30 de janeiro de 2026

PADRE ALEX COUTINHO DE ABREU CINCO ANOS DE UM “SIM” QUE TRANSFORMA VIDAS


"E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura."  Marcos 16:15 

Na luz que emana do altar, onde o pão se torna corpo e o vinho se faz sangue, há um sacerdote que, há cinco anos, respondeu com coragem e amor ao chamado do Cristo: "Sigam-me, e eu os farei pescadores de homens" - Mateus 4:19. 

“Segue-me” e o Padre Alex Coutinho, vigário paroquial da amada Paróquia São Judas Tadeu em Icaraí o seguiu e celebra em 30 de janeiro o quinto aniversário de seu “sim”, um sim que ecoa como canto de esperança nas paredes da igreja e nos corações dos fiéis. 

Expressivo em sua presença, profundo em suas palavras, Padre Alex é mais que um mensageiro do Evangelho: é um jardineiro da fé, que cultiva com ternura cada alma que se aproxima do mistério divino. Suas homilias não são apenas reflexões; são convites à conversão, à escuta do Espírito, à vivência autêntica do amor cristão. E ao final da comunhão, quando o silêncio se torna sagrado, ele ergue sua voz em oração, uma súplica ungida, repleta de amor por Cristo, que toca os corações como brisa suave do Espírito Santo. 

Cinco anos de sacerdócio não são apenas uma marca no tempo, mas um testemunho vivo de entrega, renúncia e serviço. Padre Alex tem sido presença que consola, palavra que desperta, gesto que acolhe. Sua missão, como a dos discípulos de outrora, é ir por todo o mundo, começando por nós, aqui em Icaraí e anunciar com vida o Evangelho da salvação. 

Neste dia de ação de graças, a comunidade se une em oração e louvor, reconhecendo que o sacerdócio é dom e mistério. Que o Senhor continue a fortalecer os passos de Pe. Alex, renovando em seu coração o ardor missionário e a alegria do serviço. Que sua voz continue a proclamar com coragem: “Eis-me aqui, Senhor, envia-me!” 

A Missa em Ação de Graças será celebrada no dia 30 de janeiro, às 18h. Venha, participe, e celebre conosco este marco de fé e amor. Porque quando um sacerdote diz “sim”, o céu sorri e a terra se enche de esperança. 

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BIOGRAFIA DO PADRE ALEX COUTINHO 

No coração da Arquidiocese de Niterói, entre as ruas de Icaraí e o pulsar da fé que se renova a cada celebração, floresce a história de um sacerdote que fez da timidez um altar e da oração um caminho: o Padre Alex Coutinho Abreu. Vigário paroquial da Paróquia de São Judas Tadeu, em 30 de janeiro de 2026 celebra os cinco anos de sua ordenação presbiteral, marco que não é apenas cronológico, mas espiritual, como um jubileu íntimo entre o céu e a terra. 

A vocação de Padre Alex não surgiu em meio a aplausos ou certezas, mas no recolhimento da adoração e na força discreta de um retiro carismático. Ali, onde o Espírito Santo sopra com suavidade e poder, ele ouviu o chamado de Deus. A timidez que parecia um obstáculo transformou-se em sinal de humildade, e a dúvida inicial foi vencida pela confiança que brota da oração. Cada lágrima derramada diante do Santíssimo Sacramento tornou-se semente de coragem, cada canto de louvor nos retiros da Renovação Carismática Católica foi tijolo na construção de sua entrega. 

O início de sua vida ministerial coincidiu com um tempo de provação mundial: a pandemia de COVID-19. Ordenado diácono e, pouco depois, presbítero no início de 2021, Padre Alex foi chamado a viver sua primeira experiência como neo-sacerdote em meio às restrições sanitárias. As cerimônias, transmitidas online, revelaram uma Igreja que, mesmo distante fisicamente, permanecia unida espiritualmente. Sua ordenação foi testemunho de que a graça não se confina, e que o sacerdócio é dom que atravessa fronteiras e circunstâncias. 

