15 de janeiro de 2022

A MINHA MUSA SHIRLEY ARAÚJO - TEXTO DE ALBERTO ARAÚJO

 




A MINHA MUSA SHIRLEY ARAÚJO - TEXTO DE ALBERTO ARAÚJO



A minha musa é nordestina como eu. Nasceu na Ilha de Santa Luzia na cidade brasileira de Sergipe, em Aracaju, famosa por ser a cidade antiestresse e ter um cenário natural deslumbrante, a Orla de Atalaia. Sobre a sua formação universitária desenvolveu trabalhos primorosos por muitos anos. Sou extremante, apaixonado pelo seu amor, o seu artesanato e a pintura óleo sobre tela. Isso mesmo, minha musa é artista plástica e muito admirada pelos amigos, em soberaníssima atividade já produziu mais de 200 telas, as quais estão espalhadas pelo mundo a fora. Quer vê-la feliz, oferte uma tela em branco e o restante a gente ver depois. Outra paixão sua é colecionar plantas e flores. Imaginem que todas têm nomes. Leva muito tempo regando-as e falando com todas elas, dizendo palavras de carinho. Fico observando todos os seus passos na casa. É uma alegria, uma beleza vê-la feliz, depois fotografar com os meus olhos e guardar em minha mente os seus momentos de afeição.

A ela já expressei todos os meus sentimentos e também dediquei inúmeros poemas em meu site oficial. A vida e amor pela arte certamente, nos uniu. A meu ver posso dizer que a vida observando o nosso Amor, tratou de dar um “empurrãozinho”. Embora isto não interesse a ninguém, somos felizes sobre o véu do amor e da compreensão. Vivemos em um ambiente íntimo há anos, lugar bem-aventurado em uma linda cidade. A terra e as flores se vestem com o verde e amarelo das amendoeiras. O pôr do sol por muitas vezes é róseo-púrpura e contemplamos da nossa janela. É hora sublime. E além, o que mais nos fascina é ver o Cristo Redentor, no Corcovado, com os seus braços abertos, abraçando a todos nós.

Por tantas horas convividas, o que mais nos alegram, são os momentos matinais, o nosso café da manhã é sublime, levamos horas e horas saboreando tudo com muito gosto e as nossas conversas são intermináveis, não percebemos o tempo passar. Somos agradecidos a Deus por nos proporcionar estes momentos felizes. Assim, rezamos, meditamos em cima da palavra de Deus, as escritas no Livro da Vida. Outro momento, que apreciamos muito é estarmos em nossa aconchegante cama assistindo a um filme de amor, ficamos de mãos dadas, coladinhos, olhando todas as cenas amorosas. Agora mesmo escolhemos três filmes em nossa filmoteca e vamos assistir a todas as cenas alegres... E para arrematar as coisas preciosas da vida e que temos direito, em certos momentos, fazemos o nosso próprio filme de amor, regados a saborosos vinhos e petiscos deliciosos, que preparamos com muito carinho. Uma delícia!

Sobre a minha pessoa posso dizer: Sou nordestino. Sou um poeta apaixonado pela vida. Nasci em Luzilândia-PI, na inspiração poética a “Cidade Luz” sob o olhar glorioso de Santa Luzia e à beira caudalosa do rio Parnaíba o “Velho Monge”. Vivi por muitos anos em minha cidade natal, décadas e mais décadas. Hoje, estou ao lado de minha musa. Que felicidade, o destino ter nos proporcionado esse sabor de vida a dois, o qual nunca tínhamos experimentado. Assim, posso dizer com segurança: é a experiência mais fabulosa que tivemos na vida. Obrigado Santa Luzia por nos unir. O primoroso nessa beleza e graça foi o seu abençoado olhar perceptivo, tratando que dois viventes apaixonados e nascidos em seus berços não poderiam ficar separados. Obrigado Deus, por trazer ao nosso jardim, todas as raízes, flores e frutos perfumados da vida e acima de tudo o crescimento espiritual para compor a nossa felicidade conjugal.

ALBERTO ARAÚJO

 

ILHA DE SANTA LUZIA – é uma barra de muitos coqueirais, na cidade de Sergipe- Aracaju.

LUZILÂNDIA – PI – Terra de Santa Luzia, cidade Luz, devido Santa Luzia ser a padroeira da Luz dos olhos.

