9 de fevereiro de 2026

MENSAGEM DE ANIVERSÁRIO PARA NICOLE

 

Querida sobrinha-neta Nicole, 

Hoje, 09 de fevereiro de 2026, celebramos com alegria os seus 09 anos de vida. Que dia memorável! É impossível não se comover ao perceber como você cresce, floresce e ilumina os ambientes por onde passa. Você é uma garotinha extrovertida, cheia de simpatia, que conquista corações com a sua espontaneidade e com o brilho que carrega no olhar. 

Nós, seus tios-avós Shirley e Alberto, queremos registrar neste dia tão especial o quanto você é amada e admirada. Você é filha de nossos queridos sobrinhos Mahatma e Cíntia, que, como verdadeiros educadores cristãos, dedicam suas vidas a ensinar e a espalhar a Palavra de Cristo pelo mundo. Eles são missionários, evangelistas, mestres e semeadores da fé, e você, Nicole, já traz em seu coração essa mesma essência do amor de Cristo. 

Desde cedo, percebemos em você uma obediência doce e sincera aos seus pais, um reflexo da educação que recebe e da fé que já floresce em sua alma. É como se o Espírito Santo tivesse plantado em você uma sementinha que cresce em forma de bondade, alegria e amor. Você é um testemunho vivo de que a infância pode ser também um terreno fértil para a graça divina. 

Nicole, você é como uma pequena estrela que brilha no céu da nossa família. Sua presença é um presente, sua risada é música, sua simpatia é bálsamo. Que ao longo da vida você continue sendo essa menina que espalha luz, que acolhe com ternura, que inspira com simplicidade. 

Você é uma criança que já demonstra maturidade espiritual. Em seus gestos, em suas palavras e até em seus silêncios, vemos a marca do amor de Cristo. Você é obediente, respeitosa e ao mesmo tempo cheia de vida, com uma energia que contagia e uma alegria que se espalha como perfume suave.

Ao completar nove anos, você entra em uma fase de descobertas ainda mais intensas. É um tempo em que a curiosidade se expande, em que os sonhos começam a ganhar forma, em que a identidade se fortalece. E nós sabemos que você trilhará esse caminho com a mesma graça que já demonstra, porque sua vida está firmada em valores sólidos e em uma fé que floresce.

Desejamos que este aniversário seja marcado por momentos de felicidade pura, por abraços calorosos e por sonhos que começam a se desenhar. Que cada vela soprada seja um símbolo da fé que se fortalece, da esperança que se renova e do amor que se multiplica. 

Que Jesus Cristo, o Mestre dos mestres, continue guiando seus passos, protegendo seus caminhos e enchendo seu coração de paz. Que você cresça em sabedoria, graça e amor, sempre obediente e fiel, como já demonstra ser. 

Nicole, nossa oração é que você seja sempre um reflexo da bondade divina, que sua vida seja um testemunho da alegria que vem de Cristo, e que você nunca perca essa essência tão pura que já carrega. 

Parabéns, Nicole! Que os próximos anos sejam repletos de descobertas, conquistas e bênçãos. Que você continue sendo essa menina extrovertida, simpática e cheia da presença de Deus. 

Com todo o nosso carinho e afeto,

Seus tios-avós, Shirley e Alberto

09 de fevereiro de 2026

 

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ORAÇÃO PARA NICOLE

 

Senhor, neste dia tão especial,

Elevamos nossa gratidão.

Pela vida da Nicole, tão singular,

Pela sua risada que é canção.

 

Que os anjos guardem você em cada passo,

Que o Espírito Santo seja o seu abraço.

Que sua infância seja jardim florido,

Onde o amor de Cristo é sempre vivido.

 

Nicole é estrela que brilha no céu,

É doce perfume, é puro mel.

Que sua vida seja sempre luz,

Que seus caminhos sigam Jesus.

 

Que a obediência seja sua guia,

Que a esperança nunca se desvie.

Que a fé seja chama que não se apaga,

Que o amor seja ponte que nunca se rasga.

 

Senhor, abençoe esta menina querida,

Que aos nove anos já mostra a vida,

Como testemunho da Sua bondade,

Como promessa de eternidade.

 

Amém



BÊNÇÃO POÉTICA PARA NICOLE

 

Senhor, neste dia tão especial,

Elevamos nossa gratidão.

Pela vida da Nicole, tão singular,

Pela sua risada que é canção.

 

Que os anjos guardem você em cada passo,

Que o Espírito Santo seja o seu abraço.

Que sua infância seja jardim florido,

Onde o amor de Cristo é sempre vivido.

 

Nicole é estrela que brilha no céu,

É doce perfume, é puro mel.

Que sua vida seja sempre luz,

Que seus caminhos sigam Jesus.

 

Que a obediência seja sua guia,

Que a esperança nunca se desvie.

Que a fé seja chama que não se apaga,

Que o amor seja ponte que nunca se rasga.

 

Senhor, abençoe esta menina querida,

Que aos nove anos já mostra a vida,

Como testemunho da Sua bondade,

Como promessa de eternidade.

 

E quando os anos avançarem,

Que você nunca deixe de sonhar.

Que seus estudos sejam sementes,

E seus dons floresçam sem cessar.

