênero", explica o especialista
 
Como funciona a neuróbica?
 
A neuróbica consiste na inversão da ordem de alguns movimentos comuns em nosso dia a dia, alterando nossa forma de percepção, sem, contudo, ter que modificar nossa rotina. O objetivo é executar de forma consciente as ações que levam à reações emocionais e cerebrais. São exercícios que vão desde ler ao contrário até conversar com o vizinho que nunca dá bom dia, mas que mexem com aspectos físicos, emocionais e mentais do nosso corpo. "São esses hábitos que ajudam a estimular a produção de nutrientes no cérebro desenvolvendo suas células e deixando-o mais saudável", explica Mariuza Pregnolato, psicóloga especialista em análise comportamental e cognitiva.
 
 
 
Quanto mais o cérebro é treinado, mais afiado ele ficará, mas para isso não precisa se matar nos testes de QI ou nas palavras cruzadas para ter resultados satisfatórios. "Estas atividades funcionam, mas a neuróbica é ainda mais simples. Em vez de se inscrever em um super desafio de matemática e ficar decorando fórmulas, que tal vestir-se de olhos fechados ou andar de trás para frente?", sugere a especialista. A proposta da neuróbica é mudar o comportamento rotineiro para "forçar" a memória. Por isso, é recomendável virar fotos de cabeça para baixo para concentrar a atenção ou usar um novo caminho para ir ao trabalho.
 
 
 
 
 
 
 
 
FONTE:
Daniela Cyrulin
NATALIA DO VALE

12 de janeiro de 2017

MÚSICA NO MUSEU 20 ANOS. ABERTURA DA TEMPORADA 2017 TRAZ A PIANISTA FERNANDA CANAUD. CONFIRA.




 
A pianista Fernanda Canaud se apresenta dia 13 de janeiro de 2017, às 15 horas, no Centro Cultural Justiça Federal, na Avenida Rio Branco, 241, Centro,  Rio de Janeiro, Brasil. A artista trará ao público presente, um variado repertório da música clássica. Imperdível!!!
 
 
 


MÚSICA NO MUSEU
20 ANOS
 
 
 
 
Iniciado  em dezembro de 1997 no MNBA pelo violonista Turíbio Santos, Música no Museu, tornou-se a maior Serie de musica clássica do Brasil e uma das maiores do mundo reconhecida pelo RankBrasil, a versão brasileira do Guinness Book.  Seus números são impressionantes chegando a fazer cerca  de 500 concertos por ano, de norte a sul do Brasil,  ocupando cerca de 2.500 músicos/ano, além de uma vertente internacional, desde 2006 em cidades de países de todos os continentes: Europa ( Portugal, Espanha, França,  Republica Tcheca,Itália, Alemanha, Áustria,  Américas: USA (inclusive no Carnegie Hall em Nova Iorque e no LACMA em Los Angeles),Chile, Argentina,- Africa- Marrocos, Asia: Índia e  Vietnã  e Oceania, Austrália, levando músicos e a musica brasileira para o exterior.
 
 
Contando  hoje, ainda que alternada ou esporadicamente, só no Rio de Janeiro, com quarenta e dois dos melhores Museus e Centros Culturais, palácios e bibliotecas, além de lindas igrejas cariocas, sinagogas e clubes, ,totalizando 80 espaços não só no Brasil como no exterior. Nestes 19 anos já registra um publico superior a  700.000 pessoas e uma mídia espontânea de milhares de registros em todos os veículos do Brasil, rádios, TVs, jornais, revistas, internet e até do exterior, com destaques para matérias no New York Times, Le Monde de la Musique, entre outras.
 
Também a excelência do projeto, que já recebeu inúmeros prêmios e honrarias nacionais (Ordem do Merito Cultural, Golfinho de Ouro, Embaixador do Rio etc)  e internacionais (Cultura Viva da Unesco), Latin American Awards, na PUC em Buenos Aires e agora Lazos Hispanicos- Cultura Viva em Madrid e   gerou a monografia de Marie Hoffman, da  Humboldt-Universität zu Berlin Philosophische Fakultät III Institut für Musikwissenschaft und Medienwissenschaft Musik und Medien/Kulturwissenschaft  sob o titulo Die Rolle der „Klassik“ im öffentlichen Leben in Rio de Janeiro und die Konzertreihe „Música no Museu“ (Musik im Museum) The Role of “Classical Music” in the Public Life of Rio de Janeiro and the Series of Concerts “Música no Museu” (Music at the Museum) (a musica clássica na vida publica do Rio de Janeiro e a   Serie de Concertos Musica no Museu).
 
Paralelamente e no seu âmbito,  realiza um Festival Internacional de Harpas-RioHarpFestival, já na sua 12ª. versão e que colocou o Brasil no circuito mundial da harpa. Tambem  renova  o panorama da musica clássica no Brasil através do Concurso Jovens Músicos-Música no Museu, já na sétima versão e que recebe a cada ano uma bolsa de U$105 mil  da James Madison University-uma escola Steinway- para o vencedor. Também criou  a Orquestra Jovem Musica no Museu e que já começa a ter vida própria.
 
Ao completar 15 anos em 2012, realizou uma programação especial que incluindo os melhores concertos da Série com destaque para a apresentação do pianista Nelson Freire em São João del Rei.
Em 2013, além da Série normal de concertos, foi feito o lançamento do livro ¨Música no Museu- 15 anos depois¨além da   exposição das pinturas das capas dos seus programas (cada mês feita por um artista plástico brasileiro) e doadas para a Academia Brasileira de Filosofia e que ora faz parte do seu acervo
 
 
 
 
 
UM POUCO SOBRE FERNANDA CANAUD
 
 
 
 
Fernanda Chaves Canaud  nasceu no Rio de Janeiro em 20 de Janeiro de 1962, conhecida por Fernanda Canaud é uma pianista e compositora brasileira.
Obteve oito prêmios em concursos nacionais de piano e a bolsa de Sergei Dorensky para estudar no Conservatório de Moscovo, em 1988. Em agosto de 2012, recebeu o prêmio Medalha da Ordem do Mérito Cultural Carlos Gomes (SP, 2012).
Apresentou-se com orquestras brasileiras em diversas salas de concerto do Brasil, atuando em recitais como solista e camerista. Apresentou-se também em festivais e eventos, como a Bienal de Música Contemporânea Brasileira e o Festival Villa-Lobos.
Fora do Brasil tocou como solista no Festival de Música da Umbria, em Itália e realizou recitais em França, em Inglaterra, Holanda, Espanha, Suíça, Colômbia e Portugal.
Em 1991, foi responsável pela programação artística da Sala Cecília Meireles.
Em 1993, lançou o CD "Radamés Gnattali", indicado para o Prêmio Sharp de Música.
Em 1996, lançou o CD "Fernanda Chaves Canaud", também dedicado a Radamés Gnattali. Sobre esse trabalho comentou Antônio Carlos Jobim: "Fernanda Chaves Canaud é uma pianista maravilhosa e Radamés é o nosso mestre querido e inesquecível. A união dos dois faz este disco mais importante ainda para a música brasileira popular e erudita. Muito bom. Bravo!". No mesmo ano, em duo com José Botelho, lançou o CD "Música Brasileira para clarineta e piano".
 
Em novembro de 1998, participou no Festival Villa-Lobos, como solista da Orquestra Sinfônica Nacional, tocando a Bachiana nº 2 para piano e orquestra. Em Dezembro do mesmo ano, a convite da Embaixada do Brasil, deu um concerto na Igreja St. Martin-in-the-Fields em Londres.
Participou nos CDs: Obras de Chiquinha Gonzaga (Som Livre/Rede Globo - 1988), acompanhando a cantora Zélia Dunkan, e Meus Caros Pianistas (Biscoito Fino - 2002), dedicado à obra de Francis Hime e Retratos do Brasil (RÁDIO MEC - 2004), onde é solista do Concerto para piano, violoncelo e orquestra de Radamés Gnattali.
A sua experiência em música de câmara inclui formações com os músicos Raphael Rabello, Joel Nascimento, Henrique Cazes, Turíbio Santos, Paulo Sérgio Santos, Olivia Byington e Edgard Duvivier, entre outros.
 
Atua em duos com o clarinetista José Botelho com o violoncelista David Chew, e com o violonista Caio Marcio e em trios: Emert/Devos/Canaud (oboé/fagote/piano); Trio Bate papo (com o bandolinista Marcos de Pinna e o percussionista Netinho)
Em 2011, realizou tournées tocando compositores brasileiros em concertos no Brasil e no exterior (Lisboa, Madrid e Bilbao).
Em 2012, realizou tournée pelo sul do Brasil (Porto Alegre, Florianópolis, etc.) com o bandolinista Joel Nascimento tocando no projeto Dois no Choro patrocinado pela empresa Correios Brasileiros.
Em 2013, Fernanda Canaud viajou em tournée em Portugal pelo projeto Musica no Museu – ano Brasil em Portugal.
Em Televisão gravou para: TV5 (FR), GNT, TVE, TV Globo, TV Senado e Rede Vida.
Paralelamente às atividades artísticas, lecionou na Unirio (RJ, 2009), na Universidade de Música de Leopoldina (MG, 2006-2009), participou na organização e fundação (2002) da Escola Superior de Música da Universidade Cândido Mendes de Nova Friburgo (RJ, 2002 -2004) e desde 2000, é professora de piano na Escola de Música Villa-Lobos (RJ).
 
 
DISCOGRAFIA:
 
Fernanda Canaud interpreta Almiro Zarur (CD - NovoDisc), 2011.
 
 
Valsas Brasileiras (com Joel Nascimento, bandolim) (CD - Biscoito Fino), 2008.Indicado ao Grammy latino de música instrumental
 
 
Fernanda Canaud interpreta Radamés Gnattali, (CD - Biscoito Fino), 2006.
 
 
Obra Completa para Violoncelo & Piano de Radamés Gnattali (com David Chew, violoncelo), 2006.
 
 
Fernanda Chaves Canaud (CD - Velas), 1996.
 
Música Brasileira para clarineta e piano (com José Botelho)(CD - Rio Arte Digital), 1996.
 
 
Fernanda Canaud - Radamés Gnattali (CD - Jungle Jazz), 1993.Citado como referência no livro Guia Para Uma Discoteca Básica de Música Clássica em CD (Zahar Editor) do crítico musical Luís Paulo Horta.
 
 
 
 
 
APOIO CULTURAL