9 de novembro de 2017

UMA TELA PARA VERONICA - HOMENAGEM DE ALBERTO ARAÚJO À ARTISTA PLÁSTICA VERONICA DEBELLIAN ACCETTA


 
 

UMA TELA PARA VERONICA
 
 
 
Veronica Debellian Accetta,
artista de expressivo saber.
Paulista adotou Niterói em seu viver.
Cursou na Escola de Belas Artes italiana,
artífice de bordados em filigrana.
 
 
Atuou por muitos anos como docente
de História da Arte e da Cultura.
A felicidade esteve sempre presente
em literatura, música e pintura.
 
 
Com alegria e uma tela em branco,
a artista retratava o belo,
com emoção e competência.
Deus a enviou ao mundo
para disseminar a arte
e a artista desenvolveu o seu dom.
Em Niterói, Veronica foi diretora
do Teatro Municipal e do
centro de arte Parthenon.
 
 
 
Quando lançava as pinceladas,
com bastante precisão,
em cada detalhe de suas telas,
via-se a alma da artista
que mostrava a vida com perfeição.
 
 
Veronica, em meio às tintas,
e nos traços pictóricos da história,
a originalidade se imprimia por inteira.
Era um júbilo, uma imensa glória!
 
Veronica, com alma de artista
Desligava-se do mundo
para buscar a exatidão.
Nada a impedia de retratar a natureza.
Quanta emoção e delicadeza!
 
 
Com tons suaves e coloridos apropriados,
sincronizados e colocados na hora certa,
surgia a tela da artista Veronica Accetta,
maravilhosa pintora de passagens da vida,
com sua obra produzida e inesquecida.

 

 


Autoria do poeta e jornalista
ALBERTO ARAÚJO
 
 
 
 

 
 
 
 
Homenagem à artista plástica Veronica Debellian Accetta. Texto é publicado no livreto e emoldurado em uma bela tela, para participar da Exposição Coletiva Nikitikitikeru IV, sob a curadoria de Paulo Roberto Cecchetti, na Sala de Cultura Leila Diniz e publicado na Antologia Bodas de Corais da ANE - Associação Niteroiense de Escritores, editada pelo Parthenon Centro de Arte e Cultura.
 
 
 
 
AGRADECIMENTO DE ALBERTO ARAÚJO
 
 
 
 
Agradeço eternamente, à artista plástica Veronica Debellian Accetta, por ter deixado a sua brilhante participação em minha obra "JULIO CEZAR VANNI - FILHO DE ITALIANO DE LUCCA - TOSCANA", a renomada PROFESSORA assina a primeira "orelha" com o belíssimo texto intitulado: "NOSTALGIA"
 
Graças ao SENHOR DEUS, que ainda deu tempo de agradecê-la em vida, poucos dias depois, como diz Guimarães Rosa, ela se "encantou". O agradecimento foi muito emocionante e aconteceu em uma ensolarada tarde, quando eu e minha esposa, adentramos ao Parthenon Centro de Arte e Cultura, lá estava, com os seus afazeres artísticos, ensinando uma de suas alunas, a manusear as pictóricas telas. Foi alegre, a sua amável recepção e brilhante o seu sorriso ao ouvi os nossos agradecimentos. Ela falou: "Foi um prazer escrever algo sobre Julio Vanni e muito importante para mim, porque ele era conterrâneo de minha bisavó, que nascera no Vêneto, região do nordeste da Itália, sendo a quinta região mais povoada do país, cuja capital é Veneza. Repetiu novamente, Julio Vanni era uma pessoa muito adorável, que soube manter um círculo de amizade em suas duas terras-pátrias."
 
Sabemos que agora ela está pintando lindas telas, certamente, para enfeitar ainda mais a beleza do Céu, claro, que os vergéis célicos são perfeitos, mas com umas pinceladas aqui outras ali da magnânima Veronica Acceta, ajudarão ilustrar ainda mais os belos jardins... e como mãe adorada que foi em vida, segundo, o depoimento da admirável docente Angelina Accetta, sua filha, Veronica se encontra, ao lado de NOSSA SENHORA, a NOSSA MÃE CELESTIAL e do SENHOR DEUS, com seu sorriso enternecedor.
 
 
 
ALBERTO ARAÚJO.

 
 



 
UM POUCO SOBRE
VERONICA DEBELLIAN ACCETTA
 



Veronica Debellian Accetta nasceu a 8 de Dezembro de 1946 em São Paulo, SP. Atua como artista plástica nas áreas de pintura e magistério em história da arte, também se dedicando à música. Veronica conclui em 1965 o curso de piano no Conservatório Brasileiro de Música e em 1974 concluiu o curso de teoria musical, harmonia e morfologia no mesmo local.
 