 

Que você seja voz que consola,

Que você seja mão que acolhe.

Que sua juventude seja marcada

Por escolhas firmes e corajosas.

 

Que no futuro, quando olhar para trás,

Você veja caminhos de paz.

Que cada lágrima tenha sido regada

Por esperança que jamais se acaba.

 

Que sua vida seja como rio sereno,

Que leva frescor por onde passa.

Que sua fé seja como árvore forte,

Que resiste ao vento e nunca se abala.

 

Nicole, que você seja sempre lembrada

Como menina que espalha ternura.

Que sua história seja escrita

Com capítulos de amor e de cura.

 

E que, ao crescer, você seja aurora,

Que anuncia dias de esperança.

Que sua voz seja canto de alegria,

Que sua vida seja eterna aliança.

 

Amém.



7 de fevereiro de 2026

A HOMILIA DE DOM ALANO - LUZ E UNÇÃO NA COMUNIDADE


Entre a Palavra e o Testemunho - Marco Aurélio, um Amigo que Inspira pela Fé e pela Presença.

Crônica Reflexiva © Alberto Araújo 

O sino da igreja soou às 18h em ponto, anunciando não apenas o início da missa, mas também a abertura de um espaço sagrado onde o tempo parece suspenso. Sábado, 07 de fevereiro, e eu, acompanhado de minha Shirley, nos dirigimos à Paróquia e Santuário São Judas Tadeu. A celebração seria presidida por Dom Frei Alano Maria Pena, Arcebispo Emérito, cuja presença sempre traz consigo uma aura de serenidade e unção. 

Dom Alano não é apenas um celebrante; é um pastor que carrega consigo a experiência de uma vida dedicada ao Evangelho. Suas homilias têm o dom de confortar, de tocar o íntimo das pessoas, como se cada palavra fosse cuidadosamente escolhida para se encaixar na necessidade de cada coração presente. Há algo de especial em sua voz: firme, mas suave; profunda, mas acessível. É como se ele conseguisse traduzir o mistério divino em gestos humanos, em palavras que se tornam alimento espiritual.

O canto de entrada, “Deixa a luz do Céu entrar” já preparava o espírito para o que viria. O ato penitencial lembrava que o Senhor veio salvar os arrependidos, e o hino de louvor ecoava em uníssono: “Glória a Deus nas alturas”. Cada parte da liturgia se entrelaçou com a homilia que veio como um fio contínuo de fé e esperança. 

As leituras do dia falavam de partilha e solidariedade. Isaías anunciava que uma luz brilha nas trevas para os justos, e São Paulo, em sua carta aos Coríntios, reforçava a importância da união e da vida em comunidade. O Evangelho, por sua vez, trazia a metáfora que sempre nos desafia: “Vós sois o sal da terra... Vós sois a luz do mundo”.

Dom Alano, ao comentar essas passagens, não se limitou a explicá-las. Ele as viveu diante de nós. Sua homilia foi um convite à prática concreta da fé: ser sal que dá sabor à vida dos outros, ser luz que ilumina caminhos obscurecidos pela dor ou pela indiferença. Não havia espaço para teorias abstratas; tudo era colocado no chão da vida, na realidade cotidiana de cada fiel. 

O que torna suas homilias tão especiais é a unção que as permeia. Não é apenas eloquência, não é apenas conhecimento teológico. É a presença do Espírito que se manifesta em cada palavra. Há quem diga que a verdadeira homilia não é aquela que impressiona pela retórica, mas aquela que transforma silenciosamente quem a escuta. E é exatamente isso que acontece quando Dom Alano fala: sentimos que algo se move dentro de nós, que somos chamados a ser melhores, a viver com mais amor e gratidão.

Quando o credo foi proclamado e a oração da comunidade elevou nossas súplicas, havia um sentimento coletivo de paz. Não era apenas a missa de um sábado qualquer; era um encontro com o sagrado, mediado por alguém que carrega consigo a missão de ser presença viva de Cristo entre nós.

Um momento que merece destaque foi o ofertório, acompanhado pelo canto “Pão e Vinho... é teu esse milagre de amor”. Ali, cada gesto era carregado de significado. A patena, aquela pequena bandeja que acompanha o ministro da Eucaristia durante a comunhão, foi segurada por Marco Aurélio, amigo querido e homem de fé.

Marco Aurélio é um amigo daqueles que se tornou parte da nossa amizade e da própria paisagem da Igreja. Sempre que chegamos à Paróquia São Judas Tadeu aos sábado, lá está ele, sentado em silêncio, em atitude de oração, mas pronto para nos cumprimentar com simpatia e uma palavra afetuosa. Essa graciosa manifestação de carinho é tão rica que já faz parte da nossa experiência de chegar à Igreja. Ele nos confessou, em sua simplicidade, que nos admira muito, que nos considera um casal simpático. E nós, com igual verdade, respondemos que a recíproca é plenamente verdadeira: gostamos muito dele também, e sua presença nos alegra. 

Ele nos contou que sua ligação com a paróquia vem de longa data, desde os tempos em que a Igreja São Judas ainda estava sob a direção do Padre Abílio. 

