31 de dezembro de 2013

FELIZ 2014, ESPERANÇA!!! - TEXTO DA ESCRITORA NADILCE BEATRIZ ZANATTA. CONFIRA.

 
 
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F E L I Z   2 0 1 4,   E S P E R A N Ç A 1 ! ! !
 
 
DE   NADILCE BEATRIZ ZANATTA
 
 
 
 
 

29 de dezembro de 2013

COMO SURGIU O ANO NOVO. CONFIRA

 
 
 
 
 
Contagem regressiva do dia 31 de dezembro: 10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1. Feliz Ano Novo!!!! A passagem de Ano Novo é o fim de um ciclo, início de outro. É um momento sempre cheio de promessas. E os rituais alimentam os sonhos e dão vida às celebrações. No mundo inteiro o Ano Novo começa entre fogos de artifício, buzinadas, apitos e gritos de alegria. A tradição é muito antiga e, dizem, serve para espantar os maus espíritos. As pessoas reúnem-se para celebrar a festa com muitos abraços.
 
Vestir uma peça de roupa que nunca tenha sido usada combina com o espírito de renovação do Ano Novo. O costume é universal e aparece em várias versões, como trocar os lençóis da cama e usar uma roupa de baixo nova.
 
O ano novo só se consolidou na maioria dos países há 500 anos. O tradicional Réveillon comemorado na maioria dos países na passagem do dia 31 de dezembro para o dia 1º de janeiro é relativamente recente. As comemorações de Ano Novo variam de cultura a cultura, mas universalmente a entrada do ano é festejada mesmo em diferentes datas.
 
O nosso calendário é originário dos romanos com a contagem dos dias, meses e anos. Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado em 25 de Março, data que marcava a chegada da primavera. As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1º de Abril.
 
O Papa Gregório XIII instituiu o 1º de Janeiro como o primeiro dia do ano, mas alguns franceses resistiram à mudança e quiseram manter a tradição. Só que as pessoas passaram a pregar partidas e ridicularizar os conservadores, enviando presentes estranhos e convites para festas que não existiam. Assim, nasceu o Dia da Mentira, que é a falsa comemoração do Ano Novo.
 
A primeira comemoração conhecida, ocorreu na Mesopotâmia por volta de 2.000 a. C. Na Babilônia, a festa começava na lua nova indicando o equinócio da primavera, ou seja, um dos momentos em que o Sol se aproxima da linha do Equador período em que os dias e noites tem a mesma duração. No calendário atual, isto ocorre em meados de março
 
 
 
(mais precisamente em 19 de março, data que os espiritualistas comemoram o ano-novo esotérico). Os assírios, persas, fenícios e egípcios comemoravam o ano novo no mês de setembro (dia 23). Já os gregos, celebravam o início de um novo ciclo entre os dias 21 ou 22 do mês de dezembro. Os romanos foram os primeiros a estabelecerem um dia no calendário para a comemoração desta grande festa (753 a.C. – 476 d.C.). O ano começava em 1º de março, mas foi trocado em 153 a. C. para 1º de janeiro e mantido no calendário juliano, adotado em 46 a.C. Em 1582 a Igreja consolidou a comemoração, quando adotou o calendário gregoriano.
 
Alguns povos e países comemoram em datas diferentes. Ainda hoje, na China, a festa da passagem do ano começa em fins de janeiro ou princípio de fevereiro. Durante os festejos, os chineses realizam desfiles e shows pirotécnicos. No Japão, o ano-novo é comemorado do dia 1º de janeiro ao dia 3 de janeiro.
 
A comunidade judaica tem um calendário próprio e sua festa de ano novo ou Rosh Hashaná, – “A festa das trombetas” -, dura dois dias do mês Tishrê, que ocorre em meados de setembro ao início de outubro do calendário gregoriano.
Para os islâmicos, o ano-novo é celebrado em meados de maio, marcando um novo início. A contagem corresponde ao aniversário da Hégira (em árabe, emigração), cujo Ano Zero corresponde ao nosso ano de 622, pois nesta ocasião, o profeta Maomé,
deixou a cidade de Meca estabelecendo-se em Medina.
 
