11 de agosto de 2013

AMADO FILHO... HOMENAGEM AOS PAIS EM 11 DE AGOSTO DE 2013. CONFIRA AQUI NO ALBERTO ARAÚJO & AMIGOS.


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AMADO FILHO
 
O dia em que este velho não for mais o mesmo, tenha paciência e me compreendas.

Quando derramar comida sobre minha camisa e esquecer como amarrar meus sapatos, tenhas paciência comigo e lembra-te das horas em que passei te ensinando a fazer as mesmas coisas

Se quando conversares comigo, eu repetir as mesmas histórias, que sabes de sobra como terminam, não me interrompas e me escute. Quando eras pequeno, para que dormisses, tive que te contar milhares de vezes a mesma estória até que fechasses os olhinhos

Quando estivermos reunidos e sem querer fizer  minhas necessidades, não fiques com vergonha. Compreendas que não tenho culpa disso, pois já não as posso controlar. Penses, quantas vezes, pacientemente, troquei tuas roupas para que estivesses sempre limpinho e cheiroso.

Não me reproves se eu não quiser tomar banho, sejas paciente comigo.

Lembra-te dos momentos que te persegui e os mil pretextos que inventava pra te convencer a tomar banho.

Quando me vires inútil e ignorante na frente de novas tecnologias que já não poderei entender, te suplico que me dê todo o tempo que seja necessário, e que não me machuques com um sorriso sarcástico

Lembra-te que fui eu quem te ensinou tantas coisas. Comer, se vestir e como enfrentar a vida tão bem como hoje o fazes. Isso é resultado do meu esforço da minha  perseverança.

Se em algum momento, quando conversarmos, eu me esquecer do que  estávamos falando, tenhas paciência e me ajude a lembrar. Talvez a única coisa importante pra mim naquele momento seja o fato de ver você perto de mim, me dando atenção, e não o que falávamos.

Se alguma vez eu não quiser comer, saibas insistir com carinho. Assim como fiz contigo.

Também compreendas que com o tempo  não terei dentes fortes, e nem agilidade para engolir.

E quando minhas pernas falharem por estar tão cansadas, e eu já não conseguir mais me equilibrar...

Com ternura, dá-me tua mão para me apoiar, como eu o fiz quando tu começastes a caminhar com tuas perninhas tão frágeis.

E se algum dia me ouvires dizer que não quero mais viver, não te aborreças comigo. Algum dia entenderás que isto não tem a ver com teu carinho ou com o quanto te amo.

Compreendas que é difícil ver a vida abandonando aos poucos o meu corpo, e que é duro admitir que já não tenho mais o vigor para correr ao teu lado, ou para tomá-lo em meus braços, como antes.

Sempre quis o melhor para ti e sempre me esforcei para que teu mundo fosse mais confortável, mais belo, mais florido.

E até quando me for, construirei  para ti outra rota em outro tempo, mas estarei sempre contigo e zelando por ti.

Não te sintas triste ou impotente por me ver assim. Não me olhes com cara de dó. Dá-me apenas o teu coração, compreenda-me e me apoie como o fiz quando começastes a viver. Isso me dará forças e muita coragem.

Da mesma maneira que te acompanhei no início da tua jornada, te peço que me acompanhes para terminar a minha. Trata-me com amor e paciência, e eu te devolverei sorrisos e gratidão, com o imenso amor que sempre tive por ti.
   
 
Atenciosamente,


TEU VELHO
 
 
 
 
 
 
 
CRÉDITO
 
TEXTO AMADO FILHO
AUTOR: LEVI DA SILVA BARBOSA
SITE: RAIO DE SOL - MARY LUIZ

3 de agosto de 2013

"ENTRE NÓS" - TROVAS DO POETA PORTUGUÊS JOSÉ PAIS DE MOURA SIMÕES.CONFIRA.


 
 
 
- TROVAS... Entre nós –

I

As trovas são complementos,

embrenhadas na poesia...

Dos trovadores, suas mentes,

buriladas com magia.

II

As trovas quando bem feitas,

são pérolas de um trovador,

escritas em linha retas,

ditadas pelo Senhor.