Hoje, como vigário paroquial em São Judas Tadeu, Padre Alex Coutinho é presença constante nas celebrações, nos encontros pastorais e na vida comunitária. Sua missão não se limita ao altar: ela se estende às ruas, às famílias, aos jovens que encontram nele um sinal de esperança. Cada missa celebrada é um eco de sua fidelidade, cada bênção concedida é reflexo de sua entrega. Ele se tornou parte viva da Arquidiocese de Niterói, colaborando em atividades que fortalecem a comunhão e testemunham o amor de Cristo. 

As comemorações de seus cinco anos de sacerdócio não celebram apenas uma data, mas a perseverança de um coração que disse “sim” à Igreja e nunca voltou atrás. O reconhecimento que recebe não é fruto de títulos ou cargos, mas da simplicidade com que vive sua vocação. Seu “sim” generoso é lembrado como resposta amorosa ao chamado divino, e sua vida é vista como testemunho de que a timidez pode se transformar em força quando se confia plenamente em Deus. 

A biografia de Padre Alex Coutinho é, em essência, uma oração contínua. Cada passo dado em sua trajetória é súplica e louvor, cada gesto pastoral é intercessão silenciosa. Ele é sacerdote que carrega no olhar a serenidade de quem foi moldado pela adoração, e no coração a chama de quem se deixou conduzir pelo Espírito. Sua história é convite para que todos reconheçam que a vocação nasce no íntimo, floresce na comunidade e se consuma no amor. 

Assim, ao celebrar cinco anos de ordenação presbiteral, Padre Alex Coutinho não apenas recorda o início de sua missão, mas renova o compromisso de ser sinal da presença de Deus em Niterói. Sua vida é testemunho de que o sacerdócio é dom e mistério, e que cada “sim” dado ao Senhor se transforma em caminho de luz para o povo de Deus.

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural

30 de janeiro de 2026

Ocasião dos 5 anos de ordenação presbiteral do Padre Alex Coutinho


 

7 de janeiro de 2026

1 CORÍNTIOS 13 – O HINO AO AMOR - A CARTA DE SÃO PAULO AOS CORÍNTIOS

A CARTA DE SÃO PAULO AOS CORÍNTIOS 13 é um famoso capítulo da Primeira Epístola aos Coríntios, conhecido por sua celebração do amor (ágape) como o maior dos dons espirituais, descrevendo-o como paciente, bondoso, sem inveja, sem orgulho, e eterno, contrastando-o com dons temporários como profecia e línguas, e concluindo que fé, esperança e amor permanecem, mas o amor é o maior deles. 

O capítulo 13 da Primeira Carta de Paulo aos Coríntios é considerado um dos textos mais belos e profundos do Novo Testamento. Nele, o apóstolo apresenta o amor (ágape) como o maior dos dons espirituais, superior a qualquer manifestação extraordinária como profecia, línguas ou conhecimento. Paulo escreve à comunidade de Corinto, marcada por divisões e disputas, para mostrar que o verdadeiro fundamento da vida cristã é o amor.

A SUPREMACIA DO AMOR (VERSÍCULOS 1–3)

Paulo inicia afirmando que todas as habilidades espirituais e até mesmo os maiores atos de fé ou sacrifício não têm valor se não forem acompanhados pelo amor. Falar línguas, conhecer mistérios, mover montanhas ou entregar bens e a própria vida são inúteis sem essa essência. 

A NATUREZA DO AMOR (VERSÍCULOS 4–7)

O apóstolo descreve as qualidades do amor de forma poética e prática: 

É paciente e bondoso.

Não inveja, não se vangloria, não se orgulha.

Não maltrata, não busca interesses próprios, não se irrita facilmente, não guarda rancor.

Não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade.

Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

Essa descrição mostra que o amor é ativo, generoso e perseverante. 