Sua formação artística inclui Curso Livre de História da Arte na Escola de Belas Artes em Nápoles - Itália em 1966; Curso Livre de História da Música em Nápoles, Itália em 1966; Musicoterapia no Conservatório Brasileiro de Música de 1972 a 1974, no Rio de Janeiro; Técnicas de Pintura com o professor Wim L. van Dijk em Petrópolis de 1979 a 1980 e História da Arte com o professor Eduardo D’Acunzo, em 1981.
 
De suas atividades culturais vale destacar a sua atuação como professora de pintura (aquarela, acrílica e óleo), de desenho e pastel no Parthenon em Niterói - RJ, de professora de História da Arte e da Cultura no curso de Turismo das Faculdades Plínio Leite e ainda sua participação como organizadora e coordenadora de eventos e de roteiros turísticos em intercâmbio com outros países e consulados.
 
Suas exposições individuais mais importantes foram: em 1996, no Museu Antonio Parreiras em Niterói - RJ e no Consulado Geral da Federação da Rússia - RJ; em 1997 no Centro Cultural de Havana Velha em Havana - Cuba e no Centro Cultural da Faculdade da Cidade - RJ e em 1998, no Iate Clube do Rio de Janeiro. Dentre suas exposições coletivas se incluem: em 1987 na Maria Augusta Galeria de Arte - RJ; 1989 no Plaza Shopping em Niterói - RJ; 1990, no Galeria Opera House, em Cairo - Egito; 1996 no Parthenon Centro de Arte e Cultura, em Niterói - RJ e no Museu Antonio Parreiras em Niterói - RJ; em 1997 na Galeria Parthenon - RJ e no Iate Clube do Rio de Janeiro e em 1998 na Galeria El Greco, também no Rio de Janeiro.
 
Sua obra está representada nas coleções da Opera House, Cairo-Egito; Estaleiro Ishi Kawagima, Museu Antonio Parreiras, Solar do Jambeiro, Clube Naval de Niterói, Iate Clube do Rio de Janeiro e Consulado Geral da República da Rússia. Seus principais prêmios são: Medalha do Mérito Tiradentes em 1994 na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro; Medalha do Mérito Cultural José Geraldo Bezerra de Menezes, em 1988, pela Secretaria de Cultura de Niterói, Medalha do Mérito Martim Afonso de Souza pela Prefeitura Municipal de Niterói, em 1988, Comenda da Ordem e Mérito de Belas Artes da Academia de Belas Artes, no Rio de Janeiro em 1982 e Título de Cidadã Niteroiense pela Câmara Municipal de Niterói em 1982. A personalidade por todos nós admirada deixou esta terra, no dia 08 de maio de 2015. A cultura e as artes niteroienses ficaram mais tristes.
 
 
JUSTIFICATIVA DA POSTAGEM
 
 
Esta é a terceira homenagem à artista plástica Veronica Debellian Accetta, ficamos em 07 de novembro, dia do vernissage da NIKITIKITIKERU IV, muito sensibilizados, com a emocionante receptividade de sua filha, Angelina Acetta, quando adentrou a Sala de Cultura Leila Diniz e se deparou com a minha poesia sobre sua mãe, simplesmente, não resistiu, caiu aos prantos, chorou copiosamente. Portanto, pela sua bela emoção, estamos republicando: UMA TELA PARA VERONICA, agora com a imagem, que foi extraída dos slides que durante o vernissage, ficavam embelezando a sala. Quem ainda não foi ver a mostra NIKITIKITIKERU IV, está perdendo a grande homenagem aos 444 anos de Niterói e Homenagem especial à artista plástica VERONICA DEBELLIAN ACCETTA. Vale muito conferir!
 
 
 
 
COMENTÁRIOS
 
 
 
Estimado Alberto Araújo, você conseguiu traduzir a vida de minha mãe em palavras, repletas de afeto... Saber que ela deixou um legado de amor e ações que envolveram tantos corações, tantas vidas, nos enchem de orgulho, emoção e gratidão. A imagem com a poesia era o que eu queria!! Obrigada pelo presente! Obrigada pelo carinho! Agradeço, em nome de toda a família, pela linda homenagem! A sua história permanece e nos inspira a continuarmos a tessitura entre arte e vida!
 
Angelina Accetta.
 