Naquela época, o templo se localizava onde hoje funciona o Restaurante Tenore, em Icaraí. Marco Aurélio era levado pela mãe, ministra da Eucaristia e mulher dedicada aos necessitados. Foi dela que herdou não apenas o costume de frequentar as missas, mas também a devoção sincera e o compromisso com a comunidade. 

E até hoje, desde quando a Igreja mudou para a Rua Ary Parreiras, o diretor era o Wilde Padre Ricardo. Atualmente, o coordenador é o Padre Carmine e coauxiliado por Padre Alex e auxiliado às vezes pelo Padre André, que ele continuou a frequentar a Igreja. 

O que torna sua presença ainda mais admirável é o fato de morar na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro. A distância é grande, mas isso nunca foi obstáculo. Ele consegue chegar a tempo para participar das missas aos sábados, demonstrando que a fé, quando é verdadeira, vence qualquer barreira geográfica. Esse esforço revela não apenas disciplina, mas amor profundo pela comunidade e pelo altar de São Judas Tadeu.

Sua história é um testemunho daquilo que Dom Alano sempre nos recorda em suas homilias: a fé se manifesta em gestos concretos, em atitudes de entrega e solidariedade. Marco Aurélio é parte desse mosaico que dá vida à Igreja, e sua trajetória mostra como a comunidade cristã é feita de pessoas reais, com histórias que se entrelaçam e formam um tecido de fé. 

Ao final da missa, Dom Alano nos presenteou com uma reflexão que ressoou profundamente em todos os presentes. Ele nos lembrou de que nossa fé não deve se limitar a imagens, fotografias ou estátuas, mas sim ao encontro vivo e verdadeiro com Jesus Cristo. É diante Dele, como pessoa e divindade, que devemos nos apresentar, entregando nossa alma e nosso coração aos seus ensinamentos e aos seus cuidados. Essa entrega não é apenas um gesto simbólico, mas uma atitude diária de confiança e amor, que nos convida a viver em comunhão com o Senhor.

Suas palavras foram como um chamado à autenticidade da fé: não basta admirar representações externas, é preciso mergulhar na essência do Evangelho e deixar que Cristo molde nossa vida. Assim, cada fiel saiu da celebração com a certeza de que a verdadeira devoção nasce do coração e se traduz em gestos concretos de amor e entrega. 

E assim, ao deixar a igreja, carregávamos conosco não apenas a lembrança de uma celebração, mas a certeza de que fomos tocados por algo maior. A homilia de Dom Alano não terminou com a missa; ela continua em cada atitude nossa, em cada gesto de amor que decidimos praticar.

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural

07 de fevereiro de 2026.





 

6 de fevereiro de 2026

ANA CLARA E O CORAÇÃO QUE ABRAÇA OS ANIMAIS

Quando penso em Ana Clara, não a vejo apenas como uma jovem que cresceu diante dos nossos olhos. Vejo-a como parte de uma paisagem maior, como se fosse uma árvore que nasceu pequena, mas que, ao longo dos anos, estendeu seus galhos em direção ao céu, oferecendo sombra e frutos a todos que se aproximam. 

Ana Clara sempre teve um coração que escutava. Escutava o chamado dos pássaros feridos, o miado tímido dos gatos abandonados, o olhar suplicante dos cães sem dono. Escutava também o silêncio dos animais que não podiam falar, mas que encontravam nela uma tradutora de suas dores e necessidades. Era comum vê-la recolhendo um filhote perdido, cuidando de um passarinho caído, ou simplesmente acariciando o cachorro da família com uma ternura que parecia infinita. 

Essa paixão não era apenas um gesto passageiro de infância. Era uma chama que crescia junto com ela, iluminando seus dias e guiando suas escolhas. Enquanto outras crianças sonhavam com castelos ou aventuras, Ana Clara sonhava com clínicas veterinárias, com livros de anatomia animal, com a possibilidade de transformar sua compaixão em profissão.

Desde pequena, sua presença irradiava bondade e curiosidade, como se o mundo fosse um livro aberto e cada página trouxesse uma nova oportunidade de aprender, cuidar e amar. 

Lembro-me de sua delicadeza e da forma como seus olhos brilhavam diante de qualquer ser vivo. Não era apenas uma menina que gostava de brincar com animais; era uma alma que se conectava profundamente com eles, como se pudesse escutar o que não era dito, traduzir o que não era falado.

 

Recordo-me de quando ela tinha apenas seis anos. Eu partia para longe, e ela ficava, com seus olhos atentos, como quem já pressentia que o futuro lhe reservaria grandes conquistas. Era pequena, mas já trazia no coração uma vocação: cuidar. Não apenas dos animais, mas de tudo o que respirava vida. 

Um episódio que sua mãe Adélia nos contou, que nunca saiu da minha memória aconteceu em um restaurante. Ana Clara chegou e viu um cachorrinho magro, magérrimo, quase invisível aos olhos apressados das pessoas. Mas não aos dela. Sem hesitar, entrou na cozinha, comprou carne e ofereceu ao animal. O gesto simples, mas imenso, revelou o que sempre esteve em seu coração: a incapacidade de ignorar a dor alheia, a urgência de socorrer, a compaixão que não se mede em palavras, mas em atitudes. 