Fundo Musical  - MY Love – Paul MacCartney - Instrumental

POSTADO TAMBÉM NO LINK:

https://albertaraujo.blogspot.com/2022/01/a-minha-musa-shirley-araujo.html

 


13 de janeiro de 2022

WALDENIR DE BRAGANÇA: “AQUELE QUE SABE GOVERNAR” SUA MARCA NO MUNDO: FORÇA DE VONTADE E ORIGINALIDADE





De origem germânica. O significado do nome WALDENIR: “AQUELE QUE SABE GOVERNAR”. - Significa “senhor ou homem célebre”, “pessoa brilhante”; “governante ilustre”, “o que governa com nobreza”.

O significado de Waldenir é o resultado da junção dos elementos walde, que significa “senhor” e mar, que significa “célebre”. Por extensão, podemos considerar também o seguinte significado: “pessoa brilhante”.

Existe uma série para esse nome, dentre as quais citamos: Waldemir, Valdomiro ou Waldomiro e Vladimir. Waldemar é utilizado tanto na língua portuguesa como nas línguas francesa e alemã.

Nomes próximos: Waldenia Waldenice Waldenize.

Significado do Nome com a Letra W

Nada o deixa mais feliz do que um elogio. É capaz de dar uma festa, só porque recebeu um galanteio. Ao invés de colocar a indignação para fora, se isola de todos. Dá-se muito bem com crianças, gosta de demonstrar seu romantismo e sua criatividade.

Sua marca no mundo: OUSADIA, ESPÍRITO COMPETITIVO, INDEPENDÊNCIA, FORÇA DE VONTADE, ORIGINALIDADE.

Independentes e dinâmicos são características de um líder e desta forma que é visto. É necessário à pessoa desta personalidade agir com habilidade, diplomacia e paciência. Com frequência é procurada para assumir projetos e empreendimentos, pois sua autoconfiança e facilidade em enfrentar os obstáculos são qualidades notórias, e as pessoas acreditam na sua eficiência em tomar conta das situações. Por agir com equilíbrio sempre tem o apoio dos que o seguem e acreditam na sua liderança. Personalidades que são rapidamente notadas, pois conquistam facilmente a todos e costumam ser o centro das atenções.

COMO O MUNDO O VÊ

Sua Numerologia de Expressão é "5" e revela a missão que tem o que deve fazer ou ser nesta vida, para que atinja sucesso e alcance suas metas e objetivos. Descreve como você se expressa no mundo. A personalidade, caráter, disposição, temperamento. Cheio de recursos e com uma mente aberta, tipo de pessoa que se mantêm sempre informado. Muito inteligente e capta tudo com facilidade, por isso encontra diversas maneiras e ideias para fazer as coisas. Sente necessidade de mudança, e versatilidade de oportunidades. Profissões apropriadas para esta Expressão são aquelas que o colocam em contato com as pessoas, ator, inventor, promotor, líder cívico, político, advogado, editor, orador, guia turístico, publicitário, crítico de teatro.

Seu desejo íntimo da alma, suas esperanças, sonhos, ideais, motivações são sempre ativados no íntimo. Muito determinados, excessivamente generosos, possuem muita sensibilidade, agradáveis e prestativos com todos. Excelentes oradores, escritores, compositores, cantores, atores ou decoradores. Por seu poder de oratória consegue se destacar também como ótimos vendedores do mercado de ações e do meio imobiliário. Apreciam música, estética, artes e estilismo. Chegar ao sucesso não é difícil, basta unir seus interesses com seus talentos.








12 de janeiro de 2022

QUANDO O TEXTO FAÍSCA... A GENTE SENTE E VÊ A CENA. HOMENAGEM DE DALMA NASCIMENTO A DYANDREIA PORTUGAL





Hoje, acordei pensando: há certos textos que faíscam. Verdade! As palavras saem da página e ficam faiscando no pensamento da gente. E seu feixe de cintilação é tão forte que atravessa a mente e não se pode largar a leitura. Foi o que aconteceu comigo. Virei a noite lendo crônicas “faiscantes” de uma escritora fantástica. Assumida em sua dimensão de Mulher de nosso agora, ela é um ser fascinante, alegre, gentil, bem casada, afinada com o marido.

 

Há dias, ao vê-los juntos, pensei que entre os dois não existe  nem androcracria, o poder do homem, nem ginecocracia, o poder da mulher. Mas o intercâmbio salutar da vida junto, mantendo cada um sua identidade no “convivente” encontro das diferenças.