 
 
 
RESPOSTA DO ALBERTO
 
 
Muito obrigado, prezada amiga Angelina Accetta, pelo seu carinho e suas lindas palavras de agradecimento, obrigado pelo carisma, simpatia e afabilidade conosco sempre, desde o nosso inesquecível "Encontro de Escritores na Galeria La Salle", foi mesmo mágica aquela noite, quando nos conhecemos, seu carisma desde então me cativou e preencheu o coração com seu doce e afável carinho, os mesmos adjetivos carregados no coração pela sua bondosa e talentosa mãe. Jamais esquecerei, nunca mesmo, aquele dia (07) de sua reação ao ver a minha poesia, emoldurada na Exposição Nikitikitikeru IV, percebi que você deu valor ao meu texto, fizemos fotos e juntos lemos a poesia, legal não foi? Foi a partir desse momento que resolvi postar a poesia "UMA TELA PARA VERONICA" com a imagem de sua meiga mãezinha, como diz o Guimarães Rosa "encantada". Estou devendo a você, o livro de minha autoria "JULIO CEZAR VANNI - FILHO DE ITALIANO DE LUCCA - TOSCANA", editado pelo Mauro Nolasco e que tem em uma das "orelhas" escrito o lindo texto "NOSTAGIA". E se me perguntarem se estou contente? Responderei que estou felicíssimo, com as suas nobilitadas palavras mesmo! Tem reconhecimento melhor que esse? Como sempre digo: "Em minha jornada aqui na terra, não quero ouro, nem prata, pois tudo isso as traças corroem, quero receber em vida o sorriso da pessoa, que às vezes faço por um momento, um minuto mesmo feliz na vida." Estarei sábado, 11 de novembro, a partir das 10 horas, na Parthenon, no lançamento da Antologia Bodas de Corais da ANE, que também está inserido esse meu texto, Uma tela para Veronica, e registrando os 35 anos da nossa associação, a obra foi publicada pelo Grupo Parthenon. Não vai ser memorável? Caso seja possível, apareça, será uma linda festa, como tudo que o Mauro organiza.  FELICIDADES para você e todos os seus familiares. Uma abençoada quinta-feira. Abraços, ALBERTO ARAÚJO.
 
ALGUNS TRABALHOS DE VERONICA ACCETTA
 
 
 



Capa da Antologia PRESENÇA LITERÁRIA
 


Belvedere Bruno, Veronica Accetta
e Mauro Nolasco, na sede da Parthenon/2011.
 
Sede da Parthenon
Rua Andrade Neves, 40, Centro
Niterói - RJ
 
 
 
 
 
 
Aguardamos o envio de imagens de amigos da pintora,
que queiram ilustrar a página da artista plástica
Veronica Debellian Accetta.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

2 de novembro de 2017

EXPOSIÇÕES CELEBRAM OS 200 ANOS DA CHEGADA DA IMPERATRIZ DONA LEOPOLDINA AO BRASIL.


 
(Arte mera ilustração do Focus Portal Cultural)

 
 
 
O interesse pela personalidade histórica DONA LEOPOLDINA nascida Maria Leopoldina Carolina Josefa de Habsburgo-Lorena que veio ao mundo na cidade de Viena, Áustria, em 22 de janeiro de 1797, tem alastrado devido a  efeméride: Os 200 anos de sua chegada ao Brasil. Em fevereiro de 2013 a arqueóloga e historiadora Valdirene Ambiel divulgou os resultados de suas pesquisas feitas com os remanescentes humanos da monarca, sepultados na cripta dentro do Monumento ao Centenário da Independência, em São Paulo – SP.
 
 
A partir de então, se observou entre a imprensa e o público em geral, maior interesse sobre a vida da primeira Imperatriz consorte do Brasil.
 


Maria Leopoldina de Habsburgo-Lorena, arquiduquesa da Áustria e Imperatriz do Brasil,  esposa de D. Pedro I, ela desempenhou um importante papel no processo de emancipação política do país, embora sua atuação ser pouco conhecida pelos brasileiros.
 
A imperatriz faleceu no Rio de Janeiro, em 11 dezembro de 1826 . 
 
 
Para celebrar o bicentenário da chegada da imperatriz Maria Leopoldina ao Brasil (1817-2017), a Câmara dos Deputados abriu, terça-feira (31 de outubro de 2017), duas exposições: uma fotográfica e outra de objetos e documentos da imperatriz.

As mostras estarão abertas ao público até o dia 12 de novembro, das 9 às 17 horas.
 
Na mesma ocasião, será lançada, pelas Edições Câmara, uma coletânea de documentos de domínio público.
 
 
 
Solene
 
 

No dia 7 de novembro, às 10 horas, a Câmara realizará uma sessão solene para premiação dos concursos em homenagem à imperatriz e obliteração do selo comemorativo dos Correios. A sessão ocorrerá no Plenário Ulysses Guimarães.
 
