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25 de outubro de 2013
23 de outubro de 2013
O POETA - II - POESIA DO TROVADOR E POETA JOSÉ PAIS DE MOURA SIMÕES. CONFIRA.
O
POETA - II
I
Poeta,
Fernando Pessoa.
Sim!
Será... Eterno autor
Seu
verso que sempre ecoa:
“Poeta
é um fingidor”
II
Quando
ela passa, disfarço
Também
finjo, sem pudor
E,
quando a sós a enlaço
Mas,
fingindo não sentir dor...
III
Namoro,
muita meiguice
A
poetar, sou... doutor
Dolorido,
já lhe disse:
Nada
sinto meu amor!
IV
Bom
poeta inspirado
De
parceria, o Senhor
Se,
doente, disfarçado
Na
hora, sentindo dor.
V
Poetizo,
e bom ator
Mas,
tão descaradamente
Não
com ordem do Senhor
Minto,
somente, pró meu amor.
VI
Sou
poeta, muito humor
Poetizo
com paixão
Em
momentos, fingidor
José
Pais de Moura Simões
Niterói
– RJ – Brasil - Outubro/2013
21 de outubro de 2013
15 de outubro de 2013
* MÃOS SÁBIAS * POR JOSÉ PAIS DE MOURA SIMÕES. CONFIRA
* M Ã O S S Á B I A S *
Na destreza dessas mãos todo
o saber,
a magia de um retoque
que faltava.
Era um mestre nessa arte
- tanto amava!-
como em outras que
jamais foi aprender.
Tinha gestos de prazer,
de afeição,
para os muitos seus
amigos que iam vê-lo,
burilar com maestria o
compasso, o martelo...
tal bailado, orquestrado
dessas mãos.
Hoje, resta apenas seu
retrato, a lembrança...
dos tantos objetos de relíquia, a herança,
que deixou não só a mim,
a outros mais.
Que pena tenho, minhas
mãos tão diferentes,
e por muito, muito que
eu tanto tente,
nunca, às do meu saudoso
pai... Serão iguais!
José Pais de Moura
Simões - poeta, trovador.
Niterói/Brasil
25/08/1990
5 de outubro de 2013
28 de setembro de 2013
O ÚLTIMO FOLHETO - MENSAGEM QUE RECEBI POR E-MAIL.
O ÚLTIMO FOLHETO
Todos os domingos à tarde, depois da missa da manhã na igreja, o velho padre e seu sobrinho de 11 anos saíam pela cidade e entregavam folhetos sacros.
Numa tarde de domingo, quando chegou à hora do padre e seu sobrinho saírem pelas ruas com os folhetos, fazia muito frio lá fora e também chovia muito. O menino se agasalhou e disse:
-Ok, tio padre, estou pronto.
- E o padre perguntou:-Pronto para quê?:
-Tio, está na hora de juntarmos os nossos folhetos e sairmos.
O padre respondeu:
-Filho, está muito frio lá fora e também está chovendo muito.
O menino olhou surpreso e perguntou:
-Mas tio, as pessoas não vão para o inferno até mesmo em dias de chuva?
O padre respondeu:
-Filho, eu não vou sair nesse frio.
Triste, o menino perguntou:
-'Tio, eu posso ir? Por favor!'
O padre hesitou por um momento e depois disse:
-Filho, você pode ir. Aqui estão os folhetos. Tome cuidado, filho.
-Obrigado, tio!
Então ele saiu no meio daquela chuva. Este menino de onze anos caminhou pelas ruas da cidade de porta em porta entregando folhetos sacros a todos que via.
Numa tarde de domingo, quando chegou à hora do padre e seu sobrinho saírem pelas ruas com os folhetos, fazia muito frio lá fora e também chovia muito. O menino se agasalhou e disse:
-Ok, tio padre, estou pronto.
- E o padre perguntou:-Pronto para quê?:
-Tio, está na hora de juntarmos os nossos folhetos e sairmos.
O padre respondeu:
-Filho, está muito frio lá fora e também está chovendo muito.
O menino olhou surpreso e perguntou:
-Mas tio, as pessoas não vão para o inferno até mesmo em dias de chuva?
O padre respondeu:
-Filho, eu não vou sair nesse frio.
Triste, o menino perguntou:
-'Tio, eu posso ir? Por favor!'
O padre hesitou por um momento e depois disse:
-Filho, você pode ir. Aqui estão os folhetos. Tome cuidado, filho.
-Obrigado, tio!
Então ele saiu no meio daquela chuva. Este menino de onze anos caminhou pelas ruas da cidade de porta em porta entregando folhetos sacros a todos que via.
Depois de caminhar por duas horas na chuva, ele estava todo molhado, mas faltava o último folheto. Ele parou na esquina e procurou por alguém para entregar o folheto, mas as ruas estavam totalmente desertas. Então ele se virou em direção à primeira casa que viu e caminhou pela calçada até a porta e tocou a campainha. Ele tocou a campainha, mas ninguém respondeu. Ele tocou de novo, mais uma vez, mas ninguém abriu a porta. Ele esperou, mas não houve resposta.
Finalmente, este soldadinho de onze anos se virou para ir embora, mas algo o deteve. Mais uma vez, ele se virou para a porta, tocou a campainha e bateu na porta bem forte. Ele esperou, alguma coisa o fazia ficar ali na varanda. Ele tocou de novo e desta vez a porta se abriu bem devagar.
De pé na porta estava uma senhora idosa com um olhar muito triste. Ela perguntou gentilmente:
-O que eu posso fazer por você, meu filho?
Com olhos radiantes e um sorriso que iluminou o mundo dela, este pequeno menino disse:
-Senhora, me perdoe se eu estou perturbando, mas eu só gostaria de dizer que JESUS A AMA MUITO e eu vim aqui para lhe entregar o meu último folheto que lhe dirá tudo sobre JESUS e seu grande AMOR.
Então ele entregou o seu último folheto e se virou para ir embora.
-O que eu posso fazer por você, meu filho?
Com olhos radiantes e um sorriso que iluminou o mundo dela, este pequeno menino disse:
-Senhora, me perdoe se eu estou perturbando, mas eu só gostaria de dizer que JESUS A AMA MUITO e eu vim aqui para lhe entregar o meu último folheto que lhe dirá tudo sobre JESUS e seu grande AMOR.
Então ele entregou o seu último folheto e se virou para ir embora.
Ela o chamou e disse:
-Obrigada, meu filho! E que Deus te abençoe!
Bem, na manhã do seguinte domingo na igreja, o Padre estava no altar, quando a missa começou ele perguntou:
- Alguém tem um testemunho ou algo a dizer?
Lentamente, na última fila da igreja, uma senhora idosa se pôs de pé.
-Obrigada, meu filho! E que Deus te abençoe!
Bem, na manhã do seguinte domingo na igreja, o Padre estava no altar, quando a missa começou ele perguntou:
- Alguém tem um testemunho ou algo a dizer?
Lentamente, na última fila da igreja, uma senhora idosa se pôs de pé.
Conforme ela começou a falar, um olhar glorioso transparecia em seu rosto.
- Ninguém me conhece nesta igreja. Eu nunca estive aqui. Vocês sabem antes do domingo passado eu não era cristã. Meu marido faleceu a algum tempo deixando-me totalmente sozinha neste mundo. No domingo passado, sendo um dia particularmente frio e chuvoso, eu tinha decidido no meu coração que eu chegaria ao fim da linha, eu não tinha mais esperança ou vontade de viver.
Então eu peguei uma corda e uma cadeira e subi as escadas para o sótão da minha casa. Eu amarrei a corda numa madeira no telhado, subi na cadeira e coloquei a outra ponta da corda em volta do meu pescoço.
- Ninguém me conhece nesta igreja. Eu nunca estive aqui. Vocês sabem antes do domingo passado eu não era cristã. Meu marido faleceu a algum tempo deixando-me totalmente sozinha neste mundo. No domingo passado, sendo um dia particularmente frio e chuvoso, eu tinha decidido no meu coração que eu chegaria ao fim da linha, eu não tinha mais esperança ou vontade de viver.
Então eu peguei uma corda e uma cadeira e subi as escadas para o sótão da minha casa. Eu amarrei a corda numa madeira no telhado, subi na cadeira e coloquei a outra ponta da corda em volta do meu pescoço.
De pé naquela cadeira, tão só e de coração partido, eu estava a ponto de saltar, quando, de repente, o toque da campainha me assustou. Eu pensei:
-Vou esperar um minuto e quem quer que seja irá embora.
Eu esperei e esperei, mas a campainha era insistente; depois a pessoa que estava tocando também começou a bater bem forte.
-Vou esperar um minuto e quem quer que seja irá embora.
Eu esperei e esperei, mas a campainha era insistente; depois a pessoa que estava tocando também começou a bater bem forte.
Eu pensei:
-Quem neste mundo pode ser?
-Quem neste mundo pode ser?
- Ninguém toca a campainha da minha casa ou vem me visitar.
Eu afrouxei a corda do meu pescoço e segui em direção à porta, enquanto a campainha soava cada vez mais alta.
Quando eu abri a porta e vi quem era, eu mal pude acreditar, pois na minha varanda estava o menino mais radiante e angelical que já vi em minha vida. O seu SORRISO, ah, eu nunca poderia descrevê-lo a vocês! As palavras que saíam da sua boca fizeram com que o meu coração que estava morto há muito tempo SALTASSE PARA A VIDA quando ele exclamou com voz de querubim:,
-Senhora, eu só vim aqui para dizer QUE JESUS A AMA MUITO.
Então ele me entregou este folheto que eu agora tenho em minhas mãos.
Conforme aquele anjinho desaparecia no frio e na chuva, eu fechei a porta e atenciosamente li cada palavra deste folheto.
Então eu subi para o sótão para pegar a minha corda e a cadeira. Eu não iria precisar mais delas. Vocês veem - eu agora sou uma FILHA FELIZ DE DEUS!
Já que o endereço da igreja estava no verso deste folheto, eu vim aqui pessoalmente para dizer OBRIGADO ao anjinho de Deus que no momento certo livrou a minha alma de uma eternidade no inferno.
Não havia quem não tivesse lágrimas nos olhos na igreja.
Eu afrouxei a corda do meu pescoço e segui em direção à porta, enquanto a campainha soava cada vez mais alta.
Quando eu abri a porta e vi quem era, eu mal pude acreditar, pois na minha varanda estava o menino mais radiante e angelical que já vi em minha vida. O seu SORRISO, ah, eu nunca poderia descrevê-lo a vocês! As palavras que saíam da sua boca fizeram com que o meu coração que estava morto há muito tempo SALTASSE PARA A VIDA quando ele exclamou com voz de querubim:,
-Senhora, eu só vim aqui para dizer QUE JESUS A AMA MUITO.
Então ele me entregou este folheto que eu agora tenho em minhas mãos.
Conforme aquele anjinho desaparecia no frio e na chuva, eu fechei a porta e atenciosamente li cada palavra deste folheto.
Então eu subi para o sótão para pegar a minha corda e a cadeira. Eu não iria precisar mais delas. Vocês veem - eu agora sou uma FILHA FELIZ DE DEUS!
Já que o endereço da igreja estava no verso deste folheto, eu vim aqui pessoalmente para dizer OBRIGADO ao anjinho de Deus que no momento certo livrou a minha alma de uma eternidade no inferno.
Não havia quem não tivesse lágrimas nos olhos na igreja.
O Velho Padre desceu do altar e foi em direção a primeira fila onde o seu anjinho estava sentado. Ele tomou o seu sobrinho nos braços e chorou copiosamente.
Provavelmente nenhuma igreja teve um momento tão glorioso como este.
Bem aventurados são os olhos que veem esta mensagem. Não deixe que ela se perca, leia-a de novo e passe-a adiante.
Provavelmente nenhuma igreja teve um momento tão glorioso como este.
Bem aventurados são os olhos que veem esta mensagem. Não deixe que ela se perca, leia-a de novo e passe-a adiante.
Lembre-se: a palavra de Deus pode fazer a diferença na vida de alguém próximo a você.
Por isso... - Me perdoe se eu estou perturbando, mas eu só gostaria de dizer que JESUS TE AMA MUITO e eu vim aqui para lhe entregar o meu último folheto.
Mensagem recebida por e-mail
24 de setembro de 2013
CAMPO DE SÃO BENTO - JARDINS / POR JOSÉ PAIS DE MOURA SIMÕES. CONFIRA.
CAMPO DE SÃO BENTO
“jardim”
I
Campo de São Bento, encantos
Pelo trajeto, nos bancos
Bem juntinhos namorados.
São tantas lindas flores
À distância, os odores
Dos seus canteiros alindados.
II
Recantos tão adornados
De poetas inspirados
Do ambiente, a pureza.
Belas telas de pintores
Lindas aves multicores
Enfeitando a natureza.
III
O grande lago, atração
Do seu repuxo em ação
A água, num vai e vem.
Os patos, se refrescando
Os peixes, sempre nadando
Namoriscando, também!
IV
Criançada em harmonia
Em brincadeiras sadias
Estripulias constantes.
E o vento sopra sem medo
Refrescando o arvoredo
A mente dos visitantes.
V
O carrossel a girar
Idosos a recordar...
A saudade como dói!
Abre o sol, com seu fulgor,
Dá mais perfume à flor,
“Ao jardim de Niterói.”

Niterói/Brasil - setembro/2012
23 de setembro de 2013
A VIDA É COMO ANDAR DE BICICLETA...
A vida é como andar de bicicleta:
para não cair,
é preciso manter-se em movimento.
CONHEÇA MAIS MENSAGENS COMO ESTA NO SITE
20 de setembro de 2013
DOAR - O ANÚNCIO QUE FEZ TODO O MUNDO CHORAR
O ANÚNCIO TAILANDÊS QUE FEZ O MUNDO TODO CHORAR
Uma empresa de telecomunicações da Tailândia criou um anúncio em vídeo que é uma linda lição de vida. Apesar de ser comercial, a principal mensagem do vídeo é que se tivermos respeito, se estivermos prontos para ajudar o próximo sem esperar nada em troca, mais cedo ou mais tarde seremos recompensados, mesmo sem estarmos à espera. Assista ao vídeo e se emocione com esta linda mensagem.
ASSISTA MAIS NO LINK
13 de agosto de 2013
POEMAS DO ESCRITOR JULIO CEZAR VANNI. CONFIRA AQUI NO ALBERTO ARAÚJO & AMIGOS.
FILOGENESE
Dov´é Lucca?
lontana e,
allo stesso tempo
a me vicina.
Cerco Lucca
Da ogni parte:
nel blu del cielo
e del mare,
nelle montagne
e nelle pianure
del mio paese natale.
Dov´é Lucca?
Presso al guanciale
mio compagno fedele
e nel vacuo delle notti,
domando al mio gene italico:
dov´ é Lucca ?
E lui risponde:
Io sono Lucca
nel tuo pensiero
nella tua anima
nel tuo cuore
e nel tuo sangue.
Io sono l´essenza
della lucchesia
che abita in te
che ti fa felice
per tanto amare
la lontana terra
delle tue radici.
poema de Julio Cezar Vanni
FILOGÊNESE
Onde está Lucca?
Distante de mim
E ao mesmo tempo
De mim vizinha.
Procuro Lucca
Por toda parte:
No azul do céu
E do mar,
Nas verdes montanhas
E nas planícies
Do
meu país natal.
Onde está Lucca?
Junto ao travesseiro
Fiel companheiro
No vazio da noite
Pergunto ao meu gene itálico
E ele responde:
-Eu sou Lucca
No teu pensamento,
Na tua alma,
No teu coração
E no teu sangue.
Eu sou a essência
Da lucchesia
Que vive em ti
Que te faz feliz
Por tanto amares
A terra distante
Onde estão tuas raízes.
Julio Cezar Vanni
PIEVE
DI LOPPIA
Loppia!
Paesino
recondito
Tra
montagne
E
pianura fiorita
Dove
il Loppora
Di
liquido cristallino
Scende
cercando il Serchio.
Pieve silenziosa
Di
tanti antenati sconosciuti
E
porta sepolcrale
Del
tempo infinito.
Li,
il gene lontano
Del
figlio dell’ emigrante
Che
torna nostalgico
Trova
l´essenza di un passato
Che
lui non sa
Si
veramente é esistito.
Loppia!
Paesino
allegro
E
malinconico
Allo
stesso tempo
Chiesina
di tanti battesimi
Matrimoni
felici
Messe festive
E
camposanto fiorito
Dove
riposano
Quelli
che aspettano ancora
Nel
silenzio sepolcrale
Una
preghiera d´amore
Di
chi arriva nostalgico
Cercando
il bel passato
Lamentando
gli anni perduti
Senza
la tenerezza
Dei
nonni e genitori
Dimenticati
nel tempo.
Loppia!
Dei
cipressi e delle castagne
Della
vita e della morte
Dell’aria fresca
Che
scende dalla Garfagnana
Baciando
i boschi
Pieni
di odori melliferi
E
uccellini canori
Che
cantano canzoni di pace.
Li
arriva anche
La
gente che cerca
La
pace vivificante
Dopo
giorni di lavoro
Per
assorbire l´energia
Della
natura inebriante
Piena
di incantesimi
E
bellezze misteriose
Di
una inconfondibile solitudine.
Ah
Loppia!
Benedetta
pieve misteriosa
Cerchiata
di paesini belli
Della
comune di Barga
Dove
si trovano
Il
mio passato
Ed
il mio presente
Con
tanti amici e cugini gentili
Che
vivono tranquilli
Nella
tua periferia
Aspetando
il giudice finale.
É
vero che ti amo tanto... tanto
Ecco
perchè
Ritornando
in Brasile
Porto
nel cuore la nostalgia
Della
tua quietezza
Ed
in tasca
Un
pezzetino del tuo suolo fertile
Per
consolarmi
Nel
mio riposo finale!
Julio
Vanni
TRADUÇÃO
Loppia!
Povoado
escondido
Entre
montanhas
Num
vale florido
Onde
o Loppora
De
águas cristalinas
Desce
procurando o Serchio.
Paróquia
silenciosa
De
tantos antepassados desconhecidos
E
porta sepulcral
Do
tempo infinito.
Ali,o
gene distante
Do
filho do emigrante
Em
visita nostálgica
Encontra
a essência de um passado
Que
ele não sabe
Se
realmente existiu.
Loppia!
Povoado
alegre
E
tristonho ao mesmo tempo,
Capela
de tantos batizados
Matrimônios
felizes
Missas
festivas
E
campo santo florido
Onde
repousam
Aqueles
que sempre esperaram
No
silêncio sepulcral
Uma
prece de amor
De
quem chega nostálgico
Procurando
pelo passado
E
lamentando os anos perdidos
Sem
o carinho
De
avós e genitores
Esquecidos
por tanto tempo.
Loppia!
Dos
ciprestes e dos castanheiros
Da
vida e da morte
Do
ar fresco perene
Que
desce da Garfanhana
Beijando
os bosques
Cheios
de odores melíferos
E
pássaros canoros
Que
cantam canções de paz.
Ali
chegam sempre
a
ente que procura
A
paz tranquilizante
Após
dias de trabalho
Para
absorver a energia
Duma
natureza inebriante
Cheia
de encantamentos
E
belezas misteriosas
de
uma inconfundível solidão.
Ah
Loppia!
Bendita
paróquia misteriosa
Cercada
de belos povoados
Onde
se encontram
O
meu passado
E
o meu presente
Entre
tantos amigos e primos gentis
Que
vivem tranquilos
Na
tua periferia
Aguardando
o Juízo Final
É
verdade que eu te amo tanto... tanto
Eis
porque
Ao
retornar ao Brasil
E
sentindo no peito a saudade
Da
sua beleza e quietude
Recolho
um pouquinho do teu solo fértil
Para
me consolar
No
meu repouso final.
Julio Cezar Vanni, filho de italiano de Luca, na Toscana, nasceu em Pequerí, Minas Gerais, em 25 de março de 1927. Unindo o seu lado peninsular com raízes mineiras, tornou-se uma figura admirável e profundo pesquisador da sua região de origem, onde se destacam os municípios de Juiz de Fora, Pequerí, Bicas, Mar da Espanha, Guaraná e vários municípios. Professor universitário, jornalista, bacharel em direito e pedagogo. É membro do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais, IHGN, Academia Juizforona de Letras, atualmente, é presidente do Cenáculo Fluminense de História e Letras e outras instituições do país, sócio fundador do jornal Comunità Italiana. Tem cerca de mil artigos publicados em jornais de Juiz de Fora, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Niterói, São Gonçalo, entre outras cidades do interior brasileiro e na Itália.
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