19 de abril de 2008
29 de fevereiro de 2008
14 de janeiro de 2008

CANTO, CANTAR... CANTIGAS...
Canto
Cantar
Cantigas
Quero cantar cantigas num canto...
Hoje vejo o amor aos meus pés
E o seu desejo é maduro
Ele tem as portas abertas
Para um mundo verde
Quero cantar cantigas num canto...
Celebrando o teu cantar
Ouvindo tuas cantigas
Embalando todo o meu pranto
Ando um velho triste
Varando os pedregais da tua noite
Mas quero continuar a ouvir teus cantos
Levar comigo tuas cantigas
Na eternidade do tempo
Eternamente vida afora...
Canto
Cantar
Cantigas
Quero cantar cantigas num canto...
Hoje vejo o amor aos meus pés
E o seu desejo é maduro
Ele tem as portas abertas
Para um mundo verde
Quero cantar cantigas num canto...
Celebrando o teu cantar
Ouvindo tuas cantigas
Embalando todo o meu pranto
Ando um velho triste
Varando os pedregais da tua noite
Mas quero continuar a ouvir teus cantos
Levar comigo tuas cantigas
Na eternidade do tempo
Eternamente vida afora...

O POEMA ETERNO
O beijo da noite
Molhou o meu sorriso triste
O olfato da madrugada
Farejou o meu mundo de asfalto
O véu do amanhecer
Tateou o meu livro do silêncio
E todo o universo
Nas horas mais impróprias
Devolveu o mistério
Onde tu em silêncio
Costumas devorar
Minhas palavras
Foram tantos os minutos
Que eu te esperei
Que na brisa da tarde
Eu vi o poeta recitar meus poemas
Degustando meus poros deslumbrado
Que quando minha voz calar
Lá pelas tantas
Milhas de vidas serão vividas
Minhas palavras serão
O consolo das tuas horas insanas
Ou até quem sabe das tuas horas de solidão
Só assim estarei em paz
Aspirando teu incomparável perfume
E encharcado do teu ser
Serei eterno nesta poesia...
O beijo da noite
Molhou o meu sorriso triste
O olfato da madrugada
Farejou o meu mundo de asfalto
O véu do amanhecer
Tateou o meu livro do silêncio
E todo o universo
Nas horas mais impróprias
Devolveu o mistério
Onde tu em silêncio
Costumas devorar
Minhas palavras
Foram tantos os minutos
Que eu te esperei
Que na brisa da tarde
Eu vi o poeta recitar meus poemas
Degustando meus poros deslumbrado
Que quando minha voz calar
Lá pelas tantas
Milhas de vidas serão vividas
Minhas palavras serão
O consolo das tuas horas insanas
Ou até quem sabe das tuas horas de solidão
Só assim estarei em paz
Aspirando teu incomparável perfume
E encharcado do teu ser
Serei eterno nesta poesia...
12 de janeiro de 2008

UM NOVO AMOR
Tudo bem
Meu coração está alhures
Na madrugada sinto teus olhos
Feito a lua a me vigiar
Só não posso te seguir
Tive loucuras
Insanidades, e até desvario
Então estou de ti partindo
Desancorando da tua aventura
Estou ancorado em outro cais
Na verdade, outra lua me ilumina
Acordando a minha madrugada
Esperarei
Amanhã acordar mais cedo
E olhar o sol que disperso
Espalhará todo seu brilho na minha janela
Não quero adormecer na dor
Quero permanecer no amor puro
Que acabou de chegar...
Tudo bem
Meu coração está alhures
Na madrugada sinto teus olhos
Feito a lua a me vigiar
Só não posso te seguir
Tive loucuras
Insanidades, e até desvario
Então estou de ti partindo
Desancorando da tua aventura
Estou ancorado em outro cais
Na verdade, outra lua me ilumina
Acordando a minha madrugada
Esperarei
Amanhã acordar mais cedo
E olhar o sol que disperso
Espalhará todo seu brilho na minha janela
Não quero adormecer na dor
Quero permanecer no amor puro
Que acabou de chegar...

O APELO...
Não sejas mau
Não me fale de sofrimentos
Se todo o meu ser está eternizado
No porta-retrato da tua sala
Não sejas mau
Não me fale de angústias
Se todo o meu ser está azulejado
No solo da tua cozinha
Não sejas mau
Não me fale de tristezas
Se todo o meu ser está emoldurado
No espelho do teu quarto
Não sejas mau
Não me fale de feridas
Se todo o meu ser está cicatrizado
Nas pirâmides do teu ser....
Então não sejas mau...
Não sejas mau
Não me fale de sofrimentos
Se todo o meu ser está eternizado
No porta-retrato da tua sala
Não sejas mau
Não me fale de angústias
Se todo o meu ser está azulejado
No solo da tua cozinha
Não sejas mau
Não me fale de tristezas
Se todo o meu ser está emoldurado
No espelho do teu quarto
Não sejas mau
Não me fale de feridas
Se todo o meu ser está cicatrizado
Nas pirâmides do teu ser....
Então não sejas mau...
PARA QUE EU POSSA MORRER FELIZ UMA POESIA DE ALBERTO ARAÚJO.

PARA QUE EU POSSA MORRER FELIZ
O voo do pássaro cantante
A pérola de um beijo hermético
O habitat das esmeraldas
Tenho comigo guardado
Para dar-te em delícias e doçuras
Minha janela está aberta
Aguardando o teu bom dia
Minha porta tem
O sorriso eterno e inefável
A água que bebes
Reabilita minha morada
E no eflúvio das ondas dos mares
Entre o céu e terra
Se expressa um espetáculo
Do teu mundo concreto
Só assim
Quase no fim da primavera
Trazes tua pele aveludada
Para que eu possa beijar e morrer feliz...
albertaraujo.recantodasletras.com.br/
O voo do pássaro cantante
A pérola de um beijo hermético
O habitat das esmeraldas
Tenho comigo guardado
Para dar-te em delícias e doçuras
Minha janela está aberta
Aguardando o teu bom dia
Minha porta tem
O sorriso eterno e inefável
A água que bebes
Reabilita minha morada
E no eflúvio das ondas dos mares
Entre o céu e terra
Se expressa um espetáculo
Do teu mundo concreto
Só assim
Quase no fim da primavera
Trazes tua pele aveludada
Para que eu possa beijar e morrer feliz...
albertaraujo.recantodasletras.com.br/

A SEMENTE CHAMADA AMOR
Uma semente do amor
Germinou em meu peito
Era um dia de nuvens cinzentas
Chegou a tarde acesa e sorridente
E meu ser se fez feliz
Debruçando-se em águas mansas
Os meus olhos ficaram em festa
Ganhando um brilho intenso
Que parecem sorrir para o nada
Tudo em mim fala de flores
De películas românticas
De coisas comuns
De novos amores
Quando à noite a lua banha minha pele
Reverberando a química do meu farol
Sempre aceso ilumina teus caminhos
Que tomara te traga para mim...
ALBERT ARAUJO -03-08-08
Uma semente do amor
Germinou em meu peito
Era um dia de nuvens cinzentas
Chegou a tarde acesa e sorridente
E meu ser se fez feliz
Debruçando-se em águas mansas
Os meus olhos ficaram em festa
Ganhando um brilho intenso
Que parecem sorrir para o nada
Tudo em mim fala de flores
De películas românticas
De coisas comuns
De novos amores
Quando à noite a lua banha minha pele
Reverberando a química do meu farol
Sempre aceso ilumina teus caminhos
Que tomara te traga para mim...
ALBERT ARAUJO -03-08-08
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