 
A imperatriz
 

Nascida em Viena, filha do imperador Francisco I da Áustria e de Maria Isabel de Bourbon, Maria Leopoldina foi educada em uma das mais poderosas cortes europeias da época. Apreciadora de botânica e mineralogia, a imperatriz foi preparada para manter fidelidade à monarquia absolutista. Entretanto, acabou por assumir papel de protagonismo na libertação da colônia de Portugal.
 
Coube a Leopoldina, esposa de Dom Pedro I, então princesa regente do Brasil por conta de uma viagem do marido a São Paulo, presidir a reunião do Conselho de Estado que deliberou pela independência do Brasil. Em seguida, em carta ao marido, escreveu: “O pomo está maduro, colhei-o já, senão apodrecerá”.
 
As homenagens da Câmara dos Deputados à Maria Leopoldina se inserem na celebração dos 200 anos da Independência do Brasil, que ocorrerá em 2022.
 
 

 
 
 
 
 
 CONVITE PARA EXPOSIÇÃO
 




 

CONVITE OFICIAL


 
 
 
A exposição pode ser conferida
no corredor de acesso ao Salão Verde
 
 
Câmara dos Deputados
Palácio do Congresso Nacional
          Praça dos Três Poderes - Brasília - DF 
Horário de atendimento ao público: 9h às 19h
Telefone: (61) 3216-0000 |
Disque-Câmara: 0800-619-619

 
 
 

D. Pedro I e Leopoldina:
ela morreu quatro anos após ter sido coroada
 
 
Acordo de casamento de Leopoldina e Dom Pedro
completa 200 anos -
Foto - Jornal O Globo
 
Dona Leopoldina presidindo sessão do Conselho de Estado,
por Georgina de Albuquerque.
 
 
Dona Lepoldina e Dona Isabel em pintura inédita e nunca divulgada.
O quadro pertence a coleção privada de membros da Família Imperial do Brasil
 
 

 

 


 


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FONTES
 
Da Redação - ND
Com informações da
Assessoria de Imprensa da Câmara dos Deputados       
 
 
 
 
 
 
 
 

27 de outubro de 2017

A OBRA "O SEGREDO DE MARIA" - SÃO LUÍS MARIA GRIGNION DE MONTFORT.

 
 
 
 
 
 
O SEGREDO DE MARIA
SÃO LUÍS MARIA GRIGNION DE MONTFORT
 
 
 

Páginas - 65
Idioma - Português
ISBN - 9788588158665
Editora - Cléofas

Sinopse

O Segredo de Maria

A total Consagração ou Santa Escravidão de amor, como é ensinada pelo Padre de Montfort é de uma perene atualidade pastoral uma vez que é radicada na renovação das promessas batismais, tornando-se assim meio privilegiado para recuperação da consciência de nosso batismo, bem como de nossa vocação à bem-aventurança eterna.



Ficha Técnica:
Número de Páginas: 65
Editora: Cléofas
Idioma: Português
ISBN: 978-85-88158-66-5
Dimensões do Livro: 12 x 17 cm

 

UM POUCO SOBRE SÃO LUÍS MARIA
GRIGNION MONTFORT

 

 

Louis-Marie Grignion, mais conhecido como São Luís Maria Grignion de Montfort (31 de Janeiro de 1673 - 28 de Abril de 1716), foi um sacerdote francês e é um santo católico. Ele é reconhecido por ser um pregador e um escritor, cujos livros são amplamente lidos nos dias atuais e considerados de extrema importância no Magistério da Igreja Católica.

 

Ele é considerado como um dos primeiros defensores da mariologia como é conhecida atualmente, e um candidato a tornar-se um doutor da Igreja. A sua estátua de Giacomo Parisini está agora colocada no nicho superior da Nave Sul da Basílica de São Pedro no Vaticano.

Nasceu em Montfort-sur-Meu, o filho sobrevivente mais velho da grande família do tabelião Jean-Baptiste Grignion, e sua esposa Jeanne Robert, que era conhecida por ser profundamente católica. Ele passou a maior parte de sua infância em Iffendic, a poucos quilômetros de Montfort, onde seu pai havia comprado uma fazenda. Com 12 anos de idade, ele entrou no colégio jesuíta de São Thomas Becket em Rennes.