Assim era também com Quirina, a cachorrinha um pinscher inglês miniatura nº 6 que ganhou dela carinho e atenção como se fosse parte da família. A ligação entre as duas era tão intensa que, quando Quirina morreu, Ana Clara entrou em desespero. A dor da perda foi profunda, mas também mostrou o quanto ela era capaz de amar. Para preencher o vazio, veio outro cachorro, e Ana Clara, com sua criatividade e ternura, deu-lhe o nome de Gerald, em homenagem ao personagem do filme piauiense Aí que vida. Era como se, ao nomear, ela desse ao novo amigo não apenas identidade, mas também história, memória e afeto. 

Os animais sempre foram parte de sua vida. Sempre se encantou com os passarinhos do tio, o saudoso professor Lima Neto. Ficava horas observando-os, como quem aprende com o canto e com o voo. Para Ana Clara, cada criatura tinha algo a ensinar, cada gesto da natureza era uma lição de beleza e resistência e muitos outros momentos em que não presenciei, mas que deixaram marcas indeléveis na alma de todos os seus familiares. 

Com isso, esses episódios não foram apenas momentos isolados; foram capítulos de uma história maior. Uma história de bondade, de dedicação, de paixão pelos animais. Uma história que se transformou em vocação. Desde cedo, Ana Clara sabia que queria ser veterinária. Não era apenas um sonho infantil, mas um chamado profundo, uma missão que ela abraçou com disciplina e alegria. 

Estudiosa, obediente, feliz, Ana Clara construiu sua trajetória com passos firmes. Cada livro aberto, cada noite de estudo, cada desafio vencido foi um degrau rumo à realização. E mesmo diante das dificuldades, nunca perdeu o sorriso. Sua felicidade vinha da certeza de estar caminhando na direção certa. 

Hoje, ao olhar para trás, vejo que sua vida é como uma canção composta de episódios marcantes: o cachorro magro que recebeu carne, a Quirina que foi amada até o último suspiro, o Gerald que ganhou nome e história, os passarinhos que encantam seus olhos. Tudo isso forma a melodia de quem nasceu para cuidar, proteger e amar. 

Mas para falar de Ana Clara, é preciso recorrer às metáforas da natureza. Ela é como um rio que nunca deixa de correr, mesmo diante das pedras que tentam interromper seu curso. É como uma estrela que brilha no céu, mesmo quando as nuvens tentam escondê-la. É como uma borboleta que, após a metamorfose, descobre que suas asas podem levá-la mais longe do que jamais imaginou. 

Ana Clara é árvore e raiz. É vento e brisa. É canto de pássaro e silêncio de madrugada. Sua vida é feita de ciclos, como as estações, e em cada ciclo ela floresce de novo, mais forte, mais bela, mais inteira.

E essa melodia chega agora ao seu ponto mais alto. No dia 06 de fevereiro de 2026, Ana Clara celebrará sua formatura em Medicina Veterinária. Não é apenas um diploma; é a concretização de um sonho que nasceu na infância e cresceu com ela. É a prova de que a dedicação, a bondade e a paixão podem transformar vidas, não apenas a dela, mas também a de todos os animais que cruzarem seu caminho. 

Ana Clara, que sua jornada continue sendo iluminada pela ternura que sempre te guiou. Que cada animal que encontrar em sua vida seja tratado com o mesmo carinho que você deu ao cachorrinho magro, a Quirina, ao Gerald, aos passarinhos do tio. Que sua profissão seja mais do que trabalho: seja missão, seja amor, seja poesia. 

Não posso finalizar este texto sem erguer um gigante megafone e pronunciar, em alto e bom som, os nomes daqueles que estiveram ao lado de Ana Clara em sua jornada acadêmica. 

Sua mãe, Adélia Araújo, que lhe deu não apenas a vida, mas também o exemplo de força e dedicação. O PAI Fábio Braga que sempre incentivou em seus estudos. Sua avó, Idvani Braga, que lhe ofereceu colo, sabedoria e amor incondicional. Sua tia, Sônia Lima, e seu esposo, Lima Neto (In memoriam), que marcaram sua trajetória com apoio e presença. Sua tia, Conceição Araújo, Arthur e Sthephany, que mesmo morando longe sempre esteve por perto, oferecendo carinho e incentivo. Os tios Lúcia e Luiz Quaresma. Seus tios, Alberto Araújo e Shirley, que vibraram com cada conquista, como se fossem deles também. Seus tios: Decy e sua esposa, Mica, Elias Neto, Iara Sousa, enfim a todos os que, de alguma forma, participaram dos momentos acadêmicos de Ana Clara, seja com palavras de incentivo, gestos de apoio ou simples presenças silenciosas.

Cada nome aqui pronunciado é parte da sinfonia que compôs a vida de Ana Clara. Sem eles, o caminho seria mais difícil; com eles, tornou-se mais leve, mais bonito, mais possível. 

E agora, com o coração cheio de orgulho, que expressamos a nossa alegria: no dia 06 de fevereiro de 2026, Ana Clara celebrará sua formatura em Medicina Veterinária. Um marco que não é apenas dela, mas de todos que a apoiaram. Uma conquista que honra sua infância, sua juventude e seu futuro. 

© Alberto Araújo

06 de fevereiro de 2026.