 

É, pois, sobre o cativante livro dessa Mulher que, no alvorecer do dia, estou aqui exatamente produzindo  este texto.. Dotada de uma escrita forte, sem apelos sexuais e sem mistificar sua vida para ter audiência, a autora, na simplicidade do verbo e fora de holofotes, molha a pena na alma nas tão faiscantes / fascinantes crônicas em que fala de si.

 

Em outras páginas, as frases cirandam pelos horizontes do mundo. Com agudo espírito crítico, conversa, de forma  fiada, sobre fatos circundantes. Mas tudo escrito na “densa leveza” da linguagem do dia a dia. A fala rica do povo, espraiando-se na vida da culta jornalista, retrata o cotidiano na subjetividade do que o coração de mulher lhe dita.

 

Nessas crônicas, conversas que parecem fiadas, embora afiadas e afinadas aos vaivéns do mundo, o leitor parece visualizar o quadro descrito nas letras em movimento. A autora, também artista plástica, opera ao mesmo tempo com verbo literário-jornalístico. Mas para não perder as manhas visuais, ao “cronicar” desenha cenas de escritas no espírito do leitor. Parece até que está a pintar imagens.

 

Cria uma perspectiva pictórica no texto, harmonizando o signo verbal à pintura. Técnica, aliás, utilizada desde a Antiguidade grega denominada Ekphasis (ecfrase) na qual as palavras, mesmo sem a apresentação do objeto pictórico, sugerem imagens mentais. Trata-se de um recurso retórico muito usado na oratória, reunindo duas artes irmãs – a pintura e a literatura.

Verdade, amigos, cada crônica desse livro é um quadro a cenarizar o Ser Feminino consciente de seus atos, a assumir com doçura seu espaço de forma rutilante. Ou melhor, faiscante. Crônicas que se sucedem em imagens na simplicidade dos grandes. A capa do livro  é eloquente. Mostra um canivete em destaque, que, segundo o conceito do paratexto autoral de Gérard Genette, já insinua o que traz lá dentro.

 

Também, criativa é a divisão meio a meio em duas partes do livro com a mesma capa reproduzida em ambos os lados. Se privilegiar a nossa língua, “a da frente” em português. Com 25 crônicas em sequência. Já a capa oposta, em inglês, introduz igual série dos textos. Essa maneira de compor testemunha o espírito desconstrutor da cronista, quebrando os paradigmas eleitos de editoração.

 

Por tudo isso e muito mais, não deixe de ler este prazeroso livro. Luzes ficarão faiscando dentro de você pra pensar. A última crônica é inesperada. É uma história de fadas que o destino reservou à autora.

 

Como você vê, leitor, não joguei minha conversa fora. Mas, desculpe, só agora me lembrei de dizer o principal: o livro se chama CONVERSA (A) FIADA. A autora? A dinâmica jornalista sem fronteiras DYANDREIA VALVERDE PORTUGAL.

 

 Dalma Nascimento

 

 



FUNDO MUSICAL PARA A POSTAGEM

UYÁRA SCHIEFER VISITA EXPOSIÇÃO DO PINTOR ANTONIO PARREIRAS NO MAC – MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA DE NOSSA CIDADE


 



No silencioso dia 12 de janeiro de 2022 à bibliotecária, escritora e acadêmica Uyára Schiefer em momento oportuno para contemplar o belo visitou a exposição “Antonio Parreiras: paisagens e marinhas”, cuja em homenagem ao renomado pintor niteroiense. Aplaudimos à sua oportunidade de ir ao MAC apreciar as obras do consagrado artista plástico. 

As fotos foram publicadas no grupo de Whatsapp da ANL e o editor desta revista cultural teve a oportunidade de apreciá-las e fazer o singelo pedido de uma foto mais expositiva. No entanto, agradecemos a acadêmica que nos atendeu gentilmente, e com isso tivemos a chance de trazê-las para a nossa postagem de hoje. Gostamos da brilhante ideia de posar em frente  da tela à óleo “Tormenta”, cuja é uma das mais admiráveis do genial pintor. Os nossos agradecimentos: Cumprimentos, muitíssimo Obrigado. ALBERTO ARAÚJO.