A PERMANÊNCIA DO AMOR (VERSÍCULOS 8–13) 

Paulo ressalta que o amor nunca acaba. Diferente das profecias, das línguas e do conhecimento, que são temporários e imperfeitos, o amor é eterno. Ele compara o conhecimento atual a um reflexo obscuro, prometendo que, quando vier o “perfeito”, veremos face a face e conheceremos plenamente, assim como Deus nos conhece. 

A TRÍADE DA FÉ, ESPERANÇA E AMOR (VERSÍCULO 13)

O capítulo conclui com uma síntese memorável: “Agora permanecem a fé, a esperança e o amor. Mas o maior destes é o amor.” Essa tríade resume a vida cristã, destacando o amor como o valor supremo que deve orientar todas as ações.

Paulo ensina que o amor é a base indispensável da vida comunitária e espiritual. Ele transcende dons, supera diferenças e permanece como o maior dom de Deus à humanidade. 

CONTEXTO

Paulo escreveu esta carta à igreja em Corinto para resolver problemas de divisão, imoralidade e mau uso dos dons espirituais, enfatizando que o amor deve ser a base de todas as ações e interações na comunidade cristã. 

1 CORÍNTIOS 13

O mais importante é o amor 

Se eu for capaz de falar todas as línguas dos homens e dos anjos e não tiver amor, as minhas palavras são como o badalar de um sino ou o barulho de um chocalho. Se eu tiver o dom de declarar a palavra de Deus, de conhecer os seus mistérios e souber tudo; e se eu tiver uma fé capaz de transportar montanhas e não tiver amor, não valho nada. Ainda que eu dê em esmolas tudo o que é meu, se me deixar queimar vivo e não tiver amor, de nada me serve. 

O amor é paciente e prestável. Não é invejoso. Não se envaidece nem é orgulhoso. O amor não tem maus modos nem é egoísta. Não se irrita nem pensa mal. O amor não se alegra com uma injustiça causada a alguém, mas alegra-se com a verdade. O amor suporta tudo, acredita sempre, espera sempre e sofre com paciência. O amor é eterno. As profecias desaparecem; as línguas acabam-se; o conhecimento passa. Pois tanto as nossas profecias como o nosso conhecimento são imperfeitos. Quando chegar aquilo que é perfeito, tudo o que é imperfeito desaparece. Quando eu era criança, falava como criança, sentia como criança e pensava como criança. Depois tornei-me adulto e deixei o modo de ser de criança.

Agora vemos as coisas como num espelho e de maneira confusa. Naquele dia, iremos vê-las frente a frente. Agora o meu conhecimento é imperfeito, mas naquele dia vou conhecer como Deus me conhece a mim. Agora existem três coisas: fé, esperança e amor. Mas a mais importante é o amor.

 

SOBRE A IMAGEM DA POSTAGEM

 

SÃO PAULO

Pintura em óleo sobre tela, com dimensões de 103 cm de altura por 76 cm de largura. A obra esteve provavelmente na coleção dos Conti Guidi di Cesena no início do século XIX. Posteriormente, passou pela galeria Colnaghi, em Londres, em 1976, e pela Walpole Gallery, também em Londres, de onde foi adquirida pelo último proprietário. Foi exibida na mostra Italian Paintings 1550-1780, realizada pela Colnaghi em Londres entre 26 de maio e 2 de julho de 1976, sob o número 15. A referência fotográfica e de fonte é o catálogo da Sotheby’s, Londres, leilão de 8 de julho de 2009, lote 28.

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Giovanni Francesco Barbieri, mais conhecido como Guercino ou Il Guercino nasceu em Cento, 1591 e faleceu na Bolonha, 1666, foi um pintor do Barroco italiano, natural da região da Emília-Romanha e ativo em Roma e na Bolonha. "Guercino" é a palavra italiana para "estrábico", apelido que lhe foi dado por conta de seu desvio ocular. Tornou-se especialmente célebre por conta de seus caprichosos desenhos.

 

© Alberto Araújo

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