 

Em algum momento durante o seu colegial, ele tomou conhecimento de sua vocação e chamado sacerdotal, e no final de sua escolaridade ordinária, iniciou seus estudos de filosofia e teologia, ainda em São Thomas, em Rennes. Ouvindo as histórias de um padre local, o abade Julien Bellier, sobre sua vida como um missionário itinerante, ele foi inspirado a pregar missões entre as pessoas pobres. E, sob a orientação de alguns outros sacerdotes, começou a desenvolver a sua forte devoção a Nossa Senhora.

 

Então lhe foi dada a oportunidade, através de um benfeitor, para ir a Paris para estudar no renomado Seminário de São Sulpício no final de 1693. Quando ele chegou à Paris, descobriu que o seu benfeitor não tinha fornecido dinheiro suficiente para ele, passando à viver entre os muito pobres, porém, freqüentando a Universidade de Sorbonne para palestras sobre teologia. Após menos de dois anos, ele ficou muito doente e teve que ser hospitalizado. De alguma forma ele sobreviveu a sua internação.

 

Após a sua liberação do hospital, para sua surpresa, ele encontrou um emprego reservado em São Sulpício, onde ingressou em julho de 1695. São Sulpício tinha sido fundado por Jean-Jacques Olier, um dos principais sacerdotes do que veio a ser conhecido como a Escola Francesa de Espiritualidade. Tendo em conta que ele foi nomeado o bibliotecário, o seu tempo em São Sulpício deu-lhe a oportunidade de estudar a maioria das obras disponíveis sobre espiritualidade e, em particular, sobre o lugar da Virgem Maria na vida cristã. Mais tarde isso levaria ao seu foco sobre o Santo Rosário e do seu aclamado livro "Os Segredos do Rosário".

 

De padre para pregador

 

Foi ordenado sacerdote em junho de 1700, e atribuído à Nantes. Suas cartas deste período mostram que ele sentiu-se frustrado com a falta de oportunidade para pregar, atividade esta que considerava o motivo de sua vocação. Estudou várias opções, inclusive a de se tornar um eremita, mas a convicção de que foi chamado para "pregar missões aos pobres" aumentou. Cinco meses depois de sua ordenação, em novembro de 1700, ele escreveu: "Estou perguntando continuamente em minhas orações para que (…) os bons padres preguem missões e retiros no âmbito da (…) proteção da Santíssima Virgem".

Este pensamento inicial acabou por conduzi-lo à formação da Companhia de Maria. Nessa mesma época ele reuniu-se com Marie Louise Trichet, quando foi nomeado capelão do hospital de Poitiers. Essa reunião tornou-se o início da trinta e quatro anos de serviço aos pobres de Marie Louise e Luís.



Frustrado com os bispos locais, Luís decidiu fazer uma peregrinação a Roma, para pedir um conselho ao Papa Clemente XI, sobre o que ele deveria fazer. Foi enviado de volta à França, com o título de missionário apostólico.



Durante vários anos, ele pregou em missões na Bretanha a partir de Nantes, e sua reputação como um grande missionário cresceu, e ele se tornou conhecido como o "Bom pai de Montfort". Em Pontchateau ele atraiu milhares de pessoas para ajudá-lo na construção de um grande calvário. Isto tornou-se a causa de uma das suas maiores decepções, na véspera da sua própria bênção, o bispo local, depois de ouvi-lo, proibiu sua bênção por ordem do rei de França sob a influência de membros da escola Jansenista. É relatado que, ao receber esta notícia, ele disse aos milhares que aguardavam a bênção: "Tínhamos a esperança de construir um calvário aqui, vamos construí-lo em nossos corações. Bendito seja Deus".

 

Obras

 

Ele deixou Nantes e os próximos anos foram extremamente ocupados para ele. São Luís estava constantemente ocupado em missões de pregação, sempre viajando. Mas ele também encontrou tempo para escrever - o Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem Maria, O Segredo de Maria  e O Segredo do Rosário, as regras para a Companhia de Maria e as Filhas da Sabedoria, e muitos hinos. A sua missão teve um grande impacto, especialmente, em Vendée.

 

O estilo de sua pregação aquecido foi considerada por algumas pessoas como algo estranho e que ele foi envenenado uma vez. Apesar de não ser fatal, sua saúde a deteriorou-se. Mas ele continuou pregando livremente em escolas para os meninos e meninas pobres.

 

 

 
 
 
 

 
 
 
 
 
OUTROS LIVROS
 
 
 
 
 


 
 

 

Estes livros são devocionários marianos. O objetivo é anunciar às pessoas, em particular às famílias, e todas as nações que o caminho para encontrar Jesus Cristo passa por depositar a confiança no regaço acolhedor da Virgem Maria. Aqui se encontram pensamentos, orações e meditações sobre Nossa Senhora.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FONTE