 

5 de fevereiro de 2026

HOJE É O DIA DE VICENTE

Hoje, 05 de fevereiro de 2026, é um dia que brilha com mais intensidade. É o aniversário do nosso querido sobrinho-neto Vicente, que completa 7 anos de vida. Uma data que não é apenas marcada no calendário, mas gravada nos corações de todos nós que o amamos. 

Sete anos atrás, Vicente chegou como um presente divino, trazendo consigo alegria, esperança e união para toda a família. Desde então, cada aniversário é uma oportunidade de recordar o quanto sua presença é valiosa e o quanto ele já nos inspira com sua bondade e generosidade. 

Neste dia, celebramos não apenas o crescimento de um menino, mas o florescer de uma alma iluminada. Vicente, com sua essência altruísta e seu coração puro, nos ensina que compartilhar é amar, e que amar é viver em plenitude.

Que esta data seja envolvida por abraços calorosos, risadas sinceras e a certeza de que ele é profundamente amado. Que os pais, avós, tios e todos os familiares possam se reunir em torno dele, como no primeiro dia de sua vida, para agradecer a Deus por este dom precioso. 

Hoje é o dia de Vicente. Um dia para celebrar a vida, a luz e a generosidade que ele já espalha pelo mundo. 

Parabéns, Vicente! Que este aniversário seja apenas o início de mais um ciclo repleto de descobertas, sonhos realizados e momentos felizes. 

Shirley & Alberto Araújo

05 de fevereiro de 2026

 



 

30 de janeiro de 2026

PADRE ALEX COUTINHO DE ABREU CINCO ANOS DE UM “SIM” QUE TRANSFORMA VIDAS


"E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura."  Marcos 16:15 

Na luz que emana do altar, onde o pão se torna corpo e o vinho se faz sangue, há um sacerdote que, há cinco anos, respondeu com coragem e amor ao chamado do Cristo: "Sigam-me, e eu os farei pescadores de homens" - Mateus 4:19. 

“Segue-me” e o Padre Alex Coutinho, vigário paroquial da amada Paróquia São Judas Tadeu em Icaraí o seguiu e celebra em 30 de janeiro o quinto aniversário de seu “sim”, um sim que ecoa como canto de esperança nas paredes da igreja e nos corações dos fiéis. 

Expressivo em sua presença, profundo em suas palavras, Padre Alex é mais que um mensageiro do Evangelho: é um jardineiro da fé, que cultiva com ternura cada alma que se aproxima do mistério divino. Suas homilias não são apenas reflexões; são convites à conversão, à escuta do Espírito, à vivência autêntica do amor cristão. E ao final da comunhão, quando o silêncio se torna sagrado, ele ergue sua voz em oração, uma súplica ungida, repleta de amor por Cristo, que toca os corações como brisa suave do Espírito Santo. 

Cinco anos de sacerdócio não são apenas uma marca no tempo, mas um testemunho vivo de entrega, renúncia e serviço. Padre Alex tem sido presença que consola, palavra que desperta, gesto que acolhe. Sua missão, como a dos discípulos de outrora, é ir por todo o mundo, começando por nós, aqui em Icaraí e anunciar com vida o Evangelho da salvação. 

Neste dia de ação de graças, a comunidade se une em oração e louvor, reconhecendo que o sacerdócio é dom e mistério. Que o Senhor continue a fortalecer os passos de Pe. Alex, renovando em seu coração o ardor missionário e a alegria do serviço. Que sua voz continue a proclamar com coragem: “Eis-me aqui, Senhor, envia-me!” 

A Missa em Ação de Graças será celebrada no dia 30 de janeiro, às 18h. Venha, participe, e celebre conosco este marco de fé e amor. Porque quando um sacerdote diz “sim”, o céu sorri e a terra se enche de esperança. 

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BIOGRAFIA DO PADRE ALEX COUTINHO 

No coração da Arquidiocese de Niterói, entre as ruas de Icaraí e o pulsar da fé que se renova a cada celebração, floresce a história de um sacerdote que fez da timidez um altar e da oração um caminho: o Padre Alex Coutinho Abreu. Vigário paroquial da Paróquia de São Judas Tadeu, em 30 de janeiro de 2026 celebra os cinco anos de sua ordenação presbiteral, marco que não é apenas cronológico, mas espiritual, como um jubileu íntimo entre o céu e a terra. 

A vocação de Padre Alex não surgiu em meio a aplausos ou certezas, mas no recolhimento da adoração e na força discreta de um retiro carismático. Ali, onde o Espírito Santo sopra com suavidade e poder, ele ouviu o chamado de Deus. A timidez que parecia um obstáculo transformou-se em sinal de humildade, e a dúvida inicial foi vencida pela confiança que brota da oração. Cada lágrima derramada diante do Santíssimo Sacramento tornou-se semente de coragem, cada canto de louvor nos retiros da Renovação Carismática Católica foi tijolo na construção de sua entrega. 

O início de sua vida ministerial coincidiu com um tempo de provação mundial: a pandemia de COVID-19. Ordenado diácono e, pouco depois, presbítero no início de 2021, Padre Alex foi chamado a viver sua primeira experiência como neo-sacerdote em meio às restrições sanitárias. As cerimônias, transmitidas online, revelaram uma Igreja que, mesmo distante fisicamente, permanecia unida espiritualmente. Sua ordenação foi testemunho de que a graça não se confina, e que o sacerdócio é dom que atravessa fronteiras e circunstâncias. 

