28 de dezembro de 2011

ARDENTE SOL





Ardente sol






Por muitos e muitos anos
o sol viverá entre nós
ainda que o menino pegue a ave

forma dócil e livre
é a de viver a vida
palavra canto


Assim o delirante verbo
escutará a voz do poeta

qual desconhecendo
que os passarinhos são livres
obriga-o
fazer o relato da origem do sol
sem saber
poeta não será poeta
tampouco escritor
já que as palavras
têm seu verdadeiro autor; DEUS


©by Alberto Araújo
28-12-11


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25 de dezembro de 2011

FILME AGRADECIMENTO - FOCUS - ALBERTO ARAÚJO.wmv

AGRADECIMENTO DO FOCUS - PORTAL CULTURAL
A TODOS QUE POR LÁ PASSARAM...
ACESSE: http://poetalbertoaraujo.blogspot.com

obrigado


ALBERTO ARAÚJO




3 de dezembro de 2011

O BARCO E O CAIS



O barco e o cais







O barco e o cais:

vela ao vento

sonhos verdadeiros

e uma identidade a navegar

todos os espaços consumidos

todos os blocos compactados

e um mundo inteiro



as coisas se rompem vontades

e se geometrizam limites

corais, peixes, cavalos marinhos

e algo mais...





há luzes

neste despido fragmento

de verão



há perfumes

neste mar de saudades



ecoam passos pela cidade

ecoam sentimentos na beira

do cais




©by Alberto Araújo 
03-12-11


                                                                          

                                          



8 de novembro de 2011

O LUMINAR DA VOZ FEMININA


 




O luminar da voz feminina



A voz ilumina o sulco da terra

terra fica molhada e cheirosa

e cheia de rendas brancas




Palpitação:

e dentro dos pulsos

o frescor da paisagem




A olho nu

enveredar-me-ei

nas pálpebras da tua voz

que pulsa – pulsa e sussurra


:


Poderias me dizer por que

a tua voz feminina me alicia tanto?


São tantos

brilhos e lumes

que a lua tem até os olhares febris

que fluem poesias e flores viris




©by Alberto Araújo

08-11-11














1 de novembro de 2011

LUZES DO INSTANTE




Luzes do instante

 



Mastigo:

luzes e asas

(aureoladas consistências)



Querubins - arcanjos

todos ocupam o quarto xadrez





Um lenço branco

apaga todos os vestígios

da intemperança



:



Anjos e Luzes

a todo instante

lucidez




 

©by Alberto Araújo

01-11-11





27 de setembro de 2011

SINFONIA DE AMORES





Sinfonias de amores


 



Atento ao teu nome

atento à tua voz

quer na terra, quer nos mares



Tu

pássaro cantante no jardim

pássaro cantante nos ares





Por isso te direi

em risonhas sinfonias

- o amor meu troféu

entrego-te inteiramente



Assim o verei

glorificado

doce

perfumado - eternamente





O amor em mim:

coisa de primeira

dádiva divina

sol e estrela

fortaleza segura

iluminada a vida inteira





:



Ah, o coração

amante desvairado

este é meu legado





©by Alberto Araújo

27-09-11

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24 de setembro de 2011

SOPRO DA VIDA






Sopro da vida







Suspenso e amplo dossel

por onde o amor escorre

feito o delicioso mel



Flores em puro gosto

de felicidade



E na aurora reluzente

o amor

o sopro da vida – Eis a carta

vinda dos céus

e que vira agora o centro

da paisagem



O amor

amplitude tangível

dentro de mim



©by Alberto Araújo

24-09-11


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22 de setembro de 2011

SOU LOUCO POR TI - 2






Sou louco por ti – 2







Sou louco pelo o teu

hastear da bandeira da paz



pelas as tuas congruentes mãos

boleando-me

nas noites sagazes



pelo o teu sexo ofegante/rumorejante

perfumando o ar



pelo o teu poetar

oriundo das estrelas

ou das conchas do mar



pelo o teu chafariz

de sapiências púrpuras



pelo o teu delicioso

beijo com doçura selvagem



pelo o teu amor bandido

e atrevido

supremo dilúvio

que refresca

a minha aragem



:



Sou louco por ti

pelo o teu paralelepípedo

pelo o teu intenso mapear absoluto

e que me faz sorrir



pelos os teus oceanos e planos

afinal, SOU LOUCO POR TI



 

©by Alberto Araújo

22-09-11



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Poeta Alberto Araújo





15 de setembro de 2011

A FORÇA DA VIDA






A força da vida





Eu amo a vida todo dia.