A mostra está aberta ao público desde o dia 7 de janeiro e permanecerá até o dia 23 de janeiro de 2021. Com curadoria de Vanda Klabin, a mostra reúne 37 telas realizadas pelo artista, entre 1887 e 1937, e confirma o pioneirismo do MAC, como primeiro museu de arte do estado do Rio de Janeiro e o primeiro, no Brasil, dedicado à memória de um artista.



Antonio Diogo da Silva Parreiras nasceu em Niterói, em 1860. Reconhecido como um dos principais paisagistas brasileiros. Em 1884, quando aluno do artista alemão Georg Grimm, abandonou a Academia Nacional de Belas Artes, acompanhando o mestre e outros colegas para formar o Grupo Grimm, no bairro de Boa Viagem. Realizou diversas viagens de aperfeiçoamento à Europa, pintou paisagens, nus, retratos e quadros de temas históricos, sendo escolhido como o maior pintor brasileiro em votação realizada pela revista Fon-Fon, em 1925. No ano seguinte, amplamente consagrado como artista e publicou o livro autobiográfico “História de um pintor contada por ele mesmo.”

A curadora Vanda Klabin destaca a forte relação do artista com a paisagem: “Sua sensibilidade pictórica e o constante fascínio que a natureza observada de perto exerceram no seu vocabulário visual traduzem a sua contribuição inovadora para o universo da arte brasileira”. A interpretação singular da natureza pelo pintor poderá ser conferida, no salão principal do MAC, em telas como “A tarde”, vendida em 1887 para financiar a primeira viagem de estudo do artista à Europa, e “O fogo”, integrante da última exposição de Antonio Parreiras, em 1936, e que denuncia as queimadas nas florestas brasileiras. A exposição, que é patrocinada pela SPE Praia de Boa Viagem, conta também com duas obras do artista alemão George Grimm, mestre de Parreiras, e um retrato do homenageado, por Numa-Camille Ayrinhac.

A exposição “ANTONIO PARREIRAS: PAISAGENS E MARINHAS” ficará aberta ao público até o dia 23 de janeiro de 2022(domingo). Local: MAC Niterói. Endereço: Mirante da Boa Viagem, s/nº, Boa Viagem, Niterói, RJ.














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TRAVÉS DO POEMA “ARGILA” HOMENAGEAMOS RAUL DE LEONI RAMOS POETA DO NEOPARNASIANISMO E SIMBOLISMO

 



ARGILA

 

Nascemos um para o outro, dessa argila                     

De que são feitas as criaturas raras;

Tens legendas pagãs nas carnes claras

E eu tenho a alma dos faunos na pupila...

 

Às belezas heroicas te comparas

E em mim a luz olímpica cintila,

Gritam em nós todas as nobres taras

Daquela Grécia esplêndida e tranquila...

 

É tanta a glória que nos encaminha

Em nosso amor de seleção, profundo,

Que (ouço ao longe o oráculo de Elêusis)

 

Se um dia eu fosse teu e fosses minha,

O nosso amor conceberia um mundo

E do teu ventre nasceriam deuses...

 

***************

 

 

Patrono da Cadeira 38 da ACADEMIA NITEROIENSE DE LETRAS, tendo como acadêmicos titulares: Antônio Ramos de Lacerda; Abeylard Pereira Gomes, Gercy PINHEIRO DE Souza e a acadêmica atual que ocupa a nobre Cadeira é a escritora Neide Barros Rêgo. Que foi empossada em 29 de agosto de 2007 e foi saudada, brilhantemente, pela acadêmica Márcia Pessanha. E elogiada pelo admirável presidente Dr. Jorge Loretti.

 

 

CLICAR NO LINK PARA ASSISTIR A POSSE DE NEIDE BARRO RÊGO. https://youtu.be/4lhdcIBVg4g

 

 

                                                             

O poeta brasileiro, Raul de Leoni Ramos, nascido a 30 de outubro de 1895, em Petrópolis, no Rio de Janeiro, e falecido a 21 de novembro de 1926, em Itaipava, também no Rio de Janeiro, movimentou-se entre as áreas do neoparnasianismo e, principalmente, do simbolismo.

 

Em 1916, concluiu o bacharelato em Ciências Jurídicas e Sociais na Faculdade Livre de Direito do Rio de Janeiro. Entretanto, já era colaborador, desde 1914, das revistas Fon-Fon! e Para Todos, e, mais tarde, colaborou no Jornal do Brasil, Jornal do Commercio, O Jornal e O Dia.