Hoje, como vigário paroquial em São Judas Tadeu, Padre Alex Coutinho é presença constante nas celebrações, nos encontros pastorais e na vida comunitária. Sua missão não se limita ao altar: ela se estende às ruas, às famílias, aos jovens que encontram nele um sinal de esperança. Cada missa celebrada é um eco de sua fidelidade, cada bênção concedida é reflexo de sua entrega. Ele se tornou parte viva da Arquidiocese de Niterói, colaborando em atividades que fortalecem a comunhão e testemunham o amor de Cristo. 

As comemorações de seus cinco anos de sacerdócio não celebram apenas uma data, mas a perseverança de um coração que disse “sim” à Igreja e nunca voltou atrás. O reconhecimento que recebe não é fruto de títulos ou cargos, mas da simplicidade com que vive sua vocação. Seu “sim” generoso é lembrado como resposta amorosa ao chamado divino, e sua vida é vista como testemunho de que a timidez pode se transformar em força quando se confia plenamente em Deus. 

A biografia de Padre Alex Coutinho é, em essência, uma oração contínua. Cada passo dado em sua trajetória é súplica e louvor, cada gesto pastoral é intercessão silenciosa. Ele é sacerdote que carrega no olhar a serenidade de quem foi moldado pela adoração, e no coração a chama de quem se deixou conduzir pelo Espírito. Sua história é convite para que todos reconheçam que a vocação nasce no íntimo, floresce na comunidade e se consuma no amor. 

Assim, ao celebrar cinco anos de ordenação presbiteral, Padre Alex Coutinho não apenas recorda o início de sua missão, mas renova o compromisso de ser sinal da presença de Deus em Niterói. Sua vida é testemunho de que o sacerdócio é dom e mistério, e que cada “sim” dado ao Senhor se transforma em caminho de luz para o povo de Deus.

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural

30 de janeiro de 2026

Ocasião dos 5 anos de ordenação presbiteral do Padre Alex Coutinho


 

7 de janeiro de 2026

1 CORÍNTIOS 13 – O HINO AO AMOR - A CARTA DE SÃO PAULO AOS CORÍNTIOS

A CARTA DE SÃO PAULO AOS CORÍNTIOS 13 é um famoso capítulo da Primeira Epístola aos Coríntios, conhecido por sua celebração do amor (ágape) como o maior dos dons espirituais, descrevendo-o como paciente, bondoso, sem inveja, sem orgulho, e eterno, contrastando-o com dons temporários como profecia e línguas, e concluindo que fé, esperança e amor permanecem, mas o amor é o maior deles. 

O capítulo 13 da Primeira Carta de Paulo aos Coríntios é considerado um dos textos mais belos e profundos do Novo Testamento. Nele, o apóstolo apresenta o amor (ágape) como o maior dos dons espirituais, superior a qualquer manifestação extraordinária como profecia, línguas ou conhecimento. Paulo escreve à comunidade de Corinto, marcada por divisões e disputas, para mostrar que o verdadeiro fundamento da vida cristã é o amor.

A SUPREMACIA DO AMOR (VERSÍCULOS 1–3)

Paulo inicia afirmando que todas as habilidades espirituais e até mesmo os maiores atos de fé ou sacrifício não têm valor se não forem acompanhados pelo amor. Falar línguas, conhecer mistérios, mover montanhas ou entregar bens e a própria vida são inúteis sem essa essência. 

A NATUREZA DO AMOR (VERSÍCULOS 4–7)

O apóstolo descreve as qualidades do amor de forma poética e prática: 

É paciente e bondoso.

Não inveja, não se vangloria, não se orgulha.

Não maltrata, não busca interesses próprios, não se irrita facilmente, não guarda rancor.

Não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade.

Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

Essa descrição mostra que o amor é ativo, generoso e perseverante. 

A PERMANÊNCIA DO AMOR (VERSÍCULOS 8–13) 

Paulo ressalta que o amor nunca acaba. Diferente das profecias, das línguas e do conhecimento, que são temporários e imperfeitos, o amor é eterno. Ele compara o conhecimento atual a um reflexo obscuro, prometendo que, quando vier o “perfeito”, veremos face a face e conheceremos plenamente, assim como Deus nos conhece. 

A TRÍADE DA FÉ, ESPERANÇA E AMOR (VERSÍCULO 13)

O capítulo conclui com uma síntese memorável: “Agora permanecem a fé, a esperança e o amor. Mas o maior destes é o amor.” Essa tríade resume a vida cristã, destacando o amor como o valor supremo que deve orientar todas as ações.

Paulo ensina que o amor é a base indispensável da vida comunitária e espiritual. Ele transcende dons, supera diferenças e permanece como o maior dom de Deus à humanidade. 

CONTEXTO

Paulo escreveu esta carta à igreja em Corinto para resolver problemas de divisão, imoralidade e mau uso dos dons espirituais, enfatizando que o amor deve ser a base de todas as ações e interações na comunidade cristã. 