III

As águas têm correntes,

do caudal, regam o solo.

As trovas regam as mentes,

deste meu dom, me consolo!

III

Oh, peão da minha infância,

já não, na palma da mão...

descansas, da circunstância,

no sótão, num gavetão.

IV

Cartas a mim dirigidas,

as rasguei de qualquer jeito.

Tantas e tantas antigas,

a mais velhinha... no peito!

V

Nossas cartas, pura paixão,

amor fiel, verdadeiro.

Das tantas, de mão em mão,

casou-se com o carteiro...

VI

A tua saia, é bonita,

quando desfilas na rua,

e tu, ficas mais catita,

sem a dita, e quando nua!

VII

A Mimi nunca fumou,

- sexualmente, rompantes-

já, no quarto, sempre expôs:

cinzeiros para os amantes.
 

 

 
José Pais de Moura Simões
Português da Vila Soure, é trovador e poeta, participante assíduo dos eventos "Escritores Ao Ar Livro" - coordenador Paulo Roberto Cecchetti, na Praça Getúlio Vargas em Icaraí - Niterói - RJ.


 
 
 
 
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Imagens de Lisboa-PT


 

Imagens de Soure-Coimbra-Portugal





 

 
 
 

 
Soure é uma vila portuguesa no Distrito de Coimbra, região Centro e sub-região do Baixo Mondego, com cerca de 7 900 habitantes. É sede de um município com 263,91 km² de área e 19 245 habitantes (20111 ), subdividido em 10 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Montemor-o-Velho, a nordeste por Condeixa-a-Nova, a leste por Penela, a sudeste por Ansião, a sul por Pombal e a oeste pela Figueira da Foz.
 
Trata-se de um dos poucos municípios de Portugal territorialmente descontínuos. O caso de Soure é único no contexto português, pois a descontinuidade do conselho é dupla e deve-se à própria descontinuidade territorial de duas das suas freguesias: Degracias e Pombalino (que possui um pequeno enclave encaixado entre os concelhos de Penela, no distrito de Coimbra, e Ansião, no distrito de Leiria) e Figueiró do Campo (que possui um ainda mais pequeno enclave, encaixado entre duas freguesias do concelho de Montemor-o-Velho, efetivamente criando um pequeno enclave neste município do distrito de Coimbra).
 
 
 
 
 
Comentário
 
                 Cada um tem seu fadário...
                   uns, com pouco, outros, fartura.
                     O Alberto, não milionário,
                        Mas tem grandeza em... Cultura!

José,
 



25 de julho de 2013

ESCREVER É VIVER - POR DELASNIEVE DASPET. CONFIRA.

 
 
 
A TODOS OS ESCRITORES, SONHADORES, QUIXOTES, ANDANTES, EM ESPECIAL,  AOS POETAS - NOSSO ABRAÇO AMIGO E FRATERNO.   
 
Delasnieve Daspet
 
 


Escrever é viver


    
“Os governos suspeitam da literatura porque é uma força que lhes escapa” - Émile Zola

O escritor é um indivíduo, essencialmente,  solitário que dedica o seu tempo às letras. Através delas ele se liberta. Liberta a sua mente, seus pensamentos sem quaisquer limites.

Não se pode esperar que ele seja o salvador do mundo porque ele não o é. Entretanto, como é um formador de opinião, o escritor carrega em si essa possibilidade.

É através do escritor que se viaja infinitamente e,  não raro formarmos o nosso  pensar.

Eu lia desde muito pequena. Li e reli a pequena e  perfeita biblioteca de meu pai, e, a minha sede aumentava. Hoje, praticamente vivo para a literatura,  - mas não dela. Procuro dividir essa paixão com as crianças de todas as idades. Elas precisam se apaixonar pela leitura, pela literatura, pela cultura. Somente,  assim,  conhecerão o mundo, os seus direitos, os seus deveres. Saberão cumprir e exigir.

Todas essas situações de vida são desenvolvidos pela leitura, por um bom autor, escritor ou poeta. Eles,   com seus textos, emocionam  com o emprego  conotativo ou metafórico de palavras livres e que traduzem o pensar de cada um.

