18 de julho de 2011

BRILHO DA LUA






Brilho da lua




Lua
não deixas
que me faltes
nunca o poetar

A poesia é:
amor pleno
e absoluto em mim

Desejo que:
a poesia vare-me
até a carcaça do tempo

A poesia
é vício, lume
a irmã/alma gêmea
que brilha, e cheia de graça
transformar-se-á em grande magia

- Lua
não me faltes também
com o teu brilho

Deixas que:
o sagrado-tu e o humano-eu
em contida explosão
acendem o fósforo da poesia
sem restrições

Alberto Araújo
18-07-11

Um comentário:

  1. Alberto, adorei o seu poema. "...fósforo da poesia". Lindo isso. Um abraço!

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