Tradições de Ano Novo no mundo:
 
Itália: O ano novo é a mais pagã das festas, sendo recebido com Fogos de artifícios, que deixam todas as pessoas acordadas. Dizem que os que dormem na virada do ano dormirão todo o ano e na noite de São Silvestre, santo cuja festa coincide com o último dia do ano. Em várias partes do país, dois pratos são considerados essenciais. O pé de porco e as lentilhas. Os italianos se reúnem na Piazza Navona, Fontana di Trevi, Trinitá dei Monit e Piazza del Popolo.
 
 
Estados Unidos: A mais famosa passagem de Ano Novo nos EUA é em Nova Iorque, na Time Square, onde o povo se encontra para beber, dançar, correr e gritar. Há pessoas de todas as idades e níveis sociais. Durante a contagem regressiva, uma grande maçã vai descendo no meio da praça e explode exatamente à meia-noite, jogando balas e bombons para todos os lados.
 
Austrália: Em Sydney, uma das mais importantes cidades australianas, três horas antes da meia-noite, há uma queima de fogos na frente da Opera House e da Golden Bridge, o principal cartão postal da cidade. Para assistir ao espectáculo, os australianos se juntam no porto. Depois, recolhem-se a suas casas para passar a virada do ano com a família e só retornam às ruas na madrugada, quando os principais destinos são os “pubs” e as praias.
 
França: O principal ponto é a avenida Champs-Elysées, em Paris, próximo ao Arco do Triunfo. Os franceses assistem à queima de fogos, cada um com sua garrafa de champanhe (para as crianças sumos e refrigerantes). Outros vão ver a saída do Paris-Dacar, no Trocadéro, que é marcada para a meia-noite. Outros costumam ir às festas em hotéis.
 
Brasil: No Rio de Janeiro, precisamente na praia de Copacabana, onde a passagem do Ano Novo reúne milhares de pessoas para verem os fogos de artifício. As tradições consistem em usar branco e jogar flores para “Yemanjá”, rainha do mar para os brasileiros.
 
Inglaterra: Grande parte dos londrinos passa a meia-noite em suas casas, com a família e amigos. Outros vão à Trafalgar Square, umas das praças mais belas da cidade, à frente do National Gallery. Lá, assistem à queima de fogos. Depois, há festas em várias sítios da cidade.
 
Alemanha: As pessoas reúnem-se no Portal de Brandemburgo, no centro, perto de onde ficava o Muro de Berlim. Tradicionalmente, não há fogos de artifício.
 
 
 
Curiosidade:
 
Em Macau, e para todos os chineses do mundo, o maior festival do ano é o Novo Ano Chinês. Ele é comemorado entre 15 de Janeiro e 15 de Fevereiro de acordo com a primeira lua nova depois do início do Inverno. Lá é habitual limparem as casas e fazerem muita comida (Bolinhos Chineses de Ano Novo – Yau Gwok, símbolo de prosperidade). Há muitos fogos de artifício e as ruas ficam cobertas de pequenos pedaços de papel vermelho.
 
Cada cultura comemora seu Ano Novo. Os muçulmanos têm seu próprio calendário que se chama “Hégira”, que começou no ano 632 d.C. do nosso calendário. A passagem do Ano Novo também tem data diferente – 6 de Junho, foi quando o mensageiro Mohammad fez a sua peregrinação de despedida a Meca.
 
As comemorações do Ano Novo judaico, chamado “Rosh Hashanah”. É uma festa móvel no mês de Setembro (este ano foi 6 de Setembro). As festividades são para a chegada do ano 5763 e são a oportunidade para se deliciar com as tradicionais receitas judaicas: o “Chalah”, uma espécie de pão e além do pão, é costume sempre se comer peixe porque ele nada sempre para frente.
 
O primeiro dia do ano é dedicado à confraternização. É o Dia da Fraternidade Universal. É hora de pagar as dívidas e devolver tudo que se pediu emprestado ao longo do ano. Esse gesto reflecte a nossa necessidade de fazer um balanço da vida e de começar o ano com as contas acertadas.
 