Eu me comunico com meu leitor através da poesia que,  sem dúvida, é o meio mais antigo de forma literária. Organizo meu pensar em versos, harmônicos e semânticos, levando a todos meus sonhos, criticas e valores. É um falar mais íntimo com quem nos lê.

Cumpro, assim, o meu papel que é o de escrever. Não vim para libertar ninguém, nem redimir quem quer que seja. Não solucionarei nenhum tipo de problema político ou social. Não sou uma missionária, sou uma poeta.

Uma poeta que coloca em versos a indignação, o silêncio, o grito, a opressão, as bandalheiras, o medo, a covardia, as desigualdades, a ignorância, a falta de cultura, de educação, de saúde, de segurança, a busca pela paz, pela solidariedade, do amor, do respeito e da fraternidade.

De  manhã, com o raiar do dia, vivo a vida como tem de ser... Mas na negritude da noite me entrego a dor de parir e construir cada poesia que  sirvo  em bandeja, ao leitor, que a consumirá ou não.

Empunho minha bic, como uma lança,  e, sigo atrás dos meus moinhos, quixotescamente.  Até hoje  escrevo primeiro  em cadernos, agendas, onde risco, rabisco, mudo, alterno, troco, jogo fora como uma bola, vou lá, desamasso, guardo para outra hora, quem sabe, melhorar  a dor do poemar.

Sou uma escritora, sou uma poeta, e, me entrego a esse mister  com dedicação e disciplina.  Sou habitada por personagens, imagens, fantasias, aventuras, sonhos e por palavras já ditas e as que estão para serem escritas.

Na verdade, sou artesã, uma escultora de  palavras , reproduzo  o irreproduzível.
Então,  dia 25 de julho, é o dia do escritor... não preciso ganhar  nada, ganho todos os dias, pois através da poesia, meus pensamentos, meus sonhos, meus cantares tem vida própria, Depende de cada pessoa,  dos sentimentos, de cada um que a sente e a distribui. Independe de técnica. Somente  de palavras.

Me orgulha saber que, como poeta, chego aos leitores como um gesto, uma flor, um lufada de  vento, arrulhar, nuvem, tempestade, por de sol,  olhos úmidos, saudades, carinho e até mesmo ódio. A amizade é poesia. A traição dá um poema torto. O amigo cachorro é um poema quebrado, sem vida, amargo, uma poesia que nasce doente.
A vida, pois,  é poesia.  Escrever é viver!
 


Delasnieve Daspet - 20.07.2013 

Presidente do Conselho de Cultura do Estado de Mato Grosso do Sul - Presidente da Associação Internacional Poetas del Mundo. Embaixadora Universal da Paz. - daspet@uol.com.br   
 
 
 