1 CORÍNTIOS 13

O mais importante é o amor 

Se eu for capaz de falar todas as línguas dos homens e dos anjos e não tiver amor, as minhas palavras são como o badalar de um sino ou o barulho de um chocalho. Se eu tiver o dom de declarar a palavra de Deus, de conhecer os seus mistérios e souber tudo; e se eu tiver uma fé capaz de transportar montanhas e não tiver amor, não valho nada. Ainda que eu dê em esmolas tudo o que é meu, se me deixar queimar vivo e não tiver amor, de nada me serve. 

O amor é paciente e prestável. Não é invejoso. Não se envaidece nem é orgulhoso. O amor não tem maus modos nem é egoísta. Não se irrita nem pensa mal. O amor não se alegra com uma injustiça causada a alguém, mas alegra-se com a verdade. O amor suporta tudo, acredita sempre, espera sempre e sofre com paciência. O amor é eterno. As profecias desaparecem; as línguas acabam-se; o conhecimento passa. Pois tanto as nossas profecias como o nosso conhecimento são imperfeitos. Quando chegar aquilo que é perfeito, tudo o que é imperfeito desaparece. Quando eu era criança, falava como criança, sentia como criança e pensava como criança. Depois tornei-me adulto e deixei o modo de ser de criança.

Agora vemos as coisas como num espelho e de maneira confusa. Naquele dia, iremos vê-las frente a frente. Agora o meu conhecimento é imperfeito, mas naquele dia vou conhecer como Deus me conhece a mim. Agora existem três coisas: fé, esperança e amor. Mas a mais importante é o amor.

 

SOBRE A IMAGEM DA POSTAGEM

 

SÃO PAULO

Pintura em óleo sobre tela, com dimensões de 103 cm de altura por 76 cm de largura. A obra esteve provavelmente na coleção dos Conti Guidi di Cesena no início do século XIX. Posteriormente, passou pela galeria Colnaghi, em Londres, em 1976, e pela Walpole Gallery, também em Londres, de onde foi adquirida pelo último proprietário. Foi exibida na mostra Italian Paintings 1550-1780, realizada pela Colnaghi em Londres entre 26 de maio e 2 de julho de 1976, sob o número 15. A referência fotográfica e de fonte é o catálogo da Sotheby’s, Londres, leilão de 8 de julho de 2009, lote 28.

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Giovanni Francesco Barbieri, mais conhecido como Guercino ou Il Guercino nasceu em Cento, 1591 e faleceu na Bolonha, 1666, foi um pintor do Barroco italiano, natural da região da Emília-Romanha e ativo em Roma e na Bolonha. "Guercino" é a palavra italiana para "estrábico", apelido que lhe foi dado por conta de seu desvio ocular. Tornou-se especialmente célebre por conta de seus caprichosos desenhos.

 

© Alberto Araújo

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29 de dezembro de 2025

MISSA DA SAGRADA FAMÍLIA - UM CANTO DE AMOR E ESPERANÇA


No dia 28 de dezembro, eu e minha esposa Shirley às 17h caminhamos até a Paróquia São Judas Tadeu, em Icaraí, para participar da Missa da Sagrada Família. O sol já se despedia lentamente, tingindo o céu de tons dourados, e havia no ar uma expectativa serena, como se cada passo nos conduzisse não apenas ao templo, mas ao coração de um mistério maior. 

Ao entrarmos, fomos acolhidos pela beleza do altar: um andor delicadamente decorado com a imagem da Sagrada Família, ornada de flores, irradiava ternura e devoção. Era como se José, Maria e o Menino Jesus estivessem ali, silenciosamente nos convidando a contemplar o valor da família, a simplicidade da fé e a grandeza do amor que se faz presença no cotidiano.

A missa foi presidida pelo Padre Alex Coutinho, cuja homilia tocou profundamente nossos corações. Suas palavras, cheias de clareza e fervor, lembravam que a família é o primeiro altar onde Deus se revela, e que o lar, mesmo em meio às dificuldades, pode ser espaço de graça e de encontro com Cristo. Havia na sua voz uma cadência que misturava firmeza e ternura, como quem fala não apenas à razão, mas também à alma. 

E então, quando o relógio marcou 18 horas, os sinos da igreja começaram a soar. Não eram apenas badaladas metálicas; eram como cânticos que se espalhavam pelo bairro, anunciando alegria, esperança e comunhão. O som dos sinos parecia abraçar a todos, dentro e fora da igreja, lembrando que a fé não se encerra nas paredes do templo, mas se expande para a vida, para as ruas, para os lares. 

Naquele instante, compreendemos que participar da Missa da Sagrada Família não era apenas cumprir um rito, mas viver uma experiência de encontro. O altar enfeitado, a homilia inspiradora, os sinos festivos, tudo se unia em harmonia para nos recordar que a presença de Deus se manifesta nos detalhes, nos gestos simples, na beleza da fé compartilhada. 

Saímos da igreja com o coração leve, como quem carrega consigo não apenas lembranças, mas uma promessa: a de que, assim como Maria e José guardaram o Menino Jesus, também nós somos chamados a guardar e cultivar a fé em nossas famílias, tornando cada lar um reflexo da Sagrada Família.