Tradições Portuguesas:

 As pessoas valorizam muito a festa de Ano Novo, porque sentem o desejo de se renovar. Uma das nossas tradições é sair às janelas de casas batendo panelas para festejar a chegada do novo ano. Nos dias 25 de Dezembro e 1º de Janeiro, costumamos comer uma mistura feita com as sobras das ceias, que são levadas ao forno. O ingrediente principal da chamada “Roupa Velha” é o bacalhau cozido, com ovos, cebola e batatas, regados a azeite.
 
Para as superstições, comer 12 passas durante as 12 badaladas na virada do ano traz muita sorte, assim como subir numa cadeira com uma nota (dinheiro) em uma das mãos. Em várias zonas do litoral, há pessoas que mesmo no frio do Inverno conseguem entrar na água e saudar o Ano Novo.
 
 
 
 
 
Fonte:

Monica Buonfiglio

integralmente no site

http://revistadeciframe.com/2009/12/28/como-surgiu-o-ano-novo

27 de dezembro de 2013

REFLEXÃO PARA O NATAL E O ANO NOVO – WILLIAM SHAKESPEARE - ENVIADO POR MÁRCIO ALELUIA. CONFIRA.


MÚSICA DE NATAL

QUERO VER VOCÊ NÃO CHORAR... ANTIGO COMERCIAL

BANCO NACIONAL

(CLICAR NA IMAGEM)


 
 
 

REFLEXÃO PARA O NATAL E O ANO NOVO


Depois de Algum Tempo Você Aprende

 

Depois de algum tempo, você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.

E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão. Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la, por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.

Descobre que se levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante das quais se arrependerá pelo resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.

Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos. Aprende que as circunstâncias e os ambientes tem influência sobre nós, mas

nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto. Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve. Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.

Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as consequências. Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.

Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha. Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.


Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama, contudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.


Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo. Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado. Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás.


Portanto... plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores. E você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!

 William Shakespeare

 



Marcio Aleluia .




 

20 de dezembro de 2013

NATAL - POESIA DO TROVADOR E POETA JOSÉ PAIS DE MOURA SIMÕES.


(Clicar na imagem para assistir ao filme)


 
 
N A T A L
Dezembro, mês natalício.
Em Belém, sobre palhinhas, o Deus-Menino nasceu, é adorado.
Seu olhar doce, cândido.
A Mãe Celestial o afaga.
Imponentes, os Reis Magos o adoram, veneram.
Louvado seja!
Nos campanários, os sinos repicam de lés a lés.
Templos apinhados.  Mãos erguidas. A fé move montanhas.
O amor ao próximo transborda.
Festivo o Universo.  A multidão em corrupio.
Papai-Noel e seu cajado, de casa em casa...
Presentes enlaçados coloridos a descoberto.
Crianças, velhinhos... derramam lágrimas prazerosas.
Árvores natalinas reluzentes, o casario, as ruas, avenidas...
A mesa será farta.  Presente, o Todo Poderoso.
A canção Jingle Bells cantada, ecoa.
Porém, sem pejo... o ódio, a corrupção, em corações maléficos.
Armas bélicas numa saga mortífera, destruidora...
Parar quando?
Que pena! Que pena, o Natal num só dia!
Iguais dias... No dia-a-dia...
As armas paralisavam, enferrujavam...
Os sinos?  Já não!
 
 
José Pais de Moura Simões
e-mail:
Tel. (21) 2711-2570
 

15 de dezembro de 2013

MENSAGEM DE UM ANJO PARA O JORNALISTA TACITO TANI O CANETINHA DE OURO.



 

MENSAGEM PARA TÁCITO TANI
O CANETINHA DE OURO




Partiste com um gosto de missão cumprida. Partiste com o coração encharcado de tristezas. Partiste, porque Deus te chamou e não te explicou o que tu vieste fazer aqui na terra, apenas, quis dizer que chegou a tua hora.


Não te preocupes, porque a tua partida fez uma violenta ruptura  que abalou o templário que cerca os teus familiares. Saiba apenas que os teus entes queridos, deixados aqui na terra, estão tristes, estão de asas caídas. Não deixarei que eles fiquem abatidos, tampouco se escabelem, pois tudo isso passa.