 
DELASNIEVE DASPET 
 

 
DELASNIEVE DASPET  -  advogada e ativista das causas da Paz, Sociais, Humanas, Ambientais e Culturais Delasnieve Miranda Daspet de Souza é sul-mato-grossense de Porto Murtinho, onde nasceu e cresceu em meio a exuberante natureza que é o Pantanal do Mato Grosso do Sul, Brasil, residindo em Campo Grande-MS. Casada, tem dois filhos. É poeta. Ativista da Biopoesia. Cronista, ensaísta, palestrante, professora, educadora, faz trabalho social com menores carentes, pertence e representa várias associações e academias literárias e culturais nacionais e internacionais. Com trabalhos literários premiados nacional e internacionalmente,  publicados em vários paises, Peace Ambassador in Universal Ambassador Peace Circle - Genebra – Suíça, 2005 e Ambassador for Peace – Universal Peace Federation on the International Federation for Word Peace – 2007; Como ativista das causas sociais sempre trabalha e trabalhou pela integração das minorias – em todos os aspectos, culturais, sociais, direitos humanos, da paz e da solidariedade. Dirigiu o fórum Estadual de Cultura de MS por quatro gestões; Conselheira Estadual de Cultura, em Campo Grande-MS. É  autora dos  anteprojetos de leis que criaram o DIA ESTADUAL E O DIA MUNICIPAL  DA CULTURA DA PAZ em Mato Grosso do Sul e em Campo Grande-MS, e, também, da lei que criou o DIA DO ESCRITOR SUL-MATO-GROSSENSE.Idealizadora e autora do projeto MEU SONHO DE PAZ – MAIOR APELO ESTUDANTIL PELA PAZ – CERTIFICADO PELO RANKBRASIL com a  participação de mais de 28 mil estudantes da rede  publica municipal realizado em setembro de 2012. Realizou a 1ª Edição do  Premio Destaque Cultural do FESC/MS  2010. Membro da World Academy Arts and Culture Foundation - WAAC/WCF, e, Presidente para o Brasil  da India Intellectual Peace Academy;  Delegada Cultural do  Liceo Poetico de Benirdom, Alicante, Espanha. Representante  em Mato Grosso do Sul do Proyecto Cultural SUR ;Governadora do Instituto Brasileiro de Culturas Internacionais;  Membro da Executiva do FESC/MS; Presidente do Conselho de Cultura do Estado de Mato Grosso do Sul;Como presidente da Associação Internacional Poetas Del Mundo já realizou inúmeros eventos em nível nacional, e, com suas representadas – em nível internacional. Realizou  evento internacional com a  participação de estudantes de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul – relativo a Paz. Para maio, do dia 9 a 21, realizará o evento FESTIVAL INTERNACIONAL DA PALAVRA – “A PALAVRA EM MATO GROSSO DO SUL.. Ja editou 7 livros, coordenou a edição de 6,  e,  participou de inumeras coletâneas nacionais e internacionais.
CONTATO COM A AUTORA daspet@uol.com.br     
 
 

 
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2 de junho de 2013

CANÇÃO PARA UMA CIGARRA APAIXONADA POR ALBERTO ARAÚJO


 
 
 
 
 
Canção para uma cigarra apaixonada
 
 
Ouvi-te uma vez
logo o fogo da tua paixão
a fotografia e a flor bondosa me sorriram...
 
Tu em véus sorrateiros.
E o meu contentamento
projeta-te em inúmeros arco-íris.
 
Enquanto o solo produz flores azuis
em conformidade a fosforescência.
O meu gesto doce, a lira dourada, a lua de prata,
todos perdidos estão de encanto por ti.
 
 
 
 
 
 
By  © Alberto Araújo
02-06-13
 

21 de abril de 2013

ESTAMOS COM FOME DE AMOR... PELO JORNALISTA ARNALDO JABOR

 

Estamos com fome de amor...



(JORNAL O DIA! Arnaldo Jabor)



O que temos visto por ai ???. Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e transparentes.
Com suas danças e poses em closes ginecológicos, cada vez mais siliconadas, corpos esculpidos por cirurgias plasticas, como se fossem ao supermercado e pedissem o corte como se quer... mas???                                  



Chegam sozinhas e saem sozinhas... Empresários, advogados, engenheiros, analistas, e outros mais que estudaram, estudaram, trabalharam, alcançaram sucesso profissional e, sozinhos... Tem mulher contratando homem para dançar com elas em bailes, os novíssimos "personal dancer", incrível.
 
 

E não é só sexo não!



Se fosse, era resolvido fácil, alguém dúvida? Sexo se encontra nos  classificados, nas esquinas, em qualquer lugar, 
mas apenas sexo! Estamos é com carência de passear de mãos dadas,


 dar e receber carinho, sem necessariamente, ter que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico na cama ... sexo de academia . . .

Fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão "apenas" dormir abraçadinhos, 


 
sem se preocuparem com as posições cabalísticas... Sabe essas coisas simples, que perdemos nessa marcha de uma evolução cega. Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção... Tornamos-nos máquinas, e agora estamos desesperados por não saber como voltar a "sentir", só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão distante de nós...



Quem duvida do que estou dizendo, dá uma olhada nos sites de relacionamentos "ORKUT", "PAR-PERFEITO" e tantos outros, veja o número de comunidades como: "Quero um amor pra vida toda!", "Eu sou pra casar!" até a desesperançada "Nasci pra viver sozinho!" Unindo milhares, ou melhor, milhões de solitários, em meio a uma multidão de rostos cada vez mais estranhos, plásticos, quase                                 

 



etéreos e inacessíveis, se olharmos as fotos de antigamente, pode ter certeza de que não são as mesmas pessoas, mulheres lindas se plastificando, se mutilando em nome da tal "beleza"...
 

 



 
Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento, e percebemos a cada dia mulheres e homens  com cara de bonecas, sem rugas, sorriso preso e cada vez  mais sozinhos...

Sei que estou parecendo o solteirão infeliz, mas pelo contrário... Pra chegar a escrever essas bobagens?? (mais que verdadeiras) é preciso ter a coragem de encarar os fantasmas de frente e aceitar essa verdade de cara limpa...
 






                                  


Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia isso é julgado como feio, démodê, brega, familias preconceituosas...

Alô gente!!! Felicidade, amor, todas essas emoções fazem-nos parecer ridículos, abobalhados...

Mas e daí?  Seja ridículo, mas seja feliz e não seja frustrado... "Pague mico", saia gritando e falando o que sente, demonstre amor... Você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta mais...


Perceba aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais volte a vê-la, ou talvez a pessoa que nada tem haver com o que imaginou mas que pode ser a mulher da sua vida...

E, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso a dois...
Quem disse que ser adulto é ser ranzinza ?

 


Um ditado tibetano diz: "Se um problema é grande demais, não pense nele...  E, se ele é pequeno demais, pra quê pensar nele?" Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo, assistir desenho animado, rir de bobagens e ou ser um profissional de sucesso, que adora rir de si mesmo por ser estabanado... O que realmente, não dá é para continuarmos achando que viver é out... ou in...



 
 



Que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo, que temos que querer a nossa mulher 24 horas, maquiada, e que ela tenha que ter o corpo das frutas tão em moda, na TV, e também na playboy e nos banheiros, eu duvido que nós homens queiramos uma mulher assim para viver ao nosso lado, para ser a mãe dos nossos filhos, gostamos sim de olhar, e imaginar a gostosa, mas é só isso, as mulheres inteligentes entendem e compreendem isso.


 



Queira do seu lado a mulher inteligente: "Vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois, ou quem sabe os dois, vão querer pular fora, mas se eu não pedir que fique comigo, tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida"...




Porque ter medo de dizer isso, porque ter medo de dizer: "amo você", "fica comigo", então não se importe com a opinião dos outros, seja feliz!
Antes ser idiota para as pessoas que infeliz para si mesmo!



Para ler, divulgar e . . . praticar !
 
 
 
Arnaldo Jabor (Rio de Janeiro, 12 de dezembro de 1940) é um cineasta, roteirista, diretor de cinema e TV, produtor cinematográfico, dramaturgo, crítico, jornalista e escritor brasileiro.
Carioca nascido em 1940, filho de um oficial da Aeronáutica e uma dona de casa,2 o cineasta e jornalista Arnaldo Jabor já foi técnico de som, crítico de teatro, roteirista e diretor de curtas e longas metragens.
Formado no ambiente do Cinema Novo, participou da segunda fase do movimento, que buscava analisar a realidade nacional, inspirando-se no neorrealismo italiano e na nouvelle vague francesa. Seu primeiro longa metragem foi o inovador documentário Opinião Pública (1967), uma espécie de mosaico sobre como o brasileiro olha sua própria realidade.
No início dos anos 70, com o recrudescimento da repressão política e da censura, os antigos autores cinema novistas procuram caminhos metafóricos, alegóricos, para driblar a ação do governo e poder expor suas propostas. Jabor faz o mesmo com Pindorama (1970). Mas aqui o excesso de barroquismo e de radicalismo contra o cinema clássico comprometem a qualidade da obra, como o próprio Jabor admitiria mais tarde.
Seu próximo filme o redime completamente e se converte num dos grandes sucessos de bilheteria do cinema brasileiro: Toda Nudez Será Castigada (1973), adaptado da peça homônima de Nelson Rodrigues, possui um enfoque mais humano, mas ainda assim não poupa implacáveis críticas à hipocrisia da moral burguesa e de seus costumes, na história do envolvimento da prostituta Geni (Darlene Glória, no papel que lhe valeu o Urso de Prata de Melhor Atriz no Festival de Berlim) com o viúvo Herculano (Paulo Porto).
O filme seguinte, dessa vez adaptado de um romance de Nelson, é ainda mais forte nas suas investidas contra as deformidades comportamentais e sexuais da sociedade: O Casamento (1975), último filme da atriz Adriana Prieto, também foi bem recebido por crítica e público e rendeu a atriz Camila Amado o Kikito de ouro de melhor atriz coadjuvante. Com Tudo Bem (1978), inicia a chamada "Trilogia do Apartamento", talvez seu filme mais célebre que investiga, num tom de forte sátira e ironia, as contradições da sociedade brasileira já vitimada pelo fracasso do milagre econômico, isso no espaço restrito de um apartamento de classe média. A obra ganhou o prêmio de Melhor Filme no Festival de Brasília e proporcionou a Paulo Gracindo e Fernanda Montenegro, entre outros, grandes desempenhos.
A película seguinte se dedica mais a uma análise intimista e sexual: Eu Te Amo (1980), obra que consagrou Paulo César Pereio e Sônia Braga no cinema, concentrando-se nas crises amorosas e existenciais de um homem e uma mulher.
 
O próximo filme, Eu Sei que Vou Te Amar, com os jovens Fernanda Torres (ganhadora do prêmio de melhor atriz no Festival de Cannes na ocasião) e Thales Pan Chacon na pele de um casal em crise, guarda semelhanças de forma e conteúdo com Eu Te Amo. Ambos os filmes se consagraram como grandes sucessos de bilheteria.
Na década de 1990, por força das circunstâncias ditadas pelo governo Fernando Collor de Mello, que sucateou a produção cinematográfica nacional, Jabor foi obrigado a procurar novos rumos e encontrou na imprensa o seu ganha-pão. Estreou como colunista de O Globo no final de 1995 e mais tarde levou para a Rede Globo, no Jornal Nacional, Jornal da Globo e no Bom Dia Brasil, Jornal Hoje, Fantástico e também para a Rádio CBN, o estilo irônico com que comenta os fatos da atualidade brasileira. Seus dois últimos livros Amor É prosa, Sexo É poesia (Editora Objetiva, 2004) e Pornopolítica (Editora Objetiva, 2006) se tornaram best-sellers instantâneos.
Abordando os mais variados temas (cinema, artes, sexualidade, política nacional e internacional, economia, amor, filosofia, preconceito), suas intervenções "apimentadas" na televisão e em suas colunas lhe renderam admiradores e muitos críticos.

Diversos textos que circulam pela internet são falsamente assinados por Arnaldo Jabor. No dia 3 de novembro de 2009, o próprio autor escreveu uma coluna negando essas autorias e fazendo uma crítica sobre o assunto, reclamando que a era digital não era para ele.3 E no jornal O Sul, escreveu na sua coluna "A paranoia esta batendo", no dia 5 de outubro de 2011, dizendo que iPhones e outros aparelhos modernos lhe deixam com sentimento de solidão devido a escrever para uma pessoa e nem saber onde ela está.
 
Filmografia
1965 - O Circo (curta-metragem)
1967 - A Opinião Pública
1984 - Eu Sei que Vou Te Amar
1990 - Carnaval (curta-metragem)
2010 - Suprema Felicidade
 
 
 
Livros
Os canibais estão na sala de jantar (Editora Siciliano, 1993)
Sanduíches de Realidade (Editora Objetiva, 1997)
A invasão das Salsichas Gigantes (Editora Objetiva, 2001)
Amor É Prosa, Sexo É Poesia (Editora Objetiva, 2004)
Pornopolítica, (Editora Objetiva, 2006)
Eu Sei Que Vou Te Amar, (Editora Objetiva, 2007)
Amigos Ouvintes, (Editora Globo, 2009) - coletânea de comentários gravados para a Rádio CBN


 

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