 

Raul de Leoni trabalhou também no corpo diplomático brasileiro e, em 1918, esteve destacado em Montevidéu, no Uruguai, depois de ter recusado colocação idêntica no Vaticano. Antes, nesse mesmo ano, tinha sido nomeado secretário da Legação do Brasil em Cuba, mas nunca chegou a tomar posse do cargo. Permaneceu apenas três meses em Montevidéu e quando regressou foi eleito deputado à Assembleia Fluminense.

 

Em 1919, lançou o seu primeiro livro de poesia, Ode a Um Poeta Morto, uma homenagem a Olavo Bilac, que foi sucedido, três anos mais tarde, por Luz Mediterrânea.

 

Raul de Leoni nunca se associou abertamente a nenhuma escola literária, o que levou a que acabasse por ter uma carreira poética algo discreta em vida, apesar do seu talento ser reconhecido. Em finais do século XX, a sua obra, apesar de pequena, era alvo de aprofundados estudos e cativava inúmeros leitores.

 

O poeta destacou-se ainda como desportista tendo ganhado diversas provas de natação e remo em representação do clube Icaraí.

 

Doente dos pulmões, Raul de Leoni isolou-se em 1923 dos amigos e família, deixou o trabalho de inspetor numa companhia de seguros e foi viver para Itaipava, onde acabou por morrer.

 

Raul de Leoni faleceu a 21 de novembro de 1926 e apenas com 35 anos mais tarde foi editada uma antologia de poemas seus, intitulada Trechos Escolhidos.

"NO CAMINHO DE SWANN DE MARCEL PROUST” É A OBRA EM DEBATE NO MÊS DE JANEIRO DE 2022 DO CLIC – CLUBE DE LEITURA DE ICARAÍ – ADMINISTRADOR EVANDRO PAIVA.





Próxima reunião: 16 de janeiro de 2022(domingo) às 11h – Livro: “NO CAMINHO DE SWANN” do escritor MARCEL PROUST. Local: Parque Estadual da Chacrinha. Endereço: Rua Guimarães Natal, s/n°, Copacabana - Rio de Janeiro – RJ – Brasil.



O Clube reúne amantes da Literatura que buscam o encontro e a troca de experiências e paixões pelas letras com pessoas que possuem o mesmo interesse.

 

NOVA SISTEMÁTICA DE LEITURAS E ENCONTROS

 

Na nova versão do "Clube de Leitura Icaraí - Livros" cada um lê o que quer e eventualmente, as pessoas combinam entre os interessados uma reunião, presencial ou online, de forma descentralizada, para conversar sobre as leituras feitas ou sobre uma leitura específica que todos tenham lido. Com uso de máscara, comprovante de vacinação e limitado a 10 participantes.

 

PRÓXIMOS DEBATES

 

19/02/2022 17h - R222-PPP4 - Guerra e Paz: Liev Tolstói - Convidada: Sandra Guimarães

19/03/2022 17h - R223-PPP5 - O nome da rosa: Umberto Eco - CLARON

Data a combinar - PPPn - Tema a ser definido - Lumiar

Data a combinar - PPPn+1 - Na maior em Paris, com Elô

 

 

SINOPSE DO LIVRO NO CAMINHO DE SWANN

 

Lançado por Marcel Proust em 1913, depois de ter sido recusado pelas principais editoras francesas, este livro se concentra no período de formação do protagonista: o amor intenso pela mãe e a pouca simpatia pelo pai; o ambiente familiar dominado por mulheres; os sentimentos precoces de ódio e de culpa; as temporadas na provinciana Combray, com suas histórias locais; os primeiros contatos com pessoas que iriam viver, envelhecer e desaparecer sob os olhos do narrador.

 

Entre as muitas figuras que povoam o mundo de Proust, neste volume se destacam o rico Sr. Charles Swann e a jovem e sedutora Odette de Crécy (casal interpretado no cinema por Jeremy Irons e Ornella Muti, numa adaptação do diretor alemão Volker Schlöndorff). O capítulo "Um Amor de Swann" é quase um romance à parte: um magistral estudo sobre o ciúme, talvez o melhor que a literatura já produziu.

 

Personagens Principais

Marcel – narrador, deseja ser escritor

Charles Swann – amigo da família de Marcel, financista

Odette de Crécy – esposa de Swann, de reputação questionável

Forcheville – conde, amante de Odette e rival de Swann

Mãe – mãe de Marcel, preocupado com a natureza de Marcel

Pai – figura distante, ocasionalmente generoso com Marcel

Oriane de Guermantes – duquesa, grande proprietária em Combray

Baron de Charlus – aristocrata amigo de Swann, família Guermantes



 

 

UM POUCO SOBRE MARCEL PROUST

 

VALENTIN LOUIS GEORGES EUGÈNE MARCEL PROUST nasceu em Auteuil, 10 de julho de 1871 e faleceu em Paris, 18 de novembro de 1922, foi um escritor francês, mais conhecido pela sua obra À la recherche du temps perdu (Em Busca do Tempo Perdido), que foi publicada em sete partes entre 1913 e 1927.

 

Filho de Adrien Proust, um célebre professor de medicina, e Jeanne Weil, alsaciana de origem judaica, Marcel Proust nasceu numa família rica que lhe assegurou uma vida tranquila e lhe permitiu frequentar os salões da alta sociedade da época. Após estudos no Liceu Condorcet, prestou serviço militar em 1889. De volta à vida civil, assistiu na École Libre des Sciences Politiques aos cursos de Albert Sorel e Anatole Leroy-Beaulieu; e na Sorbonne os de Henri Bergson (1859-1941) cuja influência sobre a sua obra será essencial.

 

Em 1900, efectuou uma viagem a Veneza e se dedica às questões de estética. Em 1904, publicou várias traduções do crítico de arte inglesa John Ruskin (1819-1900). Paralelamente a artigos que relatam a vida mundana publicados nos grandes jornais (entre os quais Le Figaro), escreveu Jean Santeuil, uma grande novela deixada incompleta, e publicou Os Prazeres e os Dias (Les Plaisirs et les Jours), uma reunião de contos e poemas. Após a morte dos seus pais, a sua saúde já frágil deteriorou-se mais. Ele passou a viver recluso e a esgotar-se no trabalho. A sua obra principal, Em Busca do Tempo Perdido (À la Recherche du Temps Perdu), foi publicada entre 1913 e 1927, o primeiro volume editado à custa do autor na pequena editora Grasset, ainda que muito rapidamente as edições Gallimard recuaram na sua recusa e aceitaram o segundo volume À Sombra das Raparigas em Flor pela qual recebeu em 1919 o prêmio Goncourt.

 

Trabalhou sem repouso à escrita dos seis livros seguintes de Em Busca do Tempo Perdido, até 1922. Faleceu esgotado, acometido por uma bronquite mal cuidada.

 

OBRAS

 

Les Plaisirs et les Jours (Calmann-Lévy, 1896)

La Bible d'Amiens (Mercure de France, 1904)

La mort des cathédrales (Le Figaro, 1904)

Sésame et les lys (1906)

Pastiches et mélanges (NRF, 1919)

Chroniques (1927)

Jean Santeuil (1952)

Contre Sainte-Beuve (1954)

Chardin et Rembrandt (Le Bruit du temps, 2009)

Em Busca do Tempo Perdido

No Caminho de Swann (Grasset, 1913)

Parte 1: Combray

Parte 2: Um Amor de Swann - no original Un amour de Swann

Parte 3: Nome de Terras: o Nome

À Sombra das Raparigas em Flor, (NRF, 1918, prix Goncourt)

Parte 1: Em Torno da Sra. Swann

Parte 2: Nome de Terras: a Terra

O Caminho de Guermantes (NRF, 1921-1922)

Sodoma e Gomorra (NRF, 1922-1923)

A Prisioneira (NRF, 1923)

A Fugitiva ou (Albertine Desaparecida, 1925)

O Tempo Redescoberto (NRF, 1927)




 

INFORMAÇÕES: VISITE O BLOG DO CLIC –

LINK: https://clubedeleituraicarai.blogspot.com/2022/01/foto_2.html

 



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8 de janeiro de 2022

OSWALDO MONTENEGRO REGRAVA SUCESSO “ESTRELAS”, EM PARCERIA COM CLARISSA




O encontro musical de Oswaldo Montenegro e Clarissa resultou na canção “Estrelas”, regravação de um dos grandes sucessos da carreira do cantor.  A jovem de voz suave e afinadíssima já fazia parte do universo do artista, que teve em clipes e filmes seus a voz da cantora Raiza RÁAE, irmã de Clarissa. O arranjo intimista precede o clima do videoclipe, que foi gravado em uma noite enluarada.

“Muita gente canta bem. Alguns poucos bons intérpretes emocionam quem ouve. Raríssimos acrescentam a essas qualidades a facilidade. Clarissa é assim – a música sai dela sem que isso seja esforço. A arte retorna a seu estado primeiro: flui sem objetivo e sem luta. É como um pássaro que voasse sem bater asa alguma”, afirma Montenegro. E completa: “Isso me impressionou nessa jovem artista. O canal entre sua alma e o mundo é limpo e sem obstáculos.”

 


7 de janeiro de 2022

VIOLETA VERY PERI É A COR EM TENDÊNCIA PARA O ANO DE 2022

 

 

Todo final de ano, a Pantone, empresa líder do setor de cores, anuncia a cor tendência do ano seguinte. Para 2022, a escolhida foi um violeta batizado de Very Peri. Pela primeira vez, a marca desenvolveu uma cor exclusiva como tendência esse tom de violeta ainda não existia na paleta Pantone.

 

No ano de 2021, foram duas cores escolhidas pela Pantone para representar o ano, o amarelo “Illuminating” e o cinza “Ultimate Gray”. Segundo eles argumentaram, essa foi a combinação perfeita durante a pandemia da Covid-19 e várias quarentenas: apenas a combinação certa de cores “para transmitir uma mensagem de força e esperança que é duradoura e edificante”. Passado um ano, o mundo precisa de uma cor mais profunda e alegre – que seja, nas próprias palavras da Pantone, “audaciosa”. E assim foi escolhido o violeta “Very Peri” (referência 17-3938).

 

Em 2021, a cor do ano da Pantone foi, na verdade, uma dupla de cores: cinza e amarelo, representando força e otimismo. Com certeza é uma combinação que vemos muito na decoração.

 

O mesmo deve acontecer com Very Peri, uma tonalidade que aparecerá cada vez mais na moda, no design, na arte e também na decoração, em 2022 e nos próximos anos. Inclusive, o violeta já é tendência agora em 2021.  

 

Os romanos usavam a lavanda como detergente e antisséptico, além de repelente de insetos. Quando a trouxeram para a Provença, encontraram um clima acolhedor, onde a planta prosperou e agora é colhida comercialmente em toda a região. A época ideal para visitar é de meados de junho a meados de julho, quando as flores roxas estão desabrochando.

 

À medida que o mundo faz planos para viajar em 2022, embora sob as regras e restrições de entrada em certos países, um casamento perfeito pode ser, simplesmente, ir para um lugar cercado por esta cor. A França é o país mais visitado do mundo e, depois de Paris, uma rota de viagem ideal é seguir para o sul, para a Provença, e vagar entre os suntuosos campos de lavanda roxa.

 

SOBRE A PANTONE

 

A marca PANTONE®, foi criada pela Pantone Inc. que está sediada em Carlstadt, Nova Jersey, EUA. Considerada a autoridade em cores no mundo, é conhecida pelos seus sistemas e tecnologias de ponta criados para os processos que envolvem cores com reprodução precisa, nas etapas de seleção, comunicação e controle de cores. O nome PANTONE® é conhecido mundialmente como a linguagem padrão para a comunicação precisa em todas as fases do processo de gerenciamento de cores, desde o designer até o fabricante, desde o revendedor e até o consumidor, em várias indústrias.

 

Em 1963, Lawrence Herbert, fundador da PANTONE®, criou um sistema inovador de identificação, combinação e comunicação de cores para resolver problemas associados com produção precisa de combinações de cores na comunidade de artes gráficas. Sua visão de que o espectro de cores é visto e interpretado diferentemente por cada indivíduo conduziu à invenção do PANTONE MATCHING SYSTEM, um manual de cores padrão em formato de leque ou chip.

 

Durante os últimos 50 anos, a marca PANTONE® desenvolveu e aprimorou o conceito do seu sistema de combinação de cores, adaptando-o para outras indústrias, onde a reprodução fiel das cores são críticas, incluindo tecnologia digital, têxteis, plásticos, arquitetura e interiores. A Pantone LLC. desenvolve continuamente ferramentas de comunicação, seleção e controle de cores para uma variedade de situações e agressivamente adota novas tecnologias digitais para atender às necessidades de cores de designers e profissionais de produção. A Pantone INC foi adquirida em 2007 pela X-RITE, líder em equipamentos de calibração e medição, no sentido de aprimorar ainda mais esta importante modernização do sistema.