Todo dia eu amo a vida.

Todo dia a vida me vem

atenta

desenhada

florida

amada

descomplicada





Nos meus poemas

sempre coloco a vida

porque a vida é uma

flor carnívora

sangue ávido

espelho e vértice

verdade encontrada





Eu amo a vida por tudo

que ela é

e por tudo

que ela tem a oferecer



E somente DEUS

tem o segredo

meu mapa




 
©by Alberto Araújo

15-09-11




5 de setembro de 2011

É TEMPO DE SER FELIZ







É tempo de ser feliz





É tempo de ser feliz

é tempo de cultivar amores

não é filosofia vã

tampouco ideologia sem valores



O destino aponta estrelas

e todas vêm e juntam

os dias primaveris

à felicidade





:







No coração

o Sol é um sábio

e as Luas vagam com fervores



Miram pensamentos

e o fogo queima; É a alegria

recheada de sabores



É tempo de amar

é tempo de ser feliz

é tempo de multiplicar favores

é tempo de escrever poesias

é tempo de doar flores





©by Alberto Araújo

05-09-11

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30 de agosto de 2011

SOU FELIZ - POEMA DE ALBERTO ARAÚJO. CONFIRA



Sou feliz

 

Descobri que sou feliz
 
olho a cidade inteira
 
e todos que eu amo
 
moram dentro de mim


Todas as imagens
 
versos verdadeiros
 
sentimentos calorosos
 
vieram em barcos vivos

 

O Amor
 
- escudo erguido e transparente
 
está ondulado na alma
 
e em forma de luz
 
fixa-se no maduro cristal

:
 
Descobri que sou feliz
 
os sóis
 
as águas puras
 
os vinhos e pães
 
todos encarnados.

Sempre


 By ©  Alberto Araújo

29-08-11

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25 de agosto de 2011

AMOR INTENSO










Amor intenso




Amor

momento especial

pulsante, imensidão





Vento que sopra

intenso, insensatez

emoção





Gesto

magia e sangue

excitante, estrela

admiração







©by Alberto Araújo

25-08-11


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21 de agosto de 2011

ESPELHO DO SENTIMENTO





ESPELHO DO SENTIMENTO




Eu contido

no teu afetuoso olhar

luz refletida no âmago

da tua paisagem lunar



E no intenso instante

em que o espelho torna-se pureza

o amor vira vígilia e amante



O sentimento que me alimenta

é vibrante

caliente

apaixonante



:



O amor invade os poros

brilha no coração

abastece-se de desejo

e vira colcha de cetim



Atira-se no íntimo

e eloquazmente, absoluto

procura a felicidade das estrelas

que habita em mim



O amor tensa flama

no denso labirinto explode...

e no ventre, o ardor desperta



E na moldura

que revela a parede do ser

o amor vive e vela



O amor

é algo absoluto

e preenche toda a tela.



ALBERTO ARAÚJO
21-08-11

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20 de agosto de 2011

MOMENTO DE REFLEXÃO



 Amor insuperável







Ele veio à luz numa noite quase fria e para aquecê-Lo, serviram-se os pais de palhas e feno, destinadas aos animais do local onde se abrigavam.

Teve Sua vida ameaçada, desde os meses primeiros, por quem temia se ver destituído do trono das vaidades.

Vagou por terras estrangeiras, retornando à cidade de Seus pais, para crescer em graça e vitalidade.

O clima político era de intranqüilidade. O povo a que pertencia era escravo de nação arbitrária e dominadora.

O governo estava centrado no acúmulo das riquezas e na manutenção do poder, pela força, desde que lhe faleciam razões outras.

Toda vez que Lhe mencionariam o nome, ao longo dos séculos que viriam empós, seria lembrado como Aquele que viera da cidade das menos expressivas de sua nação.

Seu pai não detinha projeção social. Era carpinteiro e cedo, Suas mãos longas e finas passaram a modelar a madeira.

Quando o tempo se fez próprio, fez-Se conhecer dos homens, servindo-Se de frases ditas muitos séculos antes de Sua vinda.

Frases de conhecimento popular, repetidas de geração a geração, em cântico de esperança.

Mas aqueles mesmos para quem viera, não O reconheceram. Esperavam alguém cheio de pompa e Ele fez-Se pequeno, para amar e servir aos homens.

Acusaram-no de crime de sacrilégio porque ousou afirmar a Sua filiação divina, desvelando-nos o Pai de todos nós.

Chamou os que O seguiam de amigos, patenteando que a amizade é dos mais puros sentimentos.

Afirmou que Se ofereceria em holocausto, no momento oportuno e que pelos Seus amigos, daria a própria vida.

Lecionou a alegria, fazendo-Se presente em momentos de importância da vida de parentes e pessoas que desejavam com Ele partilhar o pão, a mesa, a amizade.

Abençoou com Sua presença um casamento, assinalando a importância do lar.

Chamou a Si os pequenos, afirmando a importância do período infantil e, educador excepcional, disse das graves responsabilidades de se bem conduzir essa quadra da vida.

Esteve com os jovens e idealistas, convidou-os para O seguirem, a fim de que tivessem a Sua juventude abençoada pelo amor imperecível.

Fez da natureza Seu templo e Sua escola, chamando a atenção dos que O ouviam para as coisas pequeninas.

O grão de mostarda, a figueira improdutiva, a sega no momento apropriado, a periodicidade das estações, uma folha de árvore.

Ensinou a nobreza no sacrifício por amor à verdade. Com Seu sangue regou o ânimo dos que se Lhe tornariam seguidores, no transcorrer dos evos.

Retornando do país do Além, Ele que fora abandonado, traído, apresentou-Se para consolar os amigos.

Atestou a imortalidade com a Sua presença, permitindo-Se tocar, apalpar.

Conhecedor das necessidades humanas mais primárias, não Se pejou em preparar, na praia, o fogo, oferecendo aos amigos pescadores, o alimento, em Seu retorno das lides.

Foi filho amoroso, amigo incondicional, servidor da Humanidade.

Nada exigiu. Exemplificou a perfeição e, num convite veemente, estabeleceu que quem O desejasse imitar, bastava tomar de sua cruz e segui-Lo.

O que Ele fazia, todos o podiam realizar.

Não prometeu recursos amoedados ou situações de privilégio. Ele era o Modelo e Guia, sem sequer possuir uma pedra para repousar a cabeça.

Não era excepcional, afirmava. Filho do Pai Excelso, comungando de Sua vontade, revelou-nos a nossa filiação divina.

E no Seu testamento de amor afirmou que somos os herdeiros das estrelas, os senhores dos astros, viajores do Universo.

Chamam-No Nazareno, Amigo Celeste, Galileu, Filho de Deus. Não importa. Ele é Jesus, o Amor Insuperável. Nosso Mestre, Amigo, Irmão.

 





















 

FONTE: Redação do Momento Espírita


16 de agosto de 2011

A VOZ DO AMOR





A voz do amor





O amor

cristaliza-se no poema

espírito e carne-diadema



Amor régio-soberano

amor novilúnio - EU e VOCÊ

nascidos para o fulgor

pulso - pulsando



Calor e presença

areias e sol

fluxos e refluxos do mar



EU e VOCÊ No barco

rumo o infinito a navegar



Ouço o grito; EU TE AMO...

a voz do amor me chama

e me flama



E tão suavemente o beijo

- lampejo

assim; bocas entrelaçadas

abraços íntegros





O amor entra furtivamente

e toma conta de toda a paisagem



:



O amor está em tudo:

formas e ritmos

águas brandas

realidade

cristalinidade

eternidade

 
 
ALBERTO ARAÚJO
16-08-11
 
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15 de agosto de 2011

AMORES ABSOLUTOS










Amores absolutos



No interior das veias que pulsam;

o amor adentra-se e se concretiza



Na fragrância das flores;

tudo que palpita

é chama é desejo é plenitude



No encanto dos pássaros;

os cantos são atos cósmicos

que se fecundam audazmente

nas asas da paixão



no céu;

anjos, faces rítmicas

afeiçoam-se nos oceanos

dos amores estruturados



- e no mais;

o amor contempla-se

na nudez dos corações apaixonados



ALBERTO ARAÚJO
15-08-11


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