30 de setembro de 2014

ATÉ QUANDO TEREMOS ÁGUA? TEXTO DO JORNALISTA DO JORNAL UNIDADE LOBO JOSÉ




ATÉ QUANDO TEREMOS ÁGUA?




Caros leitores, talvez algum de vocês que me acompanha há muitos anos neste Jornal,  já se deparou com  artigos que escrevi sobre a “água”, este  maravilhoso e insubstituível bem que a natureza nos dá, ou melhor nos tem dado, pelo menos até agora, e que já está se tornando rara e de alto custo, pelos diversos problemas causados pelo homem.

Foram vários os artigos, em 1997/1998, 2004 e outros mais recentes. Interessante é que procurei manter o mesmo titulo: “A ÁGUA ESTÁ ACABANDO -  Não deixem a água acabar -  relembrem, por exemplo este: ”Caros Leitores, estamos iniciando mais  um  ano e  nada melhor do que aproveitar esse novo tempo para falar  sobre um assunto que me parece de grande importância para   sobrevivência  de tudo o que tem vida sobre a face da terra. Refiro-me  a água.

Diariamente, os meios de comunicação, já há algum tempo, nos alertam para  a situação em que nos encontramos com relação ao cuidado que devemos ter com as reservas de água existentes: Os rios, as lagoas, as vertentes, os reservatórios estão poluídos de tal maneira que muitos deles podem ser considerados mortos.

Ora, sem água nada sobrevive,  os animais e as plantas morrem, as chuvas escasseiam, o Sol se torna mais  abrasador, os ventos serão mais frequentes e mais violentos, os desertos aparecem etc., etc.

Perdoem-me, não estou querendo ser pessimista e sim realista.

Também,  não sou especialista nem tenho em mãos dados estatísticos para discutir em profundidade  o assunto, porém, a experiência  que tenho de vida tanto no interior como na cidade, aliada a observações pessoais e algumas leituras  me permitem  falar ou escrever sobre este precioso líquido.

Acompanhem, por favor, o meu raciocínio, principalmente você que tem algumas décadas de vida. Lembram-se dos nossos invernos, dos verões, das primaveras e dos outonos? Eram todas estações perfeitamente  definidas [...]”.
Hoje olhamos para trás e percebemos que nada foi ou está sendo feito para resolver este problema importantíssimo para a sobrevivência de todo ser vivo. No ultimo artigo falei sobre planejamento a curto médio e longo prazo, tão relegado principalmente pelos nossos políticos. O “assunto água” volta com toda força ao cenário e  merece de todos nós imediatos  planos a curtíssimo, médio e longo prazo, sem os quais a vida sobre a terra ficará impraticável. Sempre ouvimos políticos afirmarem que vão despoluir a Baia de Guanabara e outras baias , cuidar das   nascentes de rios,  desassorrear rios, lagos, açudes, cuidar das margens de todos os mananciais hídricos  etc.  pelo Brasil a fora. Pouco ouvimos falar sobre as nossas praias que recebem toda sujeira que vem pelos rios. Bom se fossemos listar todos os problemas teríamos um ou mais  livros  para contê-los e várias ideias e sugestões para a solução. Há anos ouvimos dizer que – caso particular – a Baia de Guanabara está sendo despoluída com dinheiro dos Bancos A, B, C, etc, inclusive com empréstimos internacionais, mas o que se percebe é que nada foi nem está sendo feito. E o dinheiro para onde foi? Teremos as olimpíadas brevemente e uma ou mais modalidades de esporte será realizada nesta baia e os esportistas já estão preocupados e reclamando da poluição e da possível  inviabilidade  da competição. Isso é grave e demonstra que não há interesse em resolver esse problema. Será que existe planejamento nesse sentido?

Atualmente a população do Estado de São Paulo está sofrendo com a escassez desse precioso liquido em várias cidades. O que fazer? Racionar? Fazer transposição de outros rios? Como? Quem tem sede não pode esperar. A água é para o momento e não para daqui a algum tempo ou alguns anos. O planejamento já devia ter sido feito há muito tempo, ou melhor o planejamento deve ser permanente, isto é, “antes do a curto prazo”, mas nossos políticos não se mexem pois isto não redunda em votos nem em “status”.

Os jornais noticiam que o Governo de São Paulo pensa numa solução mágica – para tirar a brasa ou o problema de suas mãos e transferir para o próximo governo – transpor água do Rio Paraíba do Sul depois de sua passagem pelo Estado de S. Paulo. Vejam que este Rio – que já está no “caroço”, como se diz, agonizante em vários lugares, ao longo do seu curso com represas, utilização por industrias, recebimento de lixo oriundos de afluentes etc. da montante à jusante. Esse disparate proposto pelo Governo de S. Paulo chegou aos ouvidos da população fluminense e vários políticos e o povo em geral já se manifestam veementemente contra esta ”solução descabida” e que não resolve o problema.
Ora, há quantos anos se fala em aquecimento global, poluição dos mananciais hídricos, principalmente por agrotóxicos e lixo, desertificação em varias regiões pela falta de chuvas, queimadas indiscriminadas, lixiviação da terra, destruição da mata ciliar e dos mangues, construção desenfreada principalmente  próximas das ribanceiras  ou bem próximas dos rios, lagos e lagoas. Destruição das matas e dos cerrados, etc. Com isso o que vemos ao longo do tempo é a migração do homem da área rural para as periferias das cidades pois a vida em seu antigo habitat  está impraticável pela escassez d’água, desertificação do solo, morte dos poucos animais que lhe ajudavam na sobrevivência, falta de emprego, carência de alimentos, de educação, de saúde, além da extinção de animais e da flora  etc. As cidades incharam nas periferias sem nenhum planejamento e passaram a contribuir desta forma para sérios problemas como residências precárias,  violência, corrupção, desemprego, falta de mobilidade, saúde e educação precárias, falta de saneamento básico etc.

Urge que nossos governantes  revejam suas posições, principalmente cumprindo o que muitos prometeram em suas  campanhas eleitorais e arregacem as mangas, independente de partido e ideologia política e, em mutirão comecem a planejar o agora, o daqui a pouco e o futuro mais distante com programas sérios para resolver todos os problemas que atingem a população, neles incluindo o problema da água.

O fato é que percebemos que uma parte do Brasil sofre todo ano, de forma mais ou menos cíclica,  com enchentes e/ou chuva em demasia, com os rios subindo e destruindo tudo pelo seu caminho, ao passo que em outras partes a seca aumenta a cada dia, sem chuva e avançando na desertificação do solo. Será que não se pode pensar, da mesma forma que se distribui energia elétrica com redes que cortam o Brasil de Ponta a ponta em redes distribuidoras de água também cortando o Brasil de norte a sul, com  elevatórias, represas etc., tudo de forma planejada e  racional, sem agredir  ou destruir a natureza? Ai está uma sugestão para os nossos cientistas, estudiosos do assunto, políticos e a população em geral.

Não podemos esquecer de que O Criador ao Criar todas as coisas, disse que “tudo é bom” Livro do  Genesis. Logo tudo o que foi Criado deve ser preservado e cuidado com amor: As águas (do mar e dos rios), as plantas, os animais, etc.  a terra e o Universo. Todos nós fazemos parte deste sistema.

Não podemos também descartar  o fato de que alguns estudiosos dizem que o homem morre antes de sede do que de fome; e outros ainda afirmam que a eclosão de uma guerra, que pode se tornar mundial,  será por causa desse precioso liquido, que se tornará caríssimo e inacessível à maioria das nações e das pessoas.

O que todos nós sabemos é que “ SEM AGUA NENHUM SER VIVO SOBREVIVE”. Paz e Bem!

Em tempo: acabei de ler na ultima edição da revista Época, n º 846 de l8 de agosto, pg. 19: “Água, problema novo para a política velha e, em  seguida: Rios, chuvas e secas ignoram divisas estaduais. Para lidar com eles, os governos têm de aprender a atuar em conjunto”. Vejo também no Globo de 19/8/2014 Caderno de Economia: “Solução Negociada Governos fecham acordo. São Paulo elevará vazão do Jaguari, e Rio terá volume menor em setembro”.  Será que o problema foi resolvido tão rapidamente? Será que combinaram com São Pedro para  que faça chover nessas áreas? Ou será que agora estão realmente preocupados e vão fazer um planejamento sério e  bem feito visando o agora e o futuro. Fico em dúvidas, mas torço para que isso ocorra.




Com um abraço.


Lobo José – escritor

22 de agosto de 2014

SALMO 91 POR CID MOREIRA, OUÇA...


(clicar na imagem para assistir ao vídeo)





Salmo 91




1 Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará.

2 Direi do Senhor: Ele é o meu Deus, o meu refúgio, a minha fortaleza, e nele confiarei.

3 Porque ele te livrará do laço do passarinheiro, e da peste perniciosa.

4 Ele te cobrirá com as suas penas, e debaixo das suas asas te confiarás; a sua verdade será o teu escudo e broquel.

5 Não terás medo do terror de noite nem da seta que voa de dia,

6 Nem da peste que anda na escuridão, nem da mortandade que assola ao meio-dia.

7 Mil cairão ao teu lado, e dez mil à tua direita, mas não chegará a ti.

8 Somente com os teus olhos contemplarás, e verás a recompensa dos ímpios.

9 Porque tu, ó Senhor, és o meu refúgio. No Altíssimo fizeste a tua habitação.

10 Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda.

11 Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos.

12 Eles te sustentarão nas suas mãos, para que não tropeces com o teu pé em pedra.

13 Pisarás o leão e a cobra; calcarás aos pés o filho do leão e a serpente.

14 Porquanto tão encarecidamente me amou, também eu o livrarei; pô-lo-ei em retiro alto, porque conheceu o meu nome.

15 Ele me invocará, e eu lhe responderei; estarei com ele na angústia; dela o retirarei, e o glorificarei.


16 Fartá-lo-ei com lonjura de dias, e lhe mostrarei a minha salvação.


LINK

https://www.youtube.com/watch?v=9qUBZCdpOyg 

15 de agosto de 2014

A ESPERANÇA VIVA.





A ESPERANÇA VIVA





Meu nome é esperança...

Sorrio para você desde a sua entrada na vida...

Sigo-lhe os passos e não o deixo senão nos mundos onde se realizam as promessas de felicidade, incessantemente murmuradas aos seus ouvidos.

Sou sua fiel amiga. Não repila minhas inspirações...

Eu sou a esperança.

Sou eu que canto através do rouxinol e que solto aos ecos das florestas essas notas lamentosas e cadenciadas que lhe fazem sonhar com o Céu...

Sou eu que inspiro à andorinha o desejo de aquecer seus amores no abrigo seguro da sua morada...

Brinco na brisa ligeira que acaricia os seus cabelos e espalho aos seus pés o suave perfume das flores dos canteiros... e você quase não pensa nessa amiga tão devotada!

Não me despreze: sou a esperança!

Tomo todas as formas para me aproximar de você...

Sou a estrela que brilha no azul e o quente raio de sol que o vivifica...

Embalo as suas noites com sonhos ridentes e expulso para longe as negras preocupações e os pensamentos sombrios.

Guio seus passos para o caminho da virtude e o acompanho nas visitas aos pobres, aos aflitos, aos moribundos e lhe inspiro palavras afetuosas e consoladoras.

Não me esqueça...

Eu sou a esperança!

Sou eu que, no inverno, faço crescer, na casca dos carvalhos, o musgo espesso com que os passarinhos fazem seus ninhos.

Sou eu que, na primavera, corôo a macieira e o pessegueiro de flores rosas e brancas e as espalho sobre a terra como um sopro celeste, que o faz aspirar a mundos mais felizes.

Estou com você, principalmente quando é pobre e sofredor, e minha voz ressoa incessantemente aos seus ouvidos.

Não me despreze... Eu sou a esperança.

Não me repila, porque o anjo do desespero faz guerra encarniçada e se esforça para, junto de você, tomar o meu lugar.

Nem sempre sou a mais forte. E quando o desespero consegue me afastar, envolve-o com suas asas fúnebres, desvia os seus pensamentos de Deus e o conduz ao suicídio.

Una-se a mim para afastar sua desastrosa influência e deixe-se embalar docemente em meus braços...

Porque eu sou a esperança...

***

Um dia, um Homem Sublime abandonou, por algum tempo, um jardim de estrelas para nascer na Terra e depositar nas almas as gemas preciosas da esperança...

E, nestes dias de inquietação e desassossego, Ele continua sendo a esperança que reergue os espíritos e a paz que penetra os corações.

Ainda hoje, o Mestre de Nazaré é a grande esperança que se tornou realidade.





FONTE

http://www.reflexao.com.br/  


10 de julho de 2014

MOMENTO DE REFLEXÃO - VIDA RELIGIOSA.






VIDA RELIGIOSA




Religião significa religamento, religar, reunir a alma ao seu Criador. Esse é o sentido de religião que vem do latim religare. A vida religiosa decorre desse sentimento religioso. Dessa forma, não somos religiosos porque frequentamos um templo religioso ou porque tenhamos um rótulo de religião. Tampouco porque pratiquemos esse ou aquele ritual no campo da crença.

Somos religiosos pelo estilo de vida que levamos na Terra. Por isso, muito importante verificar como é a nossa vida religiosa. Será que a nossa religião nos leva a vivenciar no dia-a-dia, no cotidiano, as coisas mais importantes para a nossa vida na Terra? A vivência religiosa é um modus operandi, é um modo de ser diante da existência. 

Existem indivíduos que se afirmam materialistas, ateístas, mas vivem com determinada dignidade, numa linha de respeito ao semelhante, de amor ao próximo, de respeito às leis que, certamente, podemos garantir que eles têm uma vida religiosa de alto nível. São materialistas, mas não usurpam nada de ninguém. São incapazes de tripudiar sobre a ignorância ou a necessidade alheia. Isso quer dizer que vivência religiosa, em essência, nada tem a ver com o ritual externo que chamamos de crença. Essa vivência, para ser realmente religiosa, tem que se desenvolver de tal modo que nos conduza à religação com Deus, à ligação de novo com o Criador. Deve nos levar à maturidade. Exige de nós reflexão e essa reflexão vai ajudando no processo do amadurecimento a fim de que sejamos, na condição de religiosos, pessoas alegres.

Alegria não significa viver sorrindo o tempo todo. Alegria é esse estado íntimo de saber-se representante do bem, de admitir que esteja fazendo aquilo para o que renasceu, cumprindo a vontade de Deus no mundo. Cada vez que saímos de casa para trabalhar com disposição, com coragem - isso é motivo de alegria. Quando levantamos pela manhã e beijamos nossos filhos, nos despedimos dos esposos - isso é motivo de alegria.

A vida religiosa deixa de ser a vida do templo e passa a ser a vida na vida, a nossa incorporação às Leis de Deus, nosso ajustamento à vida da sociedade, cumprindo as leis, cumprindo os nossos deveres, pagando nossos impostos, na certeza de que a religião existe para nos ensinar a viver no mundo. A nossa vivência na Terra é um desafio e a vivência religiosa nos leva a ser pessoas dinâmicas, joviais, mas compenetradas. 

Ao lado da nossa alegria, do nosso esporte, do nosso lazer, da nossa arte, sabermos que o que façamos vai alcançar outros corações, vai fermentar em outras almas, vai germinar em outros territórios emocionais. Então, temos responsabilidades com tudo quanto dizemos, fazemos, brincamos, sorrimos, com tudo quanto cantamos, com tudo quanto gozamos. A vida religiosa é esse mundo interno que abrimos para o mundo externo. Lembremos Jesus Cristo que estabeleceu que a boca fala daquilo que está cheio o coração.


Pensemos nisso.


FONTE:

http://www.reflexao.com.br/index.php 

5 de julho de 2014

APOCALIPSE CAPÍTULO 3 VERSÍCULOS 1-22.




APOCALIPSE CAPÍTULO 3 VERSÍCULOS 1-22




1 E ao anjo da igreja que está em Sardes escreve: Isto diz o que tem os sete espíritos de Deus, e as sete estrelas: Conheço as tuas obras, que tens nome de que vives, e estás morto.

2 Sê vigilante, e confirma os restantes, que estavam para morrer; porque não achei as tuas obras perfeitas diante de Deus.

3 Lembra-te, pois, do que tens recebido e ouvido, e guarda-o, e arrepende-te. E, se não vigiares, virei sobre ti como um ladrão, e não saberás a que hora sobre ti virei.

4 Mas também tens em Sardes algumas pessoas que não contaminaram suas vestes, e comigo andarão de branco; porquanto são dignas disso.

5 O que vencer será vestido de vestes brancas, e de maneira nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida; e confessarei o seu nome diante de meu Pai e diante dos seus anjos.

6 Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.
7 E ao anjo da igreja que está em Filadélfia escreve: Isto diz o que é santo, o que é verdadeiro, o que tem a chave de Davi; o que abre, e ninguém fecha; e fecha, e ninguém abre:

8 Conheço as tuas obras; eis que diante de ti pus uma porta aberta, e ninguém a pode fechar; tendo pouca força, guardaste a minha palavra, e não negaste o meu nome.

9 Eis que eu farei aos da sinagoga de Satanás, aos que se dizem judeus, e não são, mas mentem: eis que eu farei que venham, e adorem prostrados a teus pés, e saibam que eu te amo.

10 Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra.

11 Eis que venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa.

12 A quem vencer, eu o farei coluna no templo do meu Deus, e dele nunca sairá; e escreverei sobre ele o nome do meu Deus, e o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém, que desce do céu, do meu Deus, e também o meu novo nome.

13 Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.

14 E ao anjo da igreja que está em Laodicéia escreve: Isto diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus:

15 Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente; quem dera foras frio ou quente!

16 Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca.

17 Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu;

18 Aconselho-te que de mim compres ouro provado no fogo, para que te enriqueças; e roupas brancas, para que te vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez; e que unjas os teus olhos com colírio, para que vejas.

19 Eu repreendo e castigo a todos quanto amo; sê, pois zeloso, e arrepende-te.

20 Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.

21 Ao que vencer lhe concederei que se assente comigo no meu trono; assim como eu venci, e me assentei com meu Pai no seu trono.

22 Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.







FONTE: www.reflexao.com.br    

4 de julho de 2014

LIVROS E LIVROS... CONFIRA.

LIVROS E LIVROS


"É melhor conhecer poucas coisas boas e necessárias, do que muitas coisas inúteis e medíocres".

O Aforisma é de Léon Tolstói, um dos maiores escritores russos de todos os tempos, e figura em sua obra "Pensamentos de homens sábios", de 1904.

Ensinamento de data antiga, mas que sempre será atual e preciso. Nos dias de hoje, podemos dizer que é indispensável para aqueles que desejam uma vida bem orientada.

Outro pensador iluminado, Sêneca, traz uma outra afirmação deveras interessante:

"Há um número excessivo de livros que existem apenas para entreter a sua mente. Portanto, leia apenas aqueles livros reconhecidos como bons."

O curioso é que o filósofo Sêneca viveu entre o ano quarto - antes da era cristã, e o ano 65 - depois de Cristo.

Suas idéias já desvendavam o futuro também, por certo, quando teríamos uma infinidade de títulos à nossa disposição.

Vivemos a época das obras literárias descomprometidas, escritas de qualquer forma, escritas por qualquer um.

Títulos e mais títulos enxameiam nas livrarias, querendo conquistar os leitores com seus temas provocantes, com suas capas chamativas, com suas propostas inusitadas.

A literatura transformou-se num grande mercado, e isso trouxe uma nova realidade para o Mundo.

Em nome de uma suposta "liberdade de expressão", temos tudo que se possa imaginar.

Por isso temos que ter cuidado, muito cuidado, e saber selecionar bem o que lemos.

Existem livros e "livros". Obras que se dizem apenas "entretenimento", e obras que têm propostas mais profundas e belas.

Temos que ser cuidadosos com os modismos, que fazem com que vários autores escrevam sobre uma mesma idéia ao mesmo tempo.

"Revelando isso"; "desvendando aquilo que o outro já explicou", etc.

Infelizmente, temos muitos exploradores de temas momentosos, que alardeiam em suas capas que irão trazer novas informações, mas que em verdade são apenas reprises com "caras novas".

Assim, como a leitura é um grande alimento da alma, temos que escolher muito bem o que irá compor esta nossa alimentação intelectual.

Primar pela qualidade e não pela quantidade faz-se fundamental.

Ler muitos e muitos livros, apenas para ficar "atual", ou para dizer que lê "n" obras por mês, é pura vaidade e perda de tempo.

As obras ricas, os verdadeiros tesouros da literatura, nunca deixam de ser atuais, e podem ser lidas várias vezes, e em cada nova leitura iremos encontrar coisas novas.


* * *


Procuremos educar nosso hábito de leitura. Procuremos referências seguras e experientes para decidir o que ler.

Obviamente que uma leitura leve, vez ou outra, não nos fará mal.

Mas que tenhamos como peças principais de nossa vida as verdadeiras obras, ricas da arte de escrever, aquelas que têm o poder de fazer pensar, de provocar indagações profundas em seus leitores.


Os grandes livros têm o poder de transformar os homens, através das ideias que lhes inspiram.






FONTE:   http://www.reflexao.com.br       

7 de maio de 2014

ÁGUA ESTÁ ACABANDO - POR LOBO JOSÉ. CONFIRA




A ÁGUA ESTÁ ACABANDO
- Não deixem a água acabar –


Caros Leitores, estamos iniciando mais  um  ano e  nada melhor do que aproveitar esse novo tempo para falar  sobre um assunto que me parece de grande importância para   sobrevivência  de tudo o que tem vida sobre a face da terra. Refiro-me a água.

Diariamente os meios de comunicação, já há algum tempo, nos alertam para  a situação em que nos encontramos com relação ao cuidado que devemos ter com as reservas de água existentes: Os rios, as lagoas, a vertentes, os reservatórios estão poluídos de tal maneira que muitos deles podem ser considerados mortos.

Ora, sem água nada sobrevive,  os animais e as plantas morrem, as chuvas escasseiam, o Sol se torna mais  abrasador, os ventos serão mais frequentes e mais violentos, os desertos aparecem etc., etc.

Perdoem-me, não estou querendo ser pessimista e sim realista.

Também,  não sou especialista nem tenho em mãos dados estatísticos para discutir em profundidade  o assunto, porém, a experiência  que tenho de vida tanto no interior como na cidade, aliada a observações pessoais e algumas leituras  me permitem  falar ou escrever sobre este precioso líquido.

Acompanhem, por favor, o meu raciocínio, principalmente você que tem algumas décadas de vida. Lembram-se dos nossos invernos, dos verões, das primaveras e dos outonos? Eram todas estações perfeitamente  definidas.

Passei a  minha infância na  planície goitacá,  em Campos. Nos idos de 1950, ainda criança, lembro-me do intenso frio dos meses de junho, julho e agosto, sendo que este último era sempre temido pelos fortes ventos. Era o inverno, que ia até setembro. Na zona rural, as pessoas que lidavam com a agricultura e o gado vestiam sempre pesados capotes e usavam botas até os joelhos.  Os brejos, os córregos, os rios e as lagoas estavam sempre cheios. Nessa época, chamada de invernada, o gado era separado em lugar um pouco mais alto (difícil  de encontrar naquela cidade,  pois tudo é plano), com o objetivo de evitar que o gado  infeccionasse  os cascos (sempre molhados pela unidade) e  contraísse outras doenças típicas desse tempo. 

A primavera, entre setembro e dezembro era a estação preferida de muita gente, inclusive a minha, pois a natureza explodia em alegria e perfume com as flores colorindo os jardins, as matas,  as estradas, os campos, enfim, tudo era florido e bonito. Era a estação do canto e do amor. Nesse período  os pássaros construíam os seus ninhos, os animais se acasalavam  os filhotes nasciam e tomavam os primeiros contatos com a natureza, as borboletas, as lavadeiras e as abelhas colhiam o mel das flores etc. Era uma estação linda, com dias claros e sol ameno.

O verão, Dezembro a março,  estação  seca, porém com grandes temporais de curta duração, ocasionava  alguns danos pelos ventos. Após a chuva, tudo limpo, céu azul, sol  aberto e um lindo arco-íris que enchia nossos olhos. Aproveitávamos a beleza de tudo para contemplarmos embasbacados  os pingos d'água  que escorriam das folhas e aproveitávamos para correr nos campos aproveitando as poças para espalhar água com a sola dos pés. Que tempo bom!

 No outono, de março a junho,  a temperatura era amena e com o clima típico desta estação  alternando dias mais frios com dias quentes. Normalmente,  época da colheita.

Os meses de maio, junho, julho e agosto eram propícios à poda, isto é ao preparo das fruteiras e árvores em geral. Todos respeitavam esse período.
as por que estou divagando tanto e fugindo do titulo enfocado acima? Era necessário que assim o fizesse para que  nos situássemos na gravidade do assunto:  Sem  água nenhum ser vivo sobrevive.

Com as estações climáticas perfeitamente definidas naquela época, havia um equilíbrio ecológico. O homem  ainda não tinha se tornado o predador voraz de hoje. Ele  respeitava a  natureza. Por exemplo:  Quando caçava  e normalmente o fazia para o seu sustento, não abatia as fêmeas nem os filhotes. Também não colhia todos os ovos dos ninhos, não torturava os animais nem as aves. Não pescava a não ser o essencial para o seu consumo. Na época da piracema não se pescava.

Os  mananciais eram limpos, os rios não recebiam dejetos nem lixos nem substancias químicas. As nascentes eram preservadas e qualquer filete de água que corria pelas matas e campos podia ser utilizado para consumo humano. As águas das chuvas eram coletadas em grandes talhas e também utilizadas para se beber (não era água ácida nem poluída). Na verdade não faltava água e a que existia era sempre limpa.

A incompetência dos governos em todos os sentidos permitiu a deterioração do nível de vida do nosso povo: a falta de educação (também em casa), o desemprego, a falta de moradia, os adubos químicos usados indiscriminadamente, as queimadas, a destruição das matas, a construção de canais com o objetivo de drenar os brejos e lagoas para  aumentar as áreas de plantio e de criação,  visando lucro desenfreado, tudo isto sem uma política adequada e sem nenhum respeito à natureza foi contribuindo para o desequilíbrio ecológico e proporcionando extinção de  inúmeras espécies de aves, animais e plantas, sem contar com a contaminação de todos os reservatórios hídricos existentes.

Meus amigos, tomem  somente   como exemplo a Baia de Guanabara e  os rios imundos que deságuam nela e projetem essa situação para todos os rios e  lagoas do Brasil. É essa é a situação em que nos encontramos e com tendência a piorar numa velocidade geométrica, caso medidas urgentes não sejam adotadas. Hoje ainda conseguimos ter água com certa facilidade em nossas casas e apartamentos mas pagamos caro por ela.  Hoje ainda conseguimos comprar (vejam só comprar água cujo litro custa mais caro que  a gasolina ou álcool) esse líquido sem nos dar conta de que daqui a pouco tempo o seu custo será altíssimo, se  a omissão das autoridades persistir. Observem que não me refiro somente aos nossos governantes, pois o problema é mundial e a própria ONU já alertou para o fato de que a água, já no início do próximo milênio será o bem mais precioso existente na  face da terra e que deverá ser controlado gota a gota . (em seguida virá  o ar que respiramos que o homem pela sua ganância está também contaminando  o povo e exigindo que em muitos países em determinados momentos se usem máscaras para não morrer asfixiado,  com doenças respiratórias e outros tipos de enfermidades típicas  do problema, tudo pela da incompetência política  e pela má educação do povo).

A  água é o bem mais precioso que temos. Nenhum ser vivo pode prescindir dela e, pelo jeito que as coisas vão, em pouco tempo teremos guerra por causa dela. Não se esqueçam de que já compramos pipas d'água, água mineral para uso em residências, empresas, escolas, hospitais. Não se esqueçam de que  a falta desse líquido também pode ocasionar  problemas de  falta e racionamento de energia elétrica. Não se esqueçam de que com a escassez desse líquido teremos dificuldades na produção de alimentos e tudo se tornará caro.

Em face da seriedade do problema, urge, então, caros leitores, que nos conscientizemos da necessidade de proteger esse precioso bem  e todos os outros que o Senhor  criou, abençoou e colocou à nossa disposição. Vejam com carinho os Cap. 1 e 2 do Livro do Gênesis e percebam a beleza de tudo o que Deus criou. Magnífico, não? Vamos  então  usufruir, respeitar e administrar tudo isto pois um dia o Senhor vai nos cobrar, principalmente  pelo prejuízo que estamos causando às futuras gerações, isto é a geração dos nossos filhos, netos etc. e até  a nós próprios se  tivermos uma vida mais longa.

*******************

Aí está caro poeta isto em 2006 e hoje percebemos que nada foi feito e que (parece previsão, na verdade previsão de quem conhece o assunto) e nada foi feito A Água é realmente o bem mais precioso de que dispomos, em seguida o alimento.



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TEXTO ENVIADO GENTILMENTE PELO JORNALISTA LOBO JOSÉ
DO JORNAL UNIDADE.









1 de abril de 2014

NOSSA SENHORA, CUIDA DE MIM, CUIDA DA MINHA VIDA...


TÍTULO: NOSSA SENHORA, CUIDA DE MIM, 
CUIDA DA MINHA VIDA...

EDITOR: ALBERTO ARAÚJO
DURAÇÃO: 5:59 MIN.
MÚSICA DE FUNDO: NOSSA SENHORA - ROBERTO CARLOS
INTÉRPRETE - DANIEL
ANO DE EDIÇÃO: 2014
IMAGENS: ADQUIRIDAS EM SITES DA INTERNET


Nossa Senhora - Compositor Roberto Carlos

Intérprete: Daniel




Cubra-me com seu manto de amor
Guarda-me na paz desse olhar
Cura-me as feridas e a dor me faz suportar




Que as pedras do meu caminho
Meus pés suportem pisar
Mesmo ferido de espinhos me ajude a passar




Se ficaram mágoas em mim
Mãe tira do meu coração
E aqueles que eu fiz sofrer, peço perdão




Se eu curvar meu corpo na dor
Me alivia o peso da cruz
Interceda por mim minha Mãe, junto a Jesus




Nossa Senhora, me dê a mão
Cuida do meu coração
Da minha vida, do meu destino




Nossa Senhora, me dê a mão
Cuida do meu coração
Da minha vida, do meu destino
Do meu caminho
Cuida de mim




Sempre que o meu pranto rolar
Ponha sobre mim suas mãos
Aumenta minha fé e acalma o meu coração




Grande é a procissão a pedir
A misericórdia, o perdão
A cura do corpo e pra alma, a salvação




Pobres pecadores, oh Mãe
Tão necessitados de Vós
Santa Mãe de Deus, tem piedade de nós




De joelhos aos Vossos pés
Estendei a nós Vossas mãos
Rogai por todos, nós Vossos filhos, meus irmãos




Nossa Senhora, me dê a mão
Cuida do meu coração
Da minha vida, do meu destino
Do meu caminho
Cuida de mim



30 de março de 2014

COLETÂNEA LITERÁRIA DE ALBERTO ARAÚJO NA FÊNIX - PORTUGAL. CONFIRA.

Prezados Leitores Foculistas. O Focus Portal Cultural orgulhosamente apresenta  a coletânea Literária do escritor e jornalista  Alberto Araújo. No Site Fênix de Portugal. Para visualizarem corretamente todas as páginas da Coletânea, sugerimos clicarem no link abaixo:

 
 
- LIGUE O SOM -
 
 
(Obs: Instruções : Quando vocês conseguirem entrar na primeira página,
é só ir clicando no final, para somente então as próximas páginas abrirem, ok.)
 
 
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CONTATO
 
Carmo Vasconcelos e Henrique Lacerda Ramalho