 

HOMILIA DO PADRE ALEX COUTINHO 

Queridos irmãos e irmãs, 

Sempre nos recordamos do sacramento da Eucaristia, esse tesouro da fé e da filosofia cristã, que alimenta nossa consciência e nosso coração. É por meio dele que cada um de nós é chamado a estabelecer a própria vida em profunda união com o povo de Deus, com o sangue de Cristo, com sua alma e com sua dignidade. 

Ele nos acolhe em seu corpo, que é dom gratuito. Esse dom nos torna representantes de Cristo no mundo, chamados à solidariedade e à graça. Que o Senhor nos veja aqui reunidos, em cada um de nós, procurando viver nossa vida sob o olhar da Sua graça. 

Neste momento, eu peço a Deus que esteja presente na vida de cada um. Assim como José e Maria, que mesmo diante das dificuldades confiaram nos planos divinos, também nós somos convidados a confiar nossa vida aos desígnios da fé.

Que Cristo possa estabelecer a paz em nossos lares, em nossas famílias, em nossos filhos, mesmo em meio às distrações do mundo moderno. Que essa paz seja verdadeira e venha de Deus. 

Que nossas famílias, esposos, esposas, pais e filhos sejam fortalecidas no amor e na fé. Que os pais que nos precederam na fé e no sangue nos inspirem a viver com dignidade. 

Eu lhes ofereço a oportunidade de contemplar este livro sagrado, não como algo perfeito em si mesmo, mas como sinal da nossa necessidade de ouvir a voz de Cristo. Que ao tocarmos e meditarmos nele, possamos encontrar a verdadeira liberdade que vem de Deus.

 

Amém.

ORAÇÃO APÓS A COMUNHÃO - PADRE ALEX COUTINHO

Esse pecado não é apenas um problema meu, mas de toda a humanidade. Como tantas vezes falamos na juventude, precisamos nos perguntar: o que devemos fazer com o pecado? O pecado exige sinceridade diante de Deus e do povo. No Cristo, o povo encontra um amor imenso, como um beijo que abraça a todos. 

Quando confessamos com fé, quando nos colocamos diante de Deus com humildade, experimentamos a graça de sermos parte da vida do povo. Aquilo que fazemos deve ser sempre para o bem da comunidade. 

Assim como José e Maria enfrentaram as desordens provocadas pelo pecado no mundo, também nós somos chamados a assumir nossa missão diante das dificuldades. José recebeu a vida de Jesus e, junto com Maria, aceitou o desafio de cuidar do Salvador. 

Esse Menino, Jesus, é o verdadeiro herói: aquele que vem para libertar o povo da escravidão, para destronar os falsos poderes e trazer esperança. Ele coloca em risco as falsas seguranças, mas nos dá a verdadeira liberdade. 

Muitas vezes, dentro de nossas casas, enfrentamos dramas: infidelidades, traições, filhos que se desviam, sentimentos confusos. Tudo isso nos mostra como a liberdade humana pode ser mal usada. Mas, assim como Maria e José, somos chamados a confiar em Deus e a transformar nossas famílias em lugares de fé e comunhão. 

Hoje, vemos também os riscos da humanidade: ideologias, grupos e cultos que afastam da verdade, isolamento dentro dos lares, medo e solidão. Quantas vezes, dentro da própria casa, pais e filhos vivem distantes uns dos outros. É preciso redescobrir a comunhão, a comunidade, a ajuda mútua. 

Jesus nos chama, como ouvimos na Segunda Leitura, a suportar uns aos outros, a levar o amor, a viver a concórdia, a ser instrumentos de paz e misericórdia. Muitas vezes não sabemos silenciar, não sabemos rezar. Mas é necessário rezar. 

Mesmo em meio às distrações da internet, das tecnologias e das preocupações, precisamos reservar tempo para a oração. Esse é o momento em que o anjo do Senhor visita nossas casas, para que possamos identificar o que ameaça nossa convivência e nossa família. 

A Sagrada Família nos inspira hoje: que ela esteja presente em nossas casas, para que possamos honrar nossa vocação e preparar-nos para a eternidade. Que haja uma nova aliança, uma nova conversão, recriando nossa vida em Cristo. 

Queremos renovar nossa fé, nossos mandamentos, nossa fidelidade. Que o Espírito Santo venha sobre nossos corações e nos faça encontrar tudo aquilo que é necessário para a vida e para a salvação.

Amém.

 

NOSSA ORAÇÃO 

Senhor nosso Deus, 

agradecemos por este momento de fé e comunhão.

Tu nos reuniste em torno da Tua Palavra e da Eucaristia,

para fortalecer nossa esperança e renovar nosso coração. 

Concede-nos, ó Pai, a graça de viver unidos em família,

de sermos testemunhas da Tua paz no mundo,

e de permanecermos firmes mesmo nas dificuldades.

Que Maria Santíssima e São José intercedam por nós,

para que possamos seguir os passos de Cristo,

com humildade, confiança e amor.

Recebe, Senhor, nossas vidas, nossos trabalhos, nossos sonhos,

e transforma tudo em oferta agradável a Ti.

Que nunca nos falte a Tua presença,

e que sejamos sempre livres na verdade do Evangelho.

Por Cristo, nosso Senhor. Amém.

 

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural 

28 de dezembro de 2025













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