Deus, com a infinita bondade, dará a flâmula plácida do consolo a eles. Não te preocupes, porque todos ficarão bem, apesar dos pesares. Não te preocupes, porque a consolação  é oceânica e a paz é um continente. O Ser Supremo banhará todos eles com o bálsamo do sossego breve. Podes ficar ciente que deixaste como legado a lua do aprendizado, as estrelas do conhecimento, o sol da competência e isso jamais será maculado. Podes ficar tranquilo, porque os teus ensinamentos serão seguidos pelos teus companheiros de luta, amigos de garra, parceiros de determinação e todas as virtudes que eles adquiriram de ti serão absorvidas.


Quanto à tua esposa Sílvia, Deus a recompensará, sim! Pela bondade, carinho e, acima de tudo, pela dedicação nesses vastos anos, pelas noites em claro, e os dias intempestivos os quais tu ficaste impossibilitado de tomar o teu próprio chá e ler as notícias do Jornal Santa Rosa, o Patrimônio Histórico que vós construístes juntos. Pensas que todos não sabem que, nesses longos anos de hibernação, tu querias abraçá-los,  querias dizer que os amava? Todos sentiam isso e muito mais...

Mas, tu podes ficar tranquilo - Tácito Tani - que toda a tua missão foi concluída e tu já podes ficar ao lado do teu filho Júlio Cesar e esperar tua esposa para, juntos,  bordarem os caminhos da paz e da eternidade.



UM ANJO



 
 
Olá você está recebendo este texto, porque na verdade faz parte da história do Jornal Santa Rosa, o patrimônio histórico, cultural, social... legado deixado para todos pelo o jornalista Tácito Tani, jornal o qual atualmente está sendo dirigido pela a nobre jornalista Maria Sílvia de Souza Tani sua esposa, Tácito Tani foi uma personalidade  que muito contribuiu com seu profissionalismo em nossa cidade. Sinto-me honrado fazer parte dessa história, sinto orgulhoso por ser um parceiro do Jornal Santa Rosa.
 
Esse texto é uma singela homenagem que fiz e digo a todos  que nem as palavras são suficientes para consolar a dor da família, mas essas minhas palavras são enviadas com carinho e o mais sincero afeto do fundo do meu coração. Grato.
 





Tacito Tani - O canetinha de Ouro 
Jornalista, editor do Jornal Santa Rosa.



 

TACITO TANI, jornalista, é conhecido como “Canetinha de Ouro”, ao longo de sua vida conquistou diversos prêmios no jornalismo, sendo um deles “Prêmio Esso de Reportagem do Estado do Rio de Janeiro”, por uma matéria sobre moradores de rua publicada em O Fluminense. Para retratar com veracidade a vida nas ruas, se vestiu como mendigo e acompanhou de perto essa realidade. Sempre um líder na classe, foi durante vinte anos foi presidente do Sindicato dos Jornalistas profissionais do Estado do Rio de Janeiro e membro da Federação Nacional de Jornalistas. Fundou junto com o jornalista Oriovaldo Rangel, o JORNAL SANTA ROSA que hoje tem á frente do jornal, sua esposa como Editora Chefe a Jornalista Maria Sílvia Tani, "Que  se sente orgulhosa por está à frente do  JORNAL SANTA ROSA, que ao longo dos anos vai colhendo louros, vitórias e conquistas pelo grande trabalho e serviços relevantes para a sociedade, por conseguinte, valorizando a memória do jornalismo fluminense".



 

 

Tacito Tani, momento em que recebe o PRÊMIO ESSO
ao lado de Sérgio Chapelin.

Tacito Tani com Sérgio Chapelin

Tacito Tani com o filho Julio Cezar

Leir Moraes, poeta, escritor e o jornalista Tacito Tani
 

Tacito Tani com seu cachorro Maguila
 
 
 
 
 
A classe jornalística e os admiradores de um texto bem redigido ( aquele com pé e cabeça) acabam de perder um de seus maiores representantes. Faleceu, ontem, em Niterói, o jornalista e advogado, Tácito Tani, conhecido, merecidamente, como 'Canetinha de Ouro' por tudo que fez e pelos vários prêmios recebidos. Lembro-me de quando, ainda garoto, o conheci em O Fluminense, onde trabalhamos e por nossa militância no Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro, presidido por ele, aos quais sempre se dedicou com muita lucidez e fidalguia. E, claro, determinação
 
 
João Direnna - Niterói - RJ
 
 
 
 
 

7 de dezembro de 2013

FLORES DE AMOR - DO LIVRO HISTÓRIAS PARA O CORAÇÃO DA MULHER DE ALICE GRAY. CONFIRA.

 
Flores de amor
 
 
 
Ela estava sozinha e, naquele dia de primavera, decidira almoçar ao ar livre, sentada em um banco, à sombra de uma majestosa árvore. Era o seu horário de descanso do escritório e desejou imaginar que estivesse em um piquenique.
 
Em meio à profusão de verde e diversidade colorida das flores, improvisou algo semelhante a uma mesa de piquenique.
 
Naqueles momentos, começou a refletir sobre a sua solidão. Após o divórcio, ela terminara de criar seus filhos sozinha e estivera ocupada demais tentando sobreviver.
 
Pensava naquele momento que talvez fosse por isso que não encontrara outro companheiro. Alguém com quem pudesse compartilhar a sua vida e o seu amor.
 
Ela se mantivera ocupada com as atividades da filha adolescente, acompanhando-a a um e outro lugar, ou visitando os filhos mais velhos e o novo neto, além de cuidar da profissão e trabalhar no grupo religioso de sua comunidade.
 
Lembrou que no escritório havia muitas colegas casadas e que recebiam, às vezes, flores dos seus maridos. Os buquês maravilhosos chegavam, geralmente acompanhados de um cartão, dizendo que as flores estavam sendo enviadas só porque eu amo você.
 
Ela admirava as flores, mas admirava mais os sentimentos que havia por trás daqueles gestos.
 
Ela fora infeliz no casamento e nunca recebera tais mimos. Aliás, nada que indicasse que ela era uma mulher amada. E porque adoraria receber flores, não podia deixar de invejar aquelas mulheres.
 
Elas eram felizes. Tinham maridos que as amavam e que, mesmo após anos de convívio conjugal, se lembravam de remeter flores, serem criativos, surpreender.
As flores ficavam dias sobre as mesas, em jarros d´agua, perfumando o ambiente, atestando a existência de um sentimento cálido e maduro.
 
E ela se sentia tão só. Sua mesa sempre estava despida de cores e perfume. Vazia.
 
Enquanto assim se perdia em pensamentos, sentiu alguma coisa cair em sua cabeça. Era uma flor despencando em direção à grama.
 
Olhou para cima e viu que a árvore enorme, sob a qual estava sentada, trazia a copa repleta de graciosas flores vermelhas, penduradas quase ao alcance de sua mão.
 
Ela não as havia notado porque não olhara para cima. Deu-se conta, então, que estava sendo agraciada com flores, lindas flores de Alguém que a amava. Sempre a amara e não desejava que ela ficasse sem flores.
 
Ela olhou para o chão, colheu as flores dispersas, lindas, vibrantes e compôs um ramalhete.
 
Levou-as para sua mesa de trabalho e as colocou em uma jarra de vidro.
 
Durante todo aquele dia, foi maravilhoso olhar para as flores enquanto trabalhava. Elas a fizeram lembrar que Deus quis lhe dar flores só porque Ele a amava.
 
* * *
 
As flores que lançam aromas nos canteiros são mensagens do Amor de Deus falando nos jardins.
 
Os passarinhos que pipilam nos prados e cantam nos ramos são a presença do Amor de Deus transparecendo nos ninhos.
 
O filete transparente de águas cantantes, que beija a face da rocha, canta o Amor de Deus, jorrando suave da pedra.
 
As vagas agigantadas, que se arrebentam nas praias, mostram o Amor de Deus engrandecendo-se no mar.
 
Os astros que giram na amplidão enaltecem o Amor Divino, enquanto falam dessa cadeia que une os seres e as coisas na Casa de Deus.
 
Por tudo isso, jamais te sintas não amado porque se não tiveres quem te diga aos ouvidos: Eu te amo, Deus te abraça com Seus raios de luz e te dá, todos os dias, o mundo para viver, amar e ser feliz.
 
 
 
 
 
 
Redação do Momento Espírita, com base no cap. Só porque eu amo você, de Suzanne F. Diaz, do livro Histórias para o coração da mulher, de Alice Gray, ed. United Press e do cap. 22, do livro Rosângela, pelo Espírito Rosângela, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.

27 de novembro de 2013

DE NOVO É NATAL! - TEXTO DO ESCRITOR E POETA PARAENSE ALBERTO COHEN. CONFIRA.

 
 
De novo é Natal !
 
 
 
 
É o Natal que vem chegando agora
com seu trenó, sorrisos e brinquedos.
Quanta gente feliz perdeu os medos...
Papai Noel mandou todos embora.
 
É, de novo, Natal e o ser humano
 persiste na aventura de presentes,
de mãos entrelaçadas, de olhos crentes
nas promessas de cada fim de ano.
  
 
É tempo de esquecer perdas e danos,
novamente sonhar e fazer planos
de um perpétuo Natal cheio de encantos.
 
São dias de não ver que infelizmente
existe neste mundo certa gente
a chorar Jingle Bells, sós, pelos cantos.
 
 
 
 
 
 
 
Alberto Cohen
 
 

26 de novembro de 2013

RIO DE JANEIRO - POESIA DO POETA E ACADÊMICO GENTIL MOREIRA SOUSA. CONFIRA.

 

 

 
 
RIO DE JANEIRO
 
Ligo a televisão
Ouço a minha língua falada
Sem sotaque sem enfeite
Que me fala ao coração.

É o fado da Severa
Que ouvia quando criança
Na TV a preto e branco
Que hoje meu coração espera.

Ainda hoje me emociono
Ao ver o programa "MEMORIA"
Onde revejo ARTUR AGOSTINHO
E de que meu coração é dono.

Saí pelo tempo!
Choro se ouço AMALIA,
Rio se vejo SANTANA
Assim minh’ alma alimento!!!
 
 
 
Gentil Moreira Souza   
Niterói - 25-11-13


17 de novembro de 2013

ESPERANÇA - SONETO DE ALBA HELENA CORRÊA - PARA EDUARDO TOLEDO E SUA ESPOSA. CONFIRA.



 

ESPERANÇA
 
 
Para Eduardo Toledo e esposa
 
 
Repare o olhar de quem tem esperança:
um brilho diferente dá-lhe vida,
reflete a luz que vem da confiança
de que a batalha não está perdida!
 
É certo: quem espera, sempre alcança
pois, com fervor, ao sonho dá guarida;
encontra forças, age, não descansa
até que a graça, um dia, é conseguida.
 
É a Esperança nobre companheira,
a mais fiel, a amiga derradeira,
quando se vai, não há mais salvação!
 
Virtude excelsa, bênção que enternece.
Aqui, contrita, eu deixo a minha prece:
faça morada no meu coração!

 
 
Alba Helena Corrêa
(Texto extraído do livro Sonetos Prateados & Dourados, pág. 76)
2º lugar ACLERJ (Academia de Letras do Rio de Janeiro – RJ, 2004)
Alba Helena Corrêa - Sonetista
 
 
Alba Helena Corrêa - Nasceu em Niterói em 11 de julho de 1932, é poetisa, sonetista, trovadora, cordelista, declamadora e contista, desde criança que escreve seus belíssimos textos.
 
Ingressou no mundo da poesia, escrevendo trovas. No Cordel, descobriu grande afinidade com seus irmãos nordestinos que são mestres nesse tipo de literatura.
 
Tem também um vasto conhecimento em sonetos alexandrinos, os quais se diz encantada pelo adentramento fantasioso que os geram. Poetisa por diversas vezes foi premiada.
 
Pós-graduada em Orientação Educacional na Faculdade Nacional de Filosofia (RJ), Mestre em Educação (Área de Métodos e Técnicas) na UFF (Niterói). Traz na bagagem incontáveis cursos de especialização.
 
Alba Helena - Participa de várias antologias nacionais e escreveu o livro: Sonetos Prateados & Dourados, publicado pela editora Nitpress e contém 104 páginas de totais encantamento poéticos. Vale a pena conferir este livro.



Alberto Araújo e Alba Helena Corrêa
Praça Getúlio Vargas - Escritores Ao Ar Livro
28-07-13
 
 
